Página principal do Programa ACESSO da UMIC - Agência para a Sociedade do Conhecimento.

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Notícias em Destaque (alt+2)

RTP inova no acesso a programas com Língua Gestual Portuguesa
15 de Dezembro de 2011

Imagem do duplo ecrã

A RTP desenvolveu um novo conceito de adaptação de conteúdos de duplo ecrã, via web, que otimiza a presença do intérprete de Língua Gestual Portuguesa (LGP) nos programas de televisão.

A partir de agora é possível acompanhar a emissão em direto do programa “Hoje”, emitido diariamente às 22h00 na RTP2, através de uma página web no sítio da RTP e, simultaneamente, aceder a um ecrã adicional com o intérprete de LGP.

Veja o artigo completo.

referência: Jornal Destak.

A ITU lança novo relatório sobre Fazer Televisão Acessível.
Como levar uma das tecnologias mais ubíquas do mundo aos muitos milhões com deficiência visual e auditiva?

Capa do Relatório Fazer Televisão Acessível

Genebra, 5 de Dezembro 2011 – A Televisão pode muito bem ser a tecnologia mais universal do mundo. Quase toda a superfície do planeta tem actualmente cobertura de sinal de televisão, e existem cerca de 1.4 biliões de televisores nos lares a nível mundial, representando 98% dos lares nos países desenvolvidos e perto de 73% nos países em desenvolvimento.

Consulte a notícia na íntegra.

referência: Comunicado à Imprensa da ITU.

Workshop on developing intelligent user interfaces for e-accessibility,
14 February 2012 Lisbon, Portugal.

IUI 2012 - 14th-17th February - Lisbon / Portugal

The workshop will explore the applicability of different modalities of interaction (s±peech, gesture, haptic interface, etc.) and investigate ways to develop intelligent adaptation systems that meet accessibility criteria and can personalize interfaces according to the range of abilities of the user. A particular focus will be given on interoperability though the adherence to standards for accessibility such as WAI-ARIA and ISO standards. Deadline for the submission of papers - 30th November 2011. See also: Guide project.

For more information see web site of IUI.

referência: Boletim do e-Inclusion / 10 de Novembro de 2011.

Estratégia Nacional para a Deficiência (2011-2013)
RCM n.º 97/2010 de 14 de Dezembro.

Estratégia Nacional para a Deficiência

Com a ratificação da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, em Julho de 2009, o Estado Português comprometeu-se a promover, proteger e garantir condições de vida dignas às pessoas com deficiências e incapacidades em âmbitos muito concretos.

A promoção dos direitos e da qualidade de vida das pessoas com deficiências e incapacidades é um dos objectivos principais do Governo Português com o lançamento da Estratégia Nacional para a Deficiência. Com 133 medidas, a acção envolve todos os Ministérios que se vão concentrar em 5 eixos prioritários durante o triénio 2011/2013.

No eixo 4, "Acessibilidades e design para todos" e no eixo 5, "Modernização administrativa e sistemas de informação", a UMIC intervém respectivamente em duas medidas:

"Desenvolver a versão 2.0 do programa de validação das directrizes do W3C para a acessibilidade de conteúdos da web."
(até 2011)

"Consolidar a acessibilidade dos sítios electrónicos de carácter informativo e transaccional das entidades públicas."
(até 2013).

Consulte a RCM 97/2010 de 14 de Outubro - ENDef.

referência: Conselho de Ministros, 9 de Dezembro de 2010.

Sítios Web do sector público plenamente acessíveis em 2015
Objectivo expresso na Agenda Digital 2010 da CE

Agenda Digital Europa 2010

A Comissão Europeia lançou, em Março de 2010, a estratégia Europa 2020, que define as grandes linhas para a saída da crise e prepara a economia da UE para os desafios da próxima década.

A Agenda Digital para a Europa constitui uma das sete iniciativas emblemáticas da estratégia Europa 2020 e visa definir o importante papel que a utilização das tecnologias da informação e das comunicações (TIC) terá de desempenhar se a Europa quiser ver as suas ambições para 2020 coroadas de sucesso.

No capítulo "Serviços digitais inclusivos" da Agenda Digital, pode-se ler:

"(...) Com base no estudo de opções, apresentar, até 2011, propostas que garantam que os sítios Web do sector público (e os sítios Web que ofereçam serviços básicos aos cidadãos) estejam plenamente acessíveis em 2015".

Consulte a Agenda Digital 2010.

referência: Agenda Digital 2010, 14 de Setembro 2010.

UEC preconiza um Serviço em Linha Europeu de Livros Electrónicos Acessíveis
Memorando assinado a 14 de Setembro

União Europeia de Cegos

[nota: a presente notícia foi redigida na sequência da notícia de 8 de Setembro que dava conta do dia internacional da literacia.] O Memorando foi assinado pela União Europeia de Cegos, pela Associação Europeia de Dislexia, pela Federação dos Editores Europeus, pelo Conselho dos Escritores Europeus, pela Federação Internacional das Organizações de Titulares de Direitos de Reprodução e pela International Association of Scientific, Technical and Medical publishers.

O Memorando contou igualmente com a supervisão do Comissário para o Mercado Único Europeu e o modelo preconizado é bastante ambicioso.

Eis em síntese os objectivos:

  1. Garantir que as obras acessíveis, convertidas no espaço da UE, tenham liberdade de circulação transfonteiriça;
  2. Criar um Serviço em Linha Europeu de Livros Electrónicos Acessíveis, ao qual utilizadores credenciados possam aceder, não apenas ao catálogo das obras produzidas mas, ao próprio texto das obras.
  3. Criar em cada Estado-Membro um canal de distribuição de livros acessíveis composto por: intermediários de confiança (centros produtores incluídos), comunidade de titulares de direito e respectivas entidades nacionais representantes.

Consulte o Memorando de Entendimento - versão portuguesa - (PDF, 41Kb).

referência: MoU - acesso a obras por parte das pessoas com incapacidade de leitura de material impresso, 14 de Setembro 2010.

Dia Internacional da Literacia
8 de Setembro

União Europeia de Cegos

Apenas 5% dos livros são, em algum momento da sua existência, disponibilizados em caracteres ampliados, áudio ou braille, informa hoje, em comunicado à imprensa, a União Europeia de Cegos. 90% da produção de livros em formatos acessíveis não parte de uma matriz digital mas do livro físico em papel, o que torna o processo de produção moroso e extremamente dispendioso.

No próximo dia 14 de Setembro, na presença do Comissário para o Mercado Único Europeu, Michel Barnier, a União Europeia de Cegos, a Associação Europeia para a Disléxia e a Federação Europeia dos Editores vão assinar um acordo que visa atenuar esta escassez, a que a União Europeia de Cegos chega mesmo a apelidar, no seu comunicado, por "fome de livros".

O "Memorando de Entendimento", embora não tenha carácter legal, estebelece os princípios nos quais os editores se apoiarão para permitir a partilha por todos os Estados Membros dos acervos acessíveis produzidos pelas organizações representantes de pessoas cegas e de pessoas com disléxia.

[nota: o texto do Memorando de Entendimento aqui referenciado pode ser obtido a partir da notícia anterior.]

Consulte a União Europeia de Cegos.

referência: Comunicado à Imprensa da EBU, 8 de Setembro 2010.

UMIC publica documentação técnica das WCAG 2.0 em português:
São mais de 700 páginas de informação.

World Wide Web Consortium

Depois das directrizes WCAG 2.0 publicadas em Fevereiro deste ano, a UMIC disponibiliza agora os três documentos de referência para a nova versão das directrizes de acessibilidade produzidas pelo W3C:

Os 3 documentos disponíveis no sítio Web do Programa ACESSO da UMIC sobre a nova versão das directrizes de acessibilidade totalizam mais de 700 páginas, densas de informação. O português torna-se assim o primeiro idioma, para além dos originais em inglês, a difundir esta preciosa informação técnica.

Consulte a documentação no menu principal do presente sítio

referência: UMIC, 3 de Novembro 2009.

WCAG 2.0 em português
Recomendação W3C de 11 de Dezembro 2008

Logótipo do W3C

Já se encontra disponível em português a versão 2.0 das Directrizes de Acessibilidade para o Conteúdo da Web, documento que constitui recomendação do World Wide Web Consortium desde 11 de Dezembro de 2008.

Nove anos depois da versão 1.0, as directrizes agora publicadas conquistam um maior leque de tecnologias e a validação de conformidade é também definida com maior objectividade.

As WCAG 2.0 encontram-se actualmente disponíveis em inglês (original), húngaro e português. O português torna-se o terceiro idioma a dar forma de letra às WCAG 2.0.

Mais detalhes em WCAG 2.0 - versão portuguesa.

referência: Programa ACESSO da UMIC de 25 Fevereiro 2008.

Em acção...

O meu site é acessível?
O AccessMonitor e o eXaminator podem ajudá-lo a obter a resposta.

Use os validadores automáticos da UMIC, eXaminator e AccessMonitor, e verifique de que forma os seus conteúdos cumprem as Directrizes de Acessibilidade para o Conteúdo da Web. Use o AccessMonitor para uma validação de acordo com as WCAG 2.0 e o eXaminator para uma validação de acordo com as WCAG 1.0 do W3C.

AccessMonitor
(WCAG 2.0) beta

validação avançada | nota técnica

eXaminator
(WCAG 1.0)

nota técnica

HERA - Revendo a Acessibilidade com Estilo

A ferramenta HERA, desenvolvida pela Fundación SIDAR, valida igualmente conteúdos Web de acordo com as WCAG 1.0. Para muitas situações, depois de uma consulta ao eXaminator, a passagem pelo HERA é inevitável uma vez que a ferramenta desce ao pormenor de indicar os erros no próprio código fonte da página em análise.

Hera

Catálogo Nacional de Ajudas Técnicas

Catálogo Nacional de Ajudas Técnicas

O CNAT tem por objectivo disponibilizar informação de todas as ajudas técnicas existentes no mercado nacional.

O CNAT é uma iniciativa UMIC, INR e INOV. O CNAT encontra-se num servidor UMIC, dispõe de uma plataforma tecnológica desenvolvida pelo INOV e a gestão dos conteúdos é da responsabilidade do INR. O catálogo representa um importante passo no conhecimento das ajudas técnicas disponíveis no mercado nacional.

Mais detalhes em CNAT.

Rede Solidária

Acesso à Internet para ONGs de e para pessoas com deficiência, idosas e com risco de exclusão

A funcionar desde Agosto de 2001 a Rede Solidária conta actualmente com cerca de 280 instituições:

Cada uma das instituições conta com:

  • um ponto de acesso gratuito à Internet;
  • um nº ilimitado de caixas de correio personalizadas de acordo com o domínio institucional;
  • alojamento de página institucional;
  • gestor de conteúdos (CMS) já configurado e com inteira liberdade de personalização;
  • um domínio institucional do tipo .org.pt.

Mais detalhes em Portal da Rede Solidária.

Biblioteca Aberta do Ensino Superior

BAES

10 instituições do ensino superior juntaram-se e colocaram os mais de 3000 títulos existentes nos centros produtores universitários à disposição de um qualquer estudante com deficiência, independentemente do local onde este se encontra. O acervo é composto por braille, áudio e texto integral.

A BAES é uma notável ferramenta de estudo que conheceu a sua génese na linha de financiamento Inclusão Digital da UMIC no âmbito do POS-Conhecimento.

Mais detalhes em BAES.

[fim da página] Estatísticas do site: Estatísticas para uso da equipa ACESSO