[Nota sobre a tradução portuguesa do presente documento] [Programa ACESSO da UMIC]
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As "técnicas para as WCAG 2.0" fornecem informações aos programadores de conteúdo da Web que pretendem cumprir os critérios de sucesso das Directrizes de Acessibilidade para o Conteúdo da Web (WCAG) 2.0 [WCAG20]. As técnicas são práticas de criação específicas que podem ser utilizadas no suporte dos critérios de sucesso das WCAG 2.0. Este documento fornece "Técnicas Gerais" que descrevem as práticas básicas aplicáveis a qualquer tecnologia e técnicas específicas da tecnologia que fornecem informação aplicável a tecnologias específicas. O Consórcio World Wide Web documenta apenas as técnicas não registadas; o Grupo de Trabalho das WCAG espera que os fornecedores de outras tecnologias forneçam técnicas semelhantes para descrever a forma como estar em conformidade com as WCAG 2.0 utilizando essas tecnologias. A utilização das técnicas fornecidas neste documento faz com que seja mais fácil o conteúdo da Web demonstrar conformidade com os critérios de critério das WCAG 2.0 do que se essas técnicas não fossem utilizadas.
Além das técnicas fornecidas neste documento, podem existir outras técnicas que possam ser utilizadas para implementar a conformidade com WCAG 2.0. O Grupo de Trabalho das WCAG encoraja a submissão dessas técnicas para que possam ser consideradas, de modo a serem incluídas neste documento, e para que o conjunto de técnicas mantidas pelo Grupo de Trabalho das WCAG seja o mais abrangente possível. Para submeter as técnicas para consideração, utilize o "Formulário para Submissão de Técnicas".
Este documento faz parte de uma série de documentos publicados pela Web Accessibility Initiative (WAI) do W3C para suportar as WCAG 2.0. Este documento foi publicado como uma Nota do Grupo de Trabalho ao mesmo tempo que as WCAG 2.0 foram publicadas como Recomendação W3C. Ao contrário das WCAG 2.0, prevê-se que as informações apresentadas nas Noções sobre as WCAG 2.0 sejam actualizadas de tempos a tempos. Para obter uma introdução às WCAG, aos documentos técnicos de apoio e ao material educativo, consulte a Descrição Geral das Directrizes de Acessibilidade para o Conteúdo da Web (WCAG) .
Esta secção apresenta o estado do documento aquando da sua publicação. Este documento poderá ser substituído por outros documentos. Para obter uma lista das actuais publicações do W3C e a última revisão deste relatório técnico, consulte o Índice de relatórios técnicas do W3C em http://www.w3.org/TR/.
Esta é a Nota do Grupo de Trabalho "Técnicas para as WCAG 2.0". Estas técnicas foram produzidas pelo Grupo de Trabalho das Directrizes de Acessibilidade para o Conteúdo da Web para fornecer orientações sobre como estar em conformidade com a Recomendação das Directrizes de Acessibilidade para o Conteúdo da Web (WCAG) 2.0. As técnicas baseiam-se nas Noções sobre as WCAG 2.0 e Como Cumprir as WCAG 2.0. Tenha em atenção que os conteúdos deste documento são informativos (fornecem orientações) e não normativos (não estabelecem requisitos de conformidade com as WCAG 2.0).
O Grupo de Trabalho solicita que todos os comentários sejam feitos através do formulário de comentários online. Caso não seja possível, os comentários podem também ser enviados para public-comments-wcag20@w3.org. Os arquivos da lista de comentários públicos estão disponíveis ao público. Os comentários recebidos sobre este documento poderão ser abordados em versões futuras deste documento, ou noutro formato. Não está previsto o Grupo de Trabalho responder formalmente aos comentários. Os arquivos das apresentações da mailing list WCAG WG estão disponíveis ao público e o Grupo de Trabalho poderá, posteriormente, abordar os comentários feitos a este documento.
Os materiais fornecidos pelo público para apoiarem a documentação das técnicas são particularmente bem-vindos. Utilize o Formulário para Submissão de Técnicas para submeter as técnicas.
Este documento foi produzido como parte integrante da Web Accessibility Initiative (WAI) do W3C. Os objectivos do Grupo de Trabalho das WCAG são apresentados na Carta do Grupo de Trabalho das WCAG. O Grupo de Trabalho das WCAG faz parte da Actividade Técnica da WAI.
A publicação como Nota do Grupo de Trabalho não implica que tenha sido aprovada pelos Membros do W3C. Este é um documento preliminar que, em qualquer altura, pode ser actualizado, substituído ou tornado obsoleto por outros documentos. Este documento deve ser citado como sendo um trabalho em curso.
Este documento foi elaborado por um grupo que trabalhou ao abrigo da Política de Patentes do W3C de 5 de Fevereiro de 2004. O W3C mantém uma lista pública de divulgação de patentes feita em conjunto com os materiais do grupo; essa página também inclui instruções sobre a divulgação de patentes. Uma pessoa que tenha conhecimento de uma patente, que julga incluir Reivindicações Essenciais, tem de divulgar a informação de acordo com a secção 6 da Política de Patentes do W3C.
Este documento faz parte de um conjunto de documentos publicados pela Web Accessibility Initiative (WAI) do W3C para suportar as WCAG 2.0 [WCAG20]. Inclui várias técnicas que, por seu lado, incluem práticas de criação específicas e exemplos para o desenvolvimento de conteúdos da Web mais acessíveis. Além disso, apresenta uma lista de falhas que descrevem erros comuns considerados falhas dos Critérios de Sucesso das WCAG 2.0.
Este não é um documento de introdução. É uma descrição técnica detalhada das técnicas que podem ser utilizadas para abordar os requisitos nas WCAG 2.0. Para obter uma introdução às WCAG, aos documentos técnicos de suporte e ao material educativo, consulte a Descrição Geral das Directrizes de Acessibilidade para o Conteúdo da Web (WCAG) .
Para tornar o conjunto de técnicas mantidas pelo Grupo de Trabalho das WCAG o mais abrangente possível, o Grupo de Trabalho das WCAG encoraja a submissão de novas técnicas para que possam ser consideradas de modo a serem incluídas neste documento. Para submeter as técnicas para consideração, utilize o "Formulário para Submissão de Técnicas".
Ao invés de apresentar técnicas de tecnologias específicas nas WCAG 2.0, as directrizes e os Critérios de Sucesso foram elaborados para serem de tecnologia neutra. Para fornecer abordagens e exemplos de como cumprir as directrizes utilizando tecnologias específicas (por exemplo, HTML), o grupo de trabalho identificou as técnicas de tipo suficiente para cada Critério de Sucesso que são suficientes para cumprir esse Critério de Sucesso. A lista com as técnicas de tipo suficiente é apresentada em "Noções sobre as WCAG 2.0" (e reflectida em Como Cumprir as WCAG 2.0). Desta forma, é possível actualizar a lista à medida que novas técnicas são descobertas e que as Tecnologias Web e Tecnologias de Apoio evoluem.
Tenha em atenção que todas as técnicas têm carácter informativo. As "técnicas de tipo suficiente" são consideradas suficientes pelo Grupo de Trabalho das WCAG para cumprir os critérios de sucesso. Contudo, não é necessário utilizar estas técnicas específicas. Se forem utilizadas técnicas diferentes das indicadas pelo Grupo de Trabalho, será necessário outro método para determinar a capacidade que a técnica tem de cumprir os Critérios de Sucesso.
A maioria dos Critérios de Sucesso apresenta várias técnicas de tipo suficiente. Poderá utilizar qualquer uma das técnicas de tipo suficiente apresentadas para cumprir os Critérios de Sucesso. Poderão existir outras técnicas não documentadas pelo grupo de trabalho, que também poderão cumprir os Critérios de Sucesso. À medida que são identificadas novas técnicas de tipo suficiente, estas serão acrescentadas à lista
Para além das técnicas de tipo suficiente, existem algumas técnicas de tipo aconselhada que podem melhorar a acessibilidade, mas que não se qualificam como técnicas de tipo suficiente, uma vez que não são suficientes para cumprir todos os requisitos dos Critérios de Sucesso, não são testáveis, e/ou porque são técnicas boas e eficazes em algumas circunstâncias, mas não são eficazes nem úteis noutros casos. Estas técnicas são apresentadas como técnicas de tipo aconselhada e surgem imediatamente a seguir às técnicas de tipo suficiente. Os autores são encorajados a utilizar estas técnicas sempre que necessário, para aumentar a acessibilidade às suas páginas Web.
Todas as tecnologias que incluam links.
Esta técnica está relacionada com:
O objectivo desta técnica é fornecer um mecanismo para saltar blocos de conteúdo que se repetem em várias páginas Web, passando directamente para o conteúdo principal de uma página Web. O primeiro item interactivo na página Web é um link para aceder ao início do conteúdo principal. Activar o link desloca o foco para o conteúdo principal. Esta técnica é particularmente útil quando uma página Web tem uma área de conteúdo principal, em vez de um conjunto de áreas de conteúdo de igual importância.
Nota: Os links visíveis são necessários para aqueles que navegam com um teclado, incluindo utilizadores de manípulos, os que usam técnicas que geram digitações de teclado lentas, os utilizadores de software de ampliação de ecrã, os utilizadores de leitores de ecrã que trabalham com colegas sem problemas de visão, os utilizadores que usam apenas teclado e os que navegam utilizando software de reconhecimento de voz.
Um jornal online contém muitas secções de informação: uma função de procura, uma faixa empresarial, menus laterais, histórias de importância secundária, como contactar o jornal, etc. A notícia principal localiza-se no centro da página. O primeiro link ao qual o utilizador acede quando utiliza a tecla de tabulação para percorrer a página tem o título "Passar para a Notícia Principal". Activar o link desloca o foco visual para a notícia. Pressionar de novo a tecla de tabulação encaminha o utilizador para o primeiro link na notícia principal.
Uma página Web inclui uma variedade de técnicas de navegação em cada página: um breadcrumb (trilho) de navegação, uma ferramenta de procura, um mapa do sítio da Web e uma lista de recursos relacionados. O primeiro link na página tem o título "Passar para o Conteúdo Principal". O utilizador activa o link para ignorar as ferramentas de navegação.
Os recursos são indicados apenas a título informativo, não implica que tenham sido aprovados
Verifique se o link é o primeiro controlo que recebe o foco na página Web.
Verifique se a descrição do link informa que acede ao conteúdo principal.
Verifique se o link está sempre visível ou se fica visível quando recebe o foco do teclado.
Verifique se activar o link desloca o foco para o conteúdo principal.
Verifique se, após activar o link, o foco do teclado se desloca para o conteúdo principal.
Todas as verificações acima são verdadeiras.
Qualquer tecnologia que inclua conteúdo em deslocamento ou movimento.
Esta técnica está relacionada com:
O objectivo desta técnica é fornecer uma forma para colocar em pausa o deslocamento ou movimento do conteúdo. Se o utilizador necessitar de colocar o movimento em pausa, reduzir a distracção ou de tempo para o ler, pode fazê-lo e, em seguida, reiniciá-lo conforme necessário. Este mecanismo pode ser fornecido através de controlos interactivos que estão em conformidade com as WCAG, ou através de atalhos de teclado. Se os atalhos de teclado forem utilizados, estarão documentados.
Um sítio da Web inclui uma faixa de notícias em deslocamento no topo da página. Os utilizadores que necessitam de mais tempo para a ler podem pressionar a tecla Escape para colocar o deslocamento em pausa e reiniciá-lo pressionando a tecla Escape de novo.
Uma página Web contém um link com o título "Como apertar um sapato" que acede a uma animação Flash. O texto que precede o link informa que pressionar a barra de espaços coloca a animação em pausa e reinicia-a de novo.
Numa página com conteúdo em movimento ou deslocamento,
Utilize o mecanismo fornecido na página Web ou pelo agente de utilizador para colocar em pausa o conteúdo em movimento ou deslocamento.
Verifique se o movimento ou deslocamento parou e não reinicia por si próprio.
Utilize o mecanismo fornecido para reiniciar o conteúdo em movimento.
Verifique se o movimento ou deslocamento reiniciou a partir do momento em que foi parado.
As verificações 2 e 4 são verdadeiras.
Esta técnica aplica-se a quaisquer tecnologias ou métodos que suportem a implementação de uma actividade que não requer interacção temporizada para a sua funcionalidade.
Esta técnica está relacionada com:
O objectivo desta técnica é fornecer aos utilizadores todo o tempo que necessitam para completar uma actividade. Esta técnica implica o fornecimento de uma actividade específica que não necessite de interacção temporizada. Os utilizadores dispõem de todo o tempo que necessitam para interagir com a actividade.
Um exame interactivo para um curso fornece todas as perguntas numa página Web. Os utilizadores podem despender do tempo que necessitam para o completar.
Num jogo interactivo, os utilizadores podem despender do tempo que quiserem na sua vez de jogar, em vez de completarem a jogada num período de tempo limitado.
Num leilão online, cada licitante pode submeter apenas uma licitação, em vez de submeter várias licitações competitivas com base na temporização. As licitações estão abertas durante um dia, fornecendo tempo suficiente para uma pessoa preencher o formulário de licitação simples. Uma vez encerrada a licitação, ganha a melhor oferta.
Os recursos são indicados apenas a título informativo, não implica que tenham sido aprovados
Verifique se existem quaisquer interacções temporizadas.
A verificação 1 é falsa.
Qualquer tecnologia que suporte áudio e vídeo.
Esta técnica está relacionada com:
O objectivo desta técnica é fornecer uma segunda versão do conteúdo do vídeo que forneça áudio-descrições alargadas. Uma das dificuldades na criação de áudio-descrições tradicionais é que, por vezes, o narrador tem de fornecer muita informação durante pausas muito curtas no diálogo. A áudio-descrição alargada coloca o áudio e o vídeo temporariamente em pausa, permitindo a apresentação de informação importante quando as pausas no diálogo são insuficientes para uma descrição adequada.
Fornecer uma segunda versão do vídeo com áudio-descrições alargadas torna este conteúdo acessível a pessoas cegas que necessitam de ouvir não apenas o diálogo mas também o contexto e outros aspectos do vídeo, que não são transmitidos unicamente pelo diálogo das personagens, e para as quais não existe tempo suficiente durante o diálogo normal.
Uma vez que interrompe a visualização para aqueles que não necessitam da descrição adicional, são muitas vezes fornecidas técnicas que permitem activar e desactivar esta funcionalidade. Em alternativa, podem ser fornecidas versões que incluam ou não a descrição adicional.
Numa versão alternativa de um vídeo online de uma família a fugir de um prédio em chamas, existe um diálogo contínuo entre o marido e a mulher, que discutem o paradeiro das crianças. Entretanto, em plano de fundo, uma parede cede, o que constitui informação importante na história, visto que irá bloquear a fuga por aquele lado do edifício. A faixa de vídeo pára (a mesma frame é repetida) enquanto o narrador fornece os detalhes sobre a parede a cair e, em seguida, o vídeo prossegue.
Um vídeo de formação inclui uma narrativa ao longo do vídeo, de forma quase contínua. Está disponível uma versão alternativa para as pessoas que têm dificuldade em visualizar essa parte do vídeo. A versão alternativa fixa o vídeo e fornece a áudio-descrição da informação-chave.
Os recursos são indicados apenas a título informativo, não implica que tenham sido aprovados
Abra a versão do filme que inclui as áudio-descrições alargadas.
Verifique se o vídeo pára para a áudio-descrição alargada quando não existir espaço suficiente para incluir a narração necessária no decurso do diálogo normal.
Verifique se a áudio-descrição inclui a informação necessária.
Se as versões alternativas estiverem numa página separada, verifique se existem links disponíveis para permitir ao utilizador aceder às outras versões.
As verificações 2, 3 e 4 são verdadeiras.
Aplica-se a todas as tecnologias que apresentem informação audiovisual.
Esta técnica está relacionada com:
O objectivo desta técnica é permitir que os utilizadores que não conseguem ouvir possam aceder às transmissões multimédia sincronizada em tempo real. É mais difícil criar legendas em tempo real exactas, uma vez que existe pouco tempo para corrigir os erros, ouvir uma segunda vez ou consultar alguém para se ter a certeza de que as palavras são reproduzidas correctamente. É também mais difícil simplificar ou parafrasear informação se esta fluir muito rapidamente.
Estão disponíveis técnicas de entrada de dados por digitação de texto em tempo real, utilizando tecnologias de digitação rápida e de estenografia. A reprodução de fala para texto (em que a pessoa ouve e, em seguida, reproduz a fala cuidadosamente para um computador programado para a sua fala) é utilizada actualmente para serviços de transmissão telefónicos, podendo ser utilizada no futuro para legendagem. No futuro, será possível a fala para texto com correcções.
Exemplo 1: Um estúdio de televisão utiliza o serviço de legendagem em tempo real para criar legendas para os seus serviços de notícias online.
Os recursos são indicados apenas a título informativo, não implica que tenham sido aprovados
Verifique se existe o procedimento e a política para garantir que as legendas são apresentadas em tempo real.
A verificação 1 é verdadeira.
Tecnologias de programação que incluam componentes normais programados para funcionar em interface com as APIs de acessibilidade.
Esta técnica está relacionada com:
O objectivo desta técnica é permitir que as tecnologias de apoio compreendam o conteúdo da Web, para que possam transmitir ao utilizador a informação equivalente através de uma interface de utilizador alternativa.
Por vezes, o conteúdo não é criado utilizando linguagem de marcação, mas uma linguagem de programação ou ferramentas. Em muitos casos, estas tecnologias incluem componentes da interface que já estão programados para funcionarem em interface com as APIs de acessibilidade. Se o autor utilizar estes componentes e preencher as propriedades (por ex., nome, etc.), os componentes da interface de utilizador resultantes no conteúdo ficarão acessíveis à tecnologia de apoio.
Contudo, se um autor pretender criar um componente da interface de utilizador inovador e não puder utilizar componentes normais, nesse caso, tem de acrescentar as normas de acessibilidade e implementá-las de uma forma que seja compatível com a API de acessibilidade.
Depois de concluído, o componente personalizado deve ser testado quanto ao Suporte por Acessibilidade.
Uma página Web utiliza java para criar uma applet. Um grupo de autores pretende criar um componente de interface totalmente inovador e por isso não podem utilizar os objectos Java existentes. Utilizam classes de Java Swing para criar o respectivo componente, visto que as classes que compõem o Java Swing já dispõem de normas para ligação às diferentes APIs de acessibilidade. Ao utilizarem as classes de Java Swing, os autores podem criar um componente de interface que revele o seu nome e a sua função, possa ser definido pela TA e forneça notificações de quaisquer actualizações.
Uma página Web utiliza um controlo ActiveX de origem, escrito em linguagem de programação C++. O controlo é concebido para suportar, de forma explícita, a API da Microsoft Active Accessibility (MSAA), para revelar a informação sobre os comandos aceites. O controlo interage directamente com a tecnologia de apoio executando o agente de utilizador em sistemas que suportem a MSAA.
Apresente o conteúdo utilizando um Agente de Utilizador acessível.
Utilize uma Ferramenta de Acessibilidade criada para a API de Acessibilidade do Agente de Utilizador, para avaliar cada componente da interface de utilizador.
Verifique se o nome e a função para cada componente da interface de utilizador são detectados pela ferramenta.
Altere os valores no componente.
Verifique se a ferramenta de Acessibilidade é notificada.
Verifique se o componente funciona com as tecnologias de apoio.
As verificações 3, 5 e 6 são verdadeiras para cada componente da interface de utilizador.
Tecnologias que suportem conteúdo em modo intermitente.
Esta técnica está relacionada com:
O objectivo desta técnica é minimizar a distracção provocada pelo conteúdo em modo intermitente e permitir que os utilizadores foquem de novo o outro conteúdo na página.
O conteúdo em modo intermitente pode ser criado utilizando várias tecnologias, muitas das quais incluem opções para ignorar sempre o conteúdo em modo intermitente, ou então especificar o período de tempo durante o qual o conteúdo em modo intermitente é visualizado. Limitar o conteúdo em modo intermitente para cinco segundos minimiza a distracção que este possa causar. Isto beneficia as pessoas com certos tipos de incapacidade de aprendizagem e pessoas com baixa visão.
Uma imagem animada é utilizada para realçar artigos à venda. Numa lista de artigos à venda, existe uma imagem de uma etiqueta vermelha, seguida da frase "À Venda" para indicar os artigos disponíveis a um preço reduzido. A imagem da etiqueta vermelha está em modo intermitente quando se carrega a página, e pára após cinco segundos.
Localize todos os itens em modo intermitente
Para cada item em modo intermitente, verifique se o intervalo entre o início e o fim do modo intermitente é menor que cinco segundos.
A verificação 2 é verdadeira.
Aplica-se a todas as tecnologias.
Esta técnica está relacionada com:
O objectivo desta técnica é fornecer informação aos utilizadores sobre o que vai acontecer quando uma alteração num controlo de formulário provoca uma alteração de contexto. Visto que a alteração do valor de um controlo de formulário não provoca normalmente uma alteração de contexto, é importante que os autores forneçam instruções para que o utilizador tenha conhecimento do comportamento com antecedência. Sempre que possível, é aconselhável associar, de forma programática, as instruções que descrevem a alteração ao próprio controlo de formulário.
Em seguida, apresentamos alguns exemplos de como fornecer a instrução em situações diferentes.
Forneça a instrução na página Web com uma ordem de leitura, antes do elemento da interface de utilizador que provoca a alteração do contexto ao alterar a definição.
Para um processo com vários passos, em que o utilizador tem de executar passos específicos para aceder ao elemento da interface de utilizador, no qual as alterações da definição irão provocar uma alteração de contexto, forneça a instrução como parte do processo antes do passo em que o utilizador irá encontrar a alteração de contexto.
No caso de uma intranet, em que o utilizador tem de ter formação prévia obrigatória antes de utilizar uma aplicação da Web, na qual os elementos da interface de utilizador provocam alterações de contexto quando as definições são alteradas, forneça a instrução como parte da formação.
Um conjunto de botões de opção no topo de uma página inclui opções para alemão, francês e espanhol. As instruções precedem os botões que informam o utilizador que o idioma será alterado ao seleccionar uma opção.
Um inquérito online com 50 perguntas apresenta uma pergunta de cada vez. As instruções surgem no início do inquérito e explicam que ao seleccionar uma resposta para cada pergunta, os utilizadores passam para a pergunta seguinte do inquérito.
Os recursos são indicados apenas a título informativo, não implica que tenham sido aprovados
Localize o conteúdo no qual a alteração das definições de um controlo de formulário resulta numa alteração de contexto.
Verifique se está disponível uma explicação do que vai acontecer quando o controlo é alterado, antes da activação dos controlos.
A verificação 2 é verdadeira.
Todas as tecnologias que suportem cor e texto.
Esta técnica está relacionada com:
O objectivo desta técnica é garantir que, quando são utilizadas cores diferentes para transmitir informação, tais como campos de formulário obrigatórios, a informação transmitida através de cores diferentes é também transmitida de forma explícita em texto.
O calendário de sessões numa conferência de tecnologia está organizado em três faixas. As sessões na Faixa 1 são apresentadas sobre um fundo azul. As sessões na Faixa 2 são apresentadas sobre um fundo amarelo. As sessões na Faixa 3 são apresentadas sobre um fundo verde. Após o nome de cada sessão encontra-se um código que identifica a faixa no texto: F1 para Faixa 1, F2 para Faixa 2 e F3 para a Faixa 3.
O calendário de sessões numa conferência de tecnologia está organizado em três faixas. Junto ao título de cada sessão encontra-se um ícone a cores que identifica a que faixa corresponde: ícones azuis identificam a Faixa 1, ícones amarelos identificam a Faixa 2 e ícones verdes identificam a Faixa 3. Cada ícone está associado a uma leitura alternativa em texto com o título "Faixa 1", "Faixa 2" ou "Faixa 3", conforme adequado.
Um formulário inclui vários campos obrigatórios. As etiquetas para os campos obrigatórios são apresentadas a vermelho. Além disso, no final de cada etiqueta existe um asterisco, *. As instruções para se preencher o formulário indicam que "todos os campos obrigatórios são apresentados a vermelho e assinalados com um asterisco *", seguido de um exemplo.
Nota: Nem todos os leitores de ecrã lêem os asteriscos (em todos os modos de leitura) e pode ser difícil para os utilizadores com baixa visão, visto que os asteriscos são apresentados num tamanho mais pequeno do que o texto predefinido. É importante que os autores incluam texto a informar que o asterisco é utilizado, e considerem aumentar o tamanho do asterisco apresentado.
Uma candidatura online a um empréstimo explica que os botões verdes avançam no processo e os botões vermelhos cancelam o processo. Um formulário inclui um botão verde que contém o texto Avançar. As instruções indicam "Pressione o botão Avançar para submeter os seus resultados e prosseguir para o passo seguinte".
Não existem recursos disponíveis para esta técnica.
Para cada item em que são utilizadas cores diferentes para transmitir informação.
Verifique se a informação transmitida está também disponível em texto e se o texto não é conteúdo limitado.
A verificação 1 é verdadeira.
Aplica-se a qualquer tecnologia.
Esta técnica está relacionada com:
O objectivo de se testar se os limites de flash universal e flash vermelho são violados é permitir que as pessoas que sofrem ataques epilépticos devido a fotossensibilidade visualizem sítios da Web sem encontrarem conteúdos que possam provocar um ataque epiléptico. Os avisos podem ser fornecidos, mas as pessoas podem não os ver, e as crianças podem nem conseguir lê-los ou compreendê-los. Com esta técnica, todo o conteúdo é verificado e, caso viole os limites de flash universal e flash vermelho, não é incluído no sítio da Web ou é modificado para que não viole os referidos limites.
Nota 1: Existem alguns testes simples que podem ser executados para determinados tipos de modo flash simples. Por exemplo:
Se o conteúdo tiver 3 flashes ou menos no período de um segundo, então pode-se utilizar o teste simples apresentado na técnica G19: Garantir que nenhum componente do conteúdo tenha mais de três flashes no período de um segundo .
Se o conteúdo tiver flashes em apenas uma área do ecrã de cada vez, e for bastante pequeno, então pode-se utilizar o teste simples apresentado na técnica G176: Manter a área de flashes suficientemente pequena .
Nota 2: Para os restantes tipos, é necessária uma ferramenta para identificar todos os factores e aplicá-los ao vídeo de forma contínua.
Uma animação de uma tempestade acompanhada de trovoada apresenta seis clarões de relâmpagos. Os clarões são de tal modo rápidos e de grandes dimensões que o limite de flash universal é violado quando é testado com uma ferramenta de análise de flash. A animação é modificada para criar uma pausa breve após cada par de clarões de relâmpagos. Depois de as alterações serem feitas, a animação não viola o limite de flash universal.
Os recursos são indicados apenas a título informativo, não implica que tenham sido aprovados
Verifique se o conteúdo não viola o limite de flash universal e/ou flash vermelho.
Utilize uma ferramenta para verificar se o Flash Universal e o Flash Vermelho foram excedidos.
A verificação 1 é verdadeira.
Qualquer tecnologia que produza saída de dados visuais.
Esta técnica está relacionada com:
O objectivo desta técnica é garantir que os utilizadores possam ler o texto apresentado sobre um plano de fundo. Esta técnica excede a relação de contraste de 4.5:1 para fornecer um valor de contraste mais elevado, de forma a facilitar a leitura a pessoas com baixa visão.
Se o fundo for de uma só cor (todo preto ou todo branco), então a relação de contraste do texto pode ser mantida, garantindo que cada letra do texto tem uma relação de contraste de 7:1 com o fundo.
Se o fundo ou as letras variarem em luminescência relativa (ou tiverem um padrão), então o fundo em torno das letras pode ser escolhido ou escurecido, para que as letras mantenham uma relação de contraste de 7:1 com o respectivo fundo, mesmo se não tiverem essa relação de contraste com o restante fundo.
A relação de contraste pode, por vezes, ser mantida, alterando a luminescência relativa das letras à medida que a luminescência relativa do fundo se altera na página.
Outro método é fornecer uma auréola em torno do texto, com a relação de contraste necessária se a imagem ou cor de fundo não forem suficientemente diferentes em termos de luminescência relativa.
É escolhido um fundo preto para que possam ser utilizadas letras em cores claras, compatíveis com o logótipo da empresa.
O texto é colocado sobre uma imagem do campus universitário. Visto que a imagem tem uma grande variedade de cores e partes escuras, a área por detrás do texto tem uma tonalidade branca para que a imagem fique muito esbatida, e a parte mais escura seja suficientemente clara para manter uma relação de contraste de 7:1 com o texto preto escrito sobre a imagem.
Os recursos são indicados apenas a título informativo, não implica que tenham sido aprovados.
Meça a luminescência relativa de cada letra (a não ser que sejam todas uniformes) utilizando a fórmula:
L = 0,2126 * R + 0,7152 * G + 0,0722 * B em que R, G e B são definidos como:
se RsRGB <= 0,03928 então R = RsRGB/12,92 ou R = ((RsRGB+0,055)/1,055) ^ 2,4
se GsRGB <= 0,03928 então G = GsRGB/12,92 ou G = ((GsRGB+0,055)/1,055) ^ 2,4
se BsRGB <= 0,03928 então B = BsRGB/12,92 ou B = ((BsRGB+0,055)/1,055) ^ 2,4
e RsRGB, GsRGB, e BsRGB são definidos como:
RsRGB = R8bit/255
GsRGB = G8bit/255
BsRGB = B8bit/255
O caracter "^" é o operador de exponenciação.
Nota: Para letras pixelizadas, utilize o valor de luminescência relativa que se encontra dois pixéis para dentro a partir do limite da letra.
Meça a luminescência relativa dos pixéis do plano de fundo imediatamente junto à letra, utilizando a mesma fórmula.
Calcule a relação de contraste utilizando a seguinte fórmula.
(L1 + 0,05) / (L2 + 0,05), em que
L1 corresponde à luminescência relativa da cor mais clara de todas em primeiro plano e em plano de fundo, e
L2 corresponde à luminescência relativa da cor mais escura de todas em primeiro plano e em plano de fundo.
Verifique se a relação de contraste é igual ou superior a 7:1
A verificação 4 é verdadeira.
Qualquer tecnologia que produza saída de dados visuais.
Esta técnica está relacionada com:
O objectivo desta técnica é garantir que os utilizadores possam ler o texto apresentado sobre um plano de fundo. Para o Critério de Sucesso 1.4.3, esta técnica descreve a relação de contraste mínima para texto com um tamanho inferior a 18 (se não estiver a negrito) e inferior a 14 (se estiver a negrito). Para o Critério de Sucesso 1.4.5, esta técnica fornece uma relação de contraste de 7:1 mais flexível para texto com, no mínimo, um tamanho 18 (se não estiver a negrito) ou, no mínimo, 14 (se estiver a negrito).
Se o fundo for de uma cor só (todo preto ou todo branco), então a luminescência relativa do texto pode ser mantida, garantindo que cada letra do texto tem uma relação de contraste de 4.5:1 com o fundo.
Se o fundo ou as letras variarem em luminescência relativa (ou tiverem um padrão), então o fundo em torno das letras pode ser escolhido ou escurecido, para que as letras mantenham uma relação de contraste de 4.5:1 com o respectivo fundo, mesmo se não tiverem essa relação de contraste com o restante fundo.
A relação de contraste pode, por vezes, ser mantida, alterando a luminescência relativa das letras à medida que a luminescência relativa do fundo se altera na página.
Outro método é fornecer uma auréola em torno do texto, com a relação de contraste necessária se a imagem ou cor de fundo não forem suficientemente diferentes em termos de luminescência relativa.
É escolhido um fundo preto para que possam ser utilizadas letras em cores claras, compatíveis com o logótipo da empresa.
O texto é colocado sobre uma imagem do campus universitário. Visto que a imagem tem uma grande variedade de cores e partes escuras, a área por detrás do texto tem uma tonalidade branca para que a imagem fique muito esbatida, e a parte mais escura seja suficientemente clara para manter uma relação de contraste de 4.5:1 com o texto preto escrito sobre a imagem.
Consulte também as amostras de contraste nos recursos relacionados.
Os recursos são indicados apenas a título informativo, não implica que tenham sido aprovados
(actualmente, não existe nenhuma indicada)
Meça a luminescência relativa de cada letra (a não ser que sejam todas uniformes) utilizando a fórmula:
L = 0,2126 * R + 0,7152 * G + 0,0722 * B em que R, G e B são definidos como:
se RsRGB <= 0,03928 então R = RsRGB/12,92 ou R = ((RsRGB+0,055)/1,055) ^ 2.4
se GsRGB <= 0,03928 então G = GsRGB/12,92 ou G = ((GsRGB+0,055)/1,055) ^ 2.4
se BsRGB <= 0,03928 então B = BsRGB/12,92 ou B = ((BsRGB+0,055)/1,055) ^ 2.4
e RsRGB, GsRGB, e BsRGB são definidos como:
RsRGB = R8bit/255
GsRGB = G8bit/255
BsRGB = B8bit/255
O caracter "^" é o operador de exponenciação.
Nota: Para letras pixelizadas, utilize o valor de luminescência relativa que se encontra dois pixéis para dentro a partir do limite da letra.
Meça a luminescência relativa dos pixéis do plano de fundo imediatamente junto à letra, utilizando a mesma fórmula.
Calcule a relação de contraste utilizando a seguinte fórmula.
(L1 + 0,05) / (L2 + 0,05), em que
L1 corresponde à luminescência relativa da cor mais clara de todas em primeiro plano e em plano de fundo, e
L2 corresponde à luminescência relativa da cor mais escura de todas em primeiro plano e em plano de fundo.
Verifique se a relação de contraste é igual ou superior a 4.5:1.
A verificação 4 é verdadeira.
Aplica-se a qualquer tecnologia.
Esta técnica está relacionada com:
O objectivo desta técnica é evitar flashes a níveis conhecidos por causar ataques epilépticos se os flashes forem brilhantes e grandes o suficiente. Visto que alguns utilizadores podem utilizar ampliadores de ecrã, esta técnica limita o modo flash de conteúdo de qualquer tamanho para um número máximo de três flashes num período de um segundo.
Nota 1: Esta técnica é mais rigorosa que o Critério de Sucesso de Nível 1, mas é mais fácil de testar e pode ser utilizada para cumprir o Critério de Sucesso de Nível 1, uma vez que todos os limites de falhas no Critério de Sucesso de Nível 1 envolvem 3,5 flashes ou mais no período de um segundo. A maioria dos conteúdos não tem flashes e mesmo o conteúdo em modo intermitente não apresenta uma intermitência tão rápida, excepto em ocasiões raras. Desta forma, para evitar testes mais complexos especificados pelo Critério de Sucesso, pode-se seguir esta técnica para garantir que o conteúdo tenha apenas um, dois ou, no máximo, três flashes no período de um segundo.
Nota 2: Em relação a 3,5 Flashes: Se existirem sete transições do escuro para o claro ou do claro para o escuro, serão 3,5 flashes, o que é mais do que os três flashes permitidos (seis transições).
Exemplos de 3,5 flashes ou sete transições:
INICIAR ESCURO-CLARO-ESCURO-CLARO-ESCURO-CLARO-ESCURO-CLARO ou
INICIAR CLARO-ESCURO-CLARO-ESCURO-CLARO-ESCURO-CLARO-ESCURO.
O conteúdo tem clarões de relâmpagos. O conteúdo é criado de modo a que os relâmpagos tenham apenas dois ou três flashes sem qualquer pausa.
Os recursos são indicados apenas a título informativo, não implica que tenham sido aprovados
Verifique se não existem mais de três flashes no período de um segundo.
Se existirem três flashes, verifique se o estado Claro/Escuro no final do período de um segundo é o mesmo que no início.
O Passo 1 e o Passo 2 são verdadeiros.
Todas as tecnologias que suportem um funcionamento interactivo.
Esta técnica está relacionada com:
O objectivo desta técnica é garantir que os utilizadores de teclado não fiquem bloqueados numa subsecção do conteúdo, da qual só podem sair utilizando um rato ou dispositivo apontador. Um exemplo comum é o conteúdo apresentado utilizando plug-ins. Os plug-ins são agentes de utilizador que apresentam o conteúdo na janela anfitriã do agente de utilizador, e respondem a todas as acções do utilizador que ocorrem enquanto o plug-in recebe o foco. Se o plug-in não fornecer um mecanismo no teclado para devolver o foco à janela principal, os utilizadores que dependem do teclado podem ficar bloqueados no conteúdo do plug-in.
Este problema pode ser evitado utilizando um dos seguintes mecanismos, para fornecer aos utilizadores uma forma de saírem da subsecção do conteúdo:
Garantir que a função de teclado para mover o foco no conteúdo (normalmente a tecla de tabulação) sai da subsecção do conteúdo ao chegar ao local de destino.
Fornecer uma função de teclado para tirar o foco da subsecção de conteúdo. Certifique-se de que a funcionalidade está documentada de forma acessível na subsecção.
Se a tecnologia utilizada na subsecção do conteúdo fornecer, de origem, um comando de teclado "mover para elemento principal", documente o comando antes de o utilizador aceder ao plug-in, para que o utilizador saiba como sair de novo.
Se o autor utilizar uma tecnologia que permita aos utilizadores aceder ao subconteúdo através do teclado e, por predefinição, não permita que saiam do subconteúdo através do teclado (i.e., não é uma funcionalidade da tecnologia de conteúdo da Web nem dos seus agentes de utilizador), então, para implementar esta técnica, o autor terá de criar essa capacidade no conteúdo ou então não utilizar a tecnologia.
Assim que um utilizador utilizar a tecla de tabulação para aceder a uma applet, esta apresenta mais separadores impedindo que a pessoa utilize a tabulação para sair desse estado. Contudo, a applet é criada para devolver o foco do teclado à janela principal quando a pessoa termina de percorrer a tabulação através da sequência de tabulação na applet.
Uma página que inclui conteúdo que não é suportado por acessibilidade inclui instruções sobre como mover o foco de novo para o conteúdo suportado por acessibilidade através do teclado. As instruções precedem o conteúdo não suportado por acessibilidade.
A informação de ajuda disponível para o conteúdo que não é suportado por acessibilidade mostra como mover o foco de novo para o conteúdo suportado por acessibilidade através do teclado, e a informação de ajuda pode ser acedida através do teclado.
A informação de ajuda disponível para a página Web mostra como mover o foco do conteúdo que não é suportado por acessibilidade para o conteúdo suportado por acessibilidade através do teclado, e a informação de ajuda pode ser acedida através do teclado.
Não existem recursos disponíveis para esta técnica.
(actualmente, não existe nenhuma indicada)
Utilize a tecla de tabulação para percorrer o conteúdo do início ao fim.
Verifique se o foco do teclado está bloqueado num conteúdo, de uma forma que a pessoa não possa sair de qualquer parte do conteúdo e continuar a percorrer o resto do conteúdo.
A verificação 2 é falsa.
Todas as tecnologias que incluam links.
Esta técnica está relacionada com:
O JAWS 5.0 ou posterior incluem as seguintes combinações de tecla:
alt+Seta para a Esquerda: ler frase anterior
alt+Seta para a Direita: ler frase seguinte
alt+NumPad 5: ler frase actual
Ctrl+NumPad5: ler parágrafo actual
O Window-Eyes 5.5 inclui teclas de atalho para ler a frase e o parágrafo actuais.
Para navegar na Internet com o WindowEyes, tem de estar em modo de procura. As teclas de atalho para a frase e o parágrafo actuais não funcionam em modo de procura na versão 6.1.
As predefinições de origem para ler o contexto do link adjacente são as seguintes:
Definições para computadores de secretária:
Caracter = CTRL-NUMPAD-SETA PARA A ESQUERDA
Palavra = CTRL-NUMPAD-SETA PARA A DIREITA
Linha = CTRL-NUMPAD-CENTRO
Frase = Não disponível em modo de procura
Por predifnição, o comando Frase Seguinte não está definido no modo de Computador de Secretária, mas para a "linha seguinte" é a Seta PARA BAIXO.)
Parágrafo Seguinte = P
Parágrafo Anterior = Shift P
Parágrafo Actual = Não disponível em modo de procura
Computador portátil
Caracter = ALT-SHIFT-INFERIOR A
Palavra Anterior = ALT-SHIFT-J
Palavra = ALT-SHIFT-K
Palavra Seguinte = ALT-SHIFT-L
Palavra Anterior = ALT-SHIFT-7
Frase = Não disponível em modo de procura
Frase Seguinte = Não disponível em modo de procura
Parágrafo = Por predefinição, não definido para Computador Portátil
Linha Anterior = ALT-SHIFT-U
Linha = ALT-SHIFT-I
Linha Seguinte = ALT-SHIFT-O
A finalidade desta técnica é identificar a finalidade de um link a partir do link e do contexto da respectiva frase. A frase com o respectivo link fornece o contexto para um link, que seria, de outra forma, pouco claro. A descrição permite ao utilizador distinguir este link de outros na página Web que conduzem a outros destinos e ajuda o utilizador a determinar se pretende aceder ao link. De salientar que fornecer simplesmente o URI do destino não é, regra geral, suficientemente descritivo.
Nota: Estas descrições são muito úteis para o utilizador se a informação adicional necessária para compreender o link preceder o mesmo. Se a informação adicional se encontrar após o link, pode causar confusão e dificuldade aos utilizadores de leitores de ecrã que lêem a página por ordem (de cima para baixo).
Uma página Web contém a frase "Para anunciar nesta página, clique aqui."
Embora a frase do link "clique aqui" não seja suficiente para compreender o link, a informação necessária precede o mesmo, na mesma frase.
Uma página Web contém a frase "Os primeiros Puritanos ingleses chegaram à América a bordo do Mayflower".
No resumo informativo que contém a frase "O Smallville Times informa que o calendário escolar para 2007 escolhido pelo Conselho Directivo terá início em 27 de Agosto", as palavras "informa que" são o link para aceder ao artigo, no Smallville Times, sobre a reunião do Conselho Directivo.
Nota: Embora este exemplo cumpra o Critério de Sucesso, ao apresentar a informação necessária para compreender o link após o mesmo, torna o processo incómodo para os utilizadores que lêem o documento com o auxílio de um leitor de ecrã.
Não existem recursos disponíveis para esta técnica.
Para cada link no conteúdo que utilize esta técnica:
Verifique se o link faz parte de uma frase.
Verifique se o texto do link em conjunto com o texto da respectiva frase descreve a finalidade do link.
As verificações acima são verdadeiras.
Aplica-se a todas as tecnologias que apresentem informação multimédia sincronizada.
Esta técnica está relacionada com:
O objectivo desta técnica é permitir que os utilizadores que não conseguem ouvir ou ler o texto rapidamente possam aceder a material em multimédia sincronizada.
Para as pessoas que comunicam essencialmente em língua gestual, existem vezes em que não é preferível e outras em que não é possível lerem e compreenderem o texto à velocidade a que é apresentado em legendas. Para estas pessoas é importante fornecer uma apresentação em língua gestual das informações de áudio.
Uma forma universalmente compatível de o fazer é simplesmente incluir um vídeo do intérprete de língua gestual na sequência de vídeo. A desvantagem é que fornece uma imagem com uma resolução mais baixa, que não pode ser facilmente ampliada sem ampliar toda a imagem.
Nota 1: Se a sequência de vídeo for muito curta, o intérprete de língua gestual será indiscernível. Quando criar uma sequência de vídeo que inclua um vídeo de um intérprete de língua gestual, certifique-se de que existe um mecanismo para reproduzir a sequência de vídeo no ecrã inteiro na tecnologia de conteúdo suportada por acessibilidade. Caso contrário, certifique-se de que a parte do vídeo que contém o intérprete é ajustável ao tamanho respectivo se a sequência de vídeo completa fosse apresentada no ecrã inteiro.
Nota 2: Uma vez que a língua gestual não é, normalmente, uma versão com gestos da língua escrita, o autor tem de escolher que língua gestual deve incluir. Normalmente, será utilizada a língua gestual do público principal. Se se destinar a vários públicos, podem ser utilizadas várias línguas. Para obter informações sobre várias línguas gestuais, consulte a técnica de tipo aconselhada.
Exemplo 1: Uma estação de televisão apresenta um intérprete de língua gestual no canto do vídeo de informação online.
Os recursos são indicados apenas a título informativo, não implica que tenham sido aprovados.
Directrizes para a Produção de Livros de Língua Gestual
"A Apresentação de Língua Gestual" (página em inglês) fornece uma extensa descrição geral das questões a ter em consideração ao filmar intérpretes de língua gestual. Inclui o tema sobre a interpretação em língua gestual dos originais falados e escritos.
As técnicas de filmagem são apresentadas no capítulo 12, “Filmar os Intérpretes".
As informações úteis sobre como apresentar o intérprete de língua gestual em relação ao conteúdo em multimédia sincronizada original são fornecidas no capítulo 13, "Edição" (página em inglês)
Nota: Estas técnicas podem precisar de ser adaptadas para apresentação baseada na Web.
Peça a uma pessoa que consiga ouvir e que esteja familiarizada com a língua gestual que está a ser utilizada para ver o programa.
Verifique se existe um intérprete de língua gestual no ecrã.
Verifique se o diálogo e os sons importantes estão a ser transmitidos pelo intérprete visível no ecrã.
As verificações 2 e 3 são verdadeiras.
Todas as tecnologias que incluam links.
Esta técnica está relacionada com:
O objectivo desta técnica é disponibilizar a definição de uma palavra, frase ou abreviatura fornecendo a definição, na mesma página Web ou numa página Web diferente, e criando um link entre o item e a respectiva definição.
Os links são uma opção eficaz para se aceder à definição de uma palavra, frase ou abreviatura. O utilizador pode utilizar o link para localizar a definição rápida e facilmente e, em seguida, voltar à sua posição anterior no conteúdo através do botão Retroceder do agente de utilizador.
Os termos técnicos e abreviaturas num artigo sobre lesões no desporto estão associados, através de um link, a definições num dicionário médico.
Um manual contém um glossário com os novos termos apresentados em cada capítulo. A primeira ocorrência de cada um destes termos inclui um link para aceder à respectiva definição no glossário.
É fornecido um glossário geral de abreviaturas. Todas as ocorrências de abreviaturas incluem um link para aceder directamente à definição correcta nesse glossário.
O termo jargão inclui um link para aceder à respectiva definição no Glossário das WCAG2.
O termo "modulo" é jargão utilizado em conteúdo da Web relacionado com matemática. Está disponível uma definição de "modulo" na página Web. Cada ocorrência do termo "modulo" inclui um link para aceder à respectiva definição.
Uma expressão idiomática em japonês contém um link para aceder à respectiva definição. Este exemplo inclui um link na página para aceder à definição de uma expressão idiomática.
Código Exemplo:
<p>....<a href="#definition">さじを投げる</a>....</p>
<h3>脚注:</h3>
<dl>
<dt id="definition" name="definition">さじを投げる</dt>
<dd>どうすることもできなくなり、あきらめること。</dd>
</dl>
Não existem recursos disponíveis para esta técnica.
Para cada palavra, frase ou abreviatura a ser definida:
Verifique se, no mínimo, a primeira ocorrência do item é um link.
Verifique se cada link conduz à definição do item.
As verificações 1 e 2 são verdadeiras.
Qualquer tecnologia.
Esta técnica está relacionada com:
O objectivo desta técnica é permitir aos autores incluírem som por detrás da fala sem dificultar a compreensão da mesma para as pessoas com problemas de audição. Garantir que a fala em primeiro plano está 20 db acima do som de fundo torna a fala 4 vezes mais alta do que o som de fundo. Para mais informações sobre Decibéis (dB), consulte Sobre Decibéis(página em inglês).
O narrador descreve o motim. O volume do som do motim é ajustado, de modo a ficar 20 db a menos do volume da voz do locutor, antes de o cenário do motim se misturar com a voz do narrador.
Este exemplo apresenta uma voz com música a tocar em plano de fundo, em que a voz está 20 dB acima do som de fundo. A voz (em primeiro plano) está gravada a 17,52 decibéis (valor médio quadrático - RMS) e a música (som de fundo) está a 37,52 decibéis, o que faz com que o som do primeiro plano esteja 20 decibéis acima do som de fundo.
Exemplo de Áudio: O primeiro plano está 20 decibéis acima do som de fundo (mp3)
Transcrição do exemplo de áudio (bom contraste):
"Normalmente, o primeiro plano refere-se a uma voz que fala e que deve ser compreendida. Neste preciso momento, a minha voz está 20 decibéis acima do som de fundo, que é a música. Este é um exemplo de como deve ser feito".
O exemplo de áudio acima é apresentado visualmente abaixo numa fotografia do ficheiro num editor de áudio. A secção que contém som em primeiro plano e em plano de fundo está realçada. O comprimento da onda é maior do que a secção que contém apenas som de fundo.
Este exemplo apresenta uma voz com música a tocar em plano de fundo, em que a voz não está 20 dB acima do som de fundo. A voz (em primeiro plano) está a 18 decibéis e a música (som de fundo) está a cerca de 16 decibéis, fazendo com que o primeiro plano esteja apenas 2 decibéis mais alto do que o som de fundo.
Exemplo de Áudio: O som em primeiro plano está menos de 20 decibéis acima do som de fundo (mp3)
Transcrição de um exemplo de áudio (mau contraste):
"Este é um exemplo de uma voz que não está suficientemente alta em relação ao som de fundo. A voz, em primeiro plano, está apenas cerca de 2 decibéis acima do som de fundo. Desta forma, é difícil de compreender por uma pessoa que tenha dificuldades de audição. É difícil discernir uma palavra de outra. Este é um exemplo do que não se deve fazer."
A secção realçada contém som em primeiro plano e em plano de fundo. A onda tem praticamente o mesmo comprimento da secção que contém apenas som de fundo, o que significa que o som de fundo é demasiado alto comparado com a voz em primeiro plano.
Os recursos são indicados apenas a título informativo, não implica que tenham sido aprovados
Sobre Decibéis (página em inglês), por Gregg Vanderheiden
Lição prática sobre a criação de contraste de áudio (página em inglês)
Localize os valores mais altos do conteúdo em plano de fundo entre a fala em primeiro plano.
Meça o volume em dB(A) SPL.
Meça o volume da fala em primeiro plano em dB(A) SPL.
Subtraia os valores.
Verifique se o resultado é 20 ou mais.
A verificação 5 é verdadeira.
Todas as tecnologias.
Esta técnica está relacionada com:
O objectivo desta técnica é garantir que a ordem do conteúdo apresentado às tecnologias de apoio permite ao utilizador compreender o conteúdo. Algumas técnicas permitem que o conteúdo seja apresentado visualmente numa sequência com significação, mesmo se a ordem subjacente do conteúdo for confusa.
Por exemplo, ao combinar idiomas com uma diferente direcção em HTML, o algoritmo bidireccional pode colocar a pontuação no local errado. O conteúdo ordenado correctamente mantém a pontuação na sequência correcta do conteúdo e utiliza a marcação para substituir o algoritmo bidireccional, em vez de mover a pontuação da sequência do conteúdo para que a apresentação predefinida a coloque correctamente.
Quando apresentados visualmente, os caracteres de espaço em branco, tais como espaço ou tabulação, podem não parecer fazer parte do conteúdo. Contudo, quando inseridos no conteúdo para controlar a formatação visual, podem interferir com o significado do conteúdo.
Numa granulosidade maior, o controlo da colocação de blocos de conteúdo num documento em HTML utilizando tabelas de esquema pode produzir uma apresentação, na qual as informações relacionadas são posicionadas juntas visualmente, mas separadas na sequência do conteúdo. Uma vez que as tabelas de esquema são lidas linha a linha, se a legenda de uma ilustração for colocada na linha a seguir à ilustração, poderá ser impossível associar a legenda à imagem.
Uma página Web da exposição de um museu contém uma barra de navegação com uma longa lista de links. A página também contém uma imagem de um dos quadros da exposição, um título para o quadro e uma descrição detalhada do quadro. Os links na barra de navegação formam uma sequência com significação. O título, a imagem e o texto da descrição também formam uma sequência com significação. O CSS é utilizado para posicionar os elementos na página.
Código Exemplo:
Markup:
<h1>My Museum Page</h1>
<ul id="nav">
<li><a href="#">Link 1</a></li>
...
<li><a href="#">Link 10</a></li>
</ul>
<div id="description">
<h2>Mona Lisa</h2>
<p>
<img src="img.png" alt="Mona Lisa">
</p>
<p>...detailed description of the picture...</p>
</div>
CSS:
ul#nav
{
float: left;
width: 9em;
list-style-type: none;
margin: 0;
padding: 0.5em;
color: #fff;
background-color: #063;
}
ul#nav a
{
display: block;
width: 100%;
text-decoration: none;
color: #fff;
background-color: #063;
}
div#description
{
margin-left: 11em;
}
Não existem recursos disponíveis para esta técnica.
Torne o conteúdo linear utilizando uma abordagem normal para a tecnologia (por ex., removendo estilos de disposição ou executando uma ferramenta de linearização)
Verifique se a ordem do conteúdo produz o mesmo significado do original
O passo 2 é verdadeiro.
Esta técnica não é específica da tecnologia e pode ser utilizada em qualquer tecnologia que suporte links.
Esta técnica está relacionada com:
Com esta técnica, é fornecido um link para o documento agrupado de legendas e áudio-descrição. O documento agrupado pode estar noutra localização na mesma página Web ou noutro URI. Um link para o documento agrupado está imediatamente adjacente ao conteúdo não textual. O link pode estar imediatamente antes ou depois do conteúdo em multimédia sincronizada. Se o documento agrupado estiver na mesma página Web de outro conteúdo, coloque "Fim de documento" no fim para o utilizador saber quando deve parar de ler e regressar ao local anterior. Se um botão "Retroceder" não encaminhar a pessoa para a sua localização original, será fornecido um link para voltar à localização do conteúdo não textual.
Código numa página denominada "Olympic_Sports.htm"
Código Exemplo:
<a name="Olympic_Wrestling"></a>
<p><a href="http://www.example.com/movies/olympic_wrestling.mov">Olympic Wrestling movie</a>,
<a href="http://www.example.com/transcripts/olympic_wrestling_transcript.htm>Olympic
Wrestling collated Transcript</a></p>
Código na página olympic_wrestling_transcript.htm
Código Exemplo:
<p>Sports announcer 1: This is a great battle tonight between England's "Will Johnson" and
"Theodore Derringo" from Argentina</p>
<p>Scenery: There is a mat set out in the middle of the stadium with 500 people in the
stands...</p>
<p> ...more dialogue ...<p>
<p> ...more scenery...</p>
<p> ...etc...</p>
<p>Sports announcer 2: And that is all for tonight, thank you for joining us tonight where
Will Johnson is the new Gold Medalist.
<a href="../movies/Olympic_Sports.htm#Olympic_Wrestling>Return to Movie page</a> </p>
Não existem recursos disponíveis para esta técnica.
Verifique se existe um link imediatamente antes ou depois do conteúdo não textual.
Verifique se existe um link válido que aponte directamente para o documento agrupado desta multimédia sincronizada específica.
Verifique se existe um link ou uma função de retrocesso disponíveis para encaminhar o utilizador para a localização original do conteúdo em multimédia sincronizada.
Todos os passos acima são verdadeiros.
Todas as tecnologias que contêm elementos interactivos e predefinem uma ordem de tabulação para elementos interactivos.
Esta técnica está relacionada com:
O objectivo desta técnica é garantir que os elementos interactivos recebem foco numa ordem que siga as sequências e relações existentes no conteúdo. Ao conceber o conteúdo, os elementos interactivos, tais como links e controlos de formulário, são colocados no conteúdo para que a ordem de tabulação predefinida siga as sequências e relações existentes no conteúdo. Cada tecnologia predefine a sua ordem de tabulação, como tal o mecanismo para colocar os controlos no conteúdo dependerá da tecnologia utilizada.
Como exemplo, em HTML, a ordem de foco predefinida segue a ordem na qual os elementos aparecem na origem do conteúdo. Quando a ordem da origem HTML corresponde à ordem visual da página Web, a utilização da tecla de tabulação para percorrer o conteúdo permite seguir o esquema visual do conteúdo. Quando a ordem de origem não corresponde à ordem visual, a ordem de tabulação através do conteúdo tem de reflectir as relações lógicas existentes no conteúdo que são apresentadas visualmente.
Um formulário contém dois campos de entrada de texto que têm de ser preenchidos de forma consecutiva. O primeiro campo de entrada de texto é colocado em primeiro lugar no conteúdo, o segundo campo de entrada de texto é colocado em segundo lugar.
Um formulário contém duas secções de informação lado a lado. Uma secção contém informações sobre um candidato; a outra secção contém informações sobre a esposa do candidato. Todos os elementos interactivos na secção do candidato recebem foco antes de qualquer um dos elementos na secção da esposa. Os elementos de cada secção recebem foco na ordem de leitura dessa secção.
Não existem recursos disponíveis para esta técnica.
Determine a ordem dos elementos interactivos existentes no conteúdo.
Determine a ordem lógica dos elementos interactivos.
Verifique se a ordem dos elementos interactivos existentes no conteúdo é igual à ordem lógica.
O passo 3 é verdadeiro.
Aplica-se a todas as tecnologias, excepto as que necessitam de interacção de voz.
Esta técnica está relacionada com:
A finalidade desta técnica é permitir que os autores reproduzam um som na sua página Web, mas evitar o problema de os utilizadores não conseguirem utilizar os seus leitores de ecrã devido a interferência do som do conteúdo. Também permite que o autor evite a colocação de controlos na página Web para controlar o som - e o problema com que se deparam os utilizadores de leitores de ecrã para encontrar o controlo (quando não é possível ouvir o leitor de ecrã).
A técnica é simples. O som toca durante 3 ou menos segundos e pára automaticamente.
Exemplo 1: Uma página Web abre com um toque de trombetas e, em seguida, fica em silêncio.
Exemplo 2: Uma página inicial abre com o presidente a dizer, "Binfor, onde a qualidade é o nosso negócio." e, em seguida, fica em silêncio.
Exemplo 3: Uma página Web abre com instruções sobre como começar: "Para começar, pressione a tecla Enter."
Exemplo 4: Uma página Web abre com um aviso e, em seguida, fica em silêncio.
Os recursos são indicados apenas a título informativo, não implica que tenham sido aprovados.
(nenhum)
Carregue a página Web.
Verifique se todos os sons que tocam automaticamente param em 3 segundos ou menos.
O passo 2 é verdadeiro.
Todas as tecnologias.
Esta técnica está relacionada com:
O objectivo desta técnica é tornar o conteúdo mais fácil de utilizar, tornando mais previsível a colocação de componentes repetidos. Esta técnica ajuda a manter uma apresentação ou disposição consistentes entre páginas Web, apresentando os componentes que se repetem nestas unidades da Web pela mesma ordem relativa sempre que são apresentados. Podem ser inseridos outros componentes entre eles, mas a sua ordem relativa não é alterada.
Esta técnica também se aplica a componentes de navegação repetidos. As páginas Web contêm frequentemente um menu de navegação ou outro componente de navegação que permite ao utilizador passar para outras páginas Web. Esta técnica torna a colocação de componentes de navegação mais previsível, apresentando os links ou as referências programáticas dentro de um componente de navegação pela mesma ordem sempre que um componente de navegação é repetido. Podem ser removidos ou inseridos outros links entre os existentes, por exemplo, para permitir a navegação dentro de uma subsecção de um conjunto de páginas Web, mas a ordem relativa não é alterada.
Um sítio da Web tem um logótipo, um título, um formulário de procura e uma barra de navegação no topo de cada página; estes aparecem pela mesma ordem relativa em cada página em que se repetem. Numa página falta o formulário de procura, mas os restantes itens continuam na mesma ordem.
Um sítio da Web tem um menu de navegação no lado esquerdo com links para as secções mais importantes do sítio da Web. Quando o utilizador segue um link para outra secção do sítio da Web, os links para as secções mais importantes aparecem pela mesma ordem relativa na página seguinte. Por vezes, são retirados links e adicionados outros, mas os restantes links permanecem sempre na mesma ordem relativa. Por exemplo, num sítio da Web de uma empresa que vende produtos e oferece formação, quando um utilizador se desloca da secção dos produtos para a secção da formação, os links para cada um dos produtos são removidos da lista de navegação, enquanto os links para as ofertas de formação são adicionados.
Os recursos são indicados apenas a título informativo, não implica que tenham sido aprovados.
Indique os componentes que se repetem em cada página Web num conjunto de páginas Web (por exemplo, em cada página de um sítio da Web).
Para cada componente, verifique se é apresentado pela mesma ordem relativa no que respeita a outros componentes repetidos em cada página Web em que aparece.
Para cada componente de navegação, verifique se os links ou as referências programáticas são sempre apresentados pela mesma ordem relativa.
O passo 2 é verdadeiro.
O passo 3 é verdadeiro.
Todas as tecnologias que contenham texto.
Esta técnica está relacionada com:
O objectivo desta técnica é disponibilizar a definição de uma palavra, frase ou abreviatura, fornecendo a definição num glossário. Um glossário é uma lista de palavras, frases e abreviaturas por ordem alfabética com as respectivas definições. Os glossários são oportunos quando as palavras, frases e abreviaturas utilizadas no conteúdo estão relacionadas com uma matéria ou área de tecnologia específicas. Um glossário também pode fornecer a pronúncia de uma palavra ou frase.
O glossário é incluído no final da página Web ou é localizado através de um dos mecanismos para localizar conteúdo num conjunto de páginas Web. (Consulte as Noções sobre o Critério de Sucesso 2.4.5.)
Se o glossário incluir várias definições para a mesma palavra, frase ou abreviatura, o simples fornecimento do glossário não é suficiente para cumprir este Critério de Sucesso. Deve ser utilizada uma técnica diferente para encontrar a definição correcta. Isto é especialmente importante se as utilizações de uma palavra, frase ou abreviatura não forem exclusivas na página Web, ou seja, se diferentes ocorrências do item tiverem diferentes definições.
Os utilizadores de fóruns de chat online criaram vários acrónimos e abreviaturas para aumentar a velocidade das conversas por computador. Por exemplo, LOL refere-se a "laughing out loud" (rir muito alto) e FWIW é a abreviatura de "for what it's worth" (se serve de alguma coisa). O sítio da Web fornece uma página de glossário que apresenta as definições por extenso dos acrónimos e abreviaturas mais utilizados.
Uma página Web sobre teorias matemáticas inclui um glossário dos termos matemáticos, abreviaturas e acrónimos mais utilizados.
Um manual escolar inclui um glossário de novas palavras introduzidas em cada capítulo.
Um texto em holandês utiliza a frase "Hij ging met de kippen op stok" (Deitou-se com as galinhas). O glossário explica que esta frase significa "Hij ging vroeg naar bed" (Foi cedo para a cama).
O romance americano "The Adventures of Huckleberry Finn" (As Aventuras de Huckleberry Finn) inclui várias expressões idiomáticas que eram utilizadas no sudoeste dos Estados Unidos da América nos anos 40 do século XIX. Numa edição online concebida para estudantes, cada expressão idiomática tem um link para um item no glossário.
Não existem recursos disponíveis para esta técnica.
Verifique se
O glossário está incluído na página Web, ou
Está disponível um mecanismo para localizar o glossário.
Verifique se cada palavra, frase ou abreviatura, das quais pretende a definição, se encontra definida no glossário
Verifique se o glossário contém apenas uma definição para cada item.
Os três passos acima são verdadeiros.
Nota: A definição de abreviatura utilizada nas WCAG é: "forma abreviada de uma palavra, frase ou nome, em que a definição por extenso original não tenha sido rejeitada pela organização à qual se refere, e em que a abreviatura não se torna parte da língua."
Todas as tecnologias.
Esta técnica está relacionada com:
Esta é uma de várias técnicas para localizar conteúdo suficiente para abordar o Critério de Sucesso 2.4.5. Um mapa do sítio da Web é uma página Web que fornece links para diferentes secções do sítio da Web. Para disponibilizar este mapa no sítio da Web, é necessário, no mínimo, que todas as páginas indicadas no mapa tenham um link para o mesmo.
O mapa do sítio da Web serve várias finalidades.
Fornece uma descrição geral de todo o sítio da Web.
Ajuda os utilizadores a compreender o conteúdo do sítio da Web e a forma como está organizado.
Oferece uma alternativa a barras de navegação complexas que podem ser diferentes em partes diferentes do sítio da Web.
Existem diferentes tipos de mapas de sítios da Web. O tipo mais simples e mais comum é um plano geral que mostra links para cada secção ou subsítio da Web. As vistas desse plano geral não mostram as relações mais complexas do sítio da Web, tais como links entre páginas em diferentes secções. Para alguns sítios da Web de grandes dimensões, estes mapas utilizam títulos extensíveis que mostram detalhes adicionais sobre cada secção.
Um mapa de sítio da Web descreve o conteúdo e a organização de um sítio da Web. É importante que os mapas sejam actualizados sempre que o sítio da Web é actualizado. Uma página Web que não inclua links para todas as secções de um sítio da Web, que apresente uma organização diferente da organização do sítio da Web, ou que inclua links que já não sejam válidos, não é um mapa de sítio da Web válido.
A Web Accessibility Initiative fornece um mapa de sítio da Web WAI que apresenta diferentes secções do seu sítio da Web. O mapa mostra as diferentes secções do sítio da Web e algumas das subestruturas dessas secções.
O mapa do sítio da Web de uma revista online apresenta todas as secções da revista e as subsecções existentes em cada secção. Também inclui links para Ajuda, Como Contactar-nos, Política de Privacidade, Oportunidades de Emprego, Como Subscrever e a página inicial da revista.
Os recursos são indicados apenas a título informativo, não implica que tenham sido aprovados.
A página Graphic Organizers (página em inglês) no National Center for Accessible Curriculum fornece uma descrição geral útil sobre diferentes tipos de organizadores de gráficos e suas utilizações, mais um resumo do importante estudo sobre a eficácia dos organizadores de gráficos para estudantes com incapacidades de aprendizagem.
Verifique se o sítio da Web contém um mapa.
Verifique se os links do mapa conduzem às secções correspondentes do sítio da Web.
Para cada link do mapa, verifique se a página de destino contém um link para o mapa do sítio da Web.
Para cada página do sítio da Web, verifique se é possível aceder à página seguindo um conjunto de links apresentados no mapa do sítio da Web.
Todas os passos acima são verdadeiros.
Todas as tecnologias.
Esta técnica está relacionada com:
Esta é uma de várias técnicas para localizar conteúdo suficiente para abordar o Critério de Sucesso 2.4.5. Um índice fornece links para secções e subsecções do mesmo documento. As informações no documento estão, normalmente, organizadas de forma hierárquica, e pretendem ser lidas sequencialmente. Tal como podem existir vários livros numa biblioteca, cada um com o seu próprio índice, um sítio da Web pode conter vários documentos, cada um com o seu próprio índice.
O índice serve duas finalidades:
Fornece aos utilizadores uma descrição geral do conteúdo e organização do documento.
Permite aos leitores passar directamente para uma secção específica de um documento online.
Normalmente, o índice inclui apenas as secções mais importantes do documento, embora, em alguns casos, possa ser desejável um índice extensível que forneça uma vista mais detalhada de um documento complexo.
As secções do documento podem estar localizadas na mesma página Web ou divididas em várias páginas Web. Um índice é especialmente útil quando um documento está dividido em várias páginas Web.
Existe uma distinção entre um índice e outros elementos de Navegação, tais como uma Barra de Navegação ou um Mapa do Sítio da Web. Um índice fornece links para secções do mesmo documento. Essas secções podem estar localizadas na mesma página Web ou distribuídas por várias páginas Web, mas juntas fazem uma ideia completa. Para uma melhor compreensão, imagine uma cópia em papel de um livro com secções. Cada secção pertence ao livro. Podem existir vários livros numa biblioteca. Neste exemplo, a "biblioteca" é todo o sítio da Web.
As Directrizes de Acessibilidade para o Conteúdo da Web 2.0 contêm um índice que é uma lista hierárquica de links para as secções e subsecções do documento. A hierarquia do índice reflecte a organização das secções, e cada item do índice é um link que conduz o utilizador directamente para essa secção.
A primeira página de Utilizar Documentos PDF Acessíveis com o Adobe Reader 7.0: Um Manual para Pessoas com Incapacidades (página em inglês) contém um índice que apresenta as secções do manual. A versão em PDF do Manual para Pessoas com Incapacidades contém um índice mais detalhado para todo o documento na página 3.
Não existem recursos disponíveis para esta técnica.
Verifique se existe um índice ou um link para um índice no documento.
Verifique se os valores e a ordem das entradas do índice correspondem aos nomes e à ordem das secções do documento.
Verifique se os links das entradas do índice conduzem às secções correctas do documento.
Todos os passos acima são verdadeiros.
Todas as tecnologias.
Esta técnica está relacionada com:
Um trilho de navegação ajuda o utilizador a visualizar a forma como o conteúdo foi estruturado e como retroceder na navegação para páginas Web anteriores, e pode identificar a localização actual numa série de páginas Web. Um trilho de navegação apresenta localizações no caminho que o utilizador fez para aceder à página Web, ou apresenta a localização da página Web actual na organização do sítio da Web.
Os trilhos de navegação são implementados utilizando links para as páginas Web que foram acedidas no processo de navegação para a página Web actual. São colocadas na mesma localização em cada página Web do conjunto.
Pode ser útil para os utilizadores para separarem itens no trilho de navegação com um separador visível. Os exemplos de separadores incluem ">", "|", "/" e "::".
Um programador navega no sítio da Web de um fabricante de ferramentas de autor para descobrir como criar hiperligações. Os resultados da procura conduzem-no a uma página Web com instruções específicas sobre como criar hiperligações utilizando a ferramenta de autor. Contém os seguintes links para criar um trilho de navegação:
Código Exemplo:
Home :: Developer Center :: How To Center
Neste exemplo, o trilho de navegação não contém o título da página Web actual, "Como criar hiperligações". Essa informação está disponível como o título da página Web.
O sítio da Web do portfólio de um fotógrafo foi organizado em diferentes galerias e cada galeria foi dividida em categorias. Um utilizador que navegue no sítio da Web até uma página que contenha uma fotografia de um pinguim Gentoo verá o seguinte trilho de navegação no topo da página Web:
Código Exemplo:
Home / Galleries / Antarctica / Penguins / Gentoo Penguin
Todos os itens, excepto "Pinguim Gentoo" estão implementados como links. A localização actual, Pinguim Gentoo, está incluída no trilho de navegação, mas não está implementada como um link.
Não existem recursos disponíveis para esta técnica.
Quando tiverem sido implementados trilhos de navegação num conjunto de páginas Web:
Navegue até uma página Web.
Verifique se é apresentado um trilho de navegação.
Verifique se o trilho de navegação apresenta a sequência de navegação correcta para alcançar a localização actual ou o caminho hierárquico correcto para a localização actual na estrutura do sítio da Web.
Para um trilho de navegação não inclua a localização actual:
Verifique se todos os elementos do trilho de navegação estão implementados como links.
Para um trilho de navegação que inclua a localização actual:
Verifique se todos os elementos, excepto para a localização actual, estão implementados como links.
Verifique se a localização actual não está implementada como um link.
Verifique se todos os links conduzem para a página Web correcta, conforme especificado pelo trilho de navegação.
Para todas as páginas Web do conjunto que utilizam trilhos de navegação,
Os passos 2, 3 e 6 são verdadeiros.
Os passos 4 e 5 são verdadeiros.
Aplica-se a todas as tecnologias.
Esta técnica está relacionada com:
Esta técnica fornece uma etiqueta descritiva para conteúdo composto por apenas áudio em directo e por apenas vídeo em directo. Esta etiqueta pode ser utilizada em combinação com uma alternativa para multimédia baseada no tempo para áudio ou uma alternativa para multimédia baseada no tempo ou áudio-descrição do vídeo. Contudo, essas alternativas não fazem parte desta técnica. A finalidade desta técnica é garantir que o utilizador possa determinar o que é o conteúdo não textual, mesmo que não consiga acedê-lo. NOTA: Mesmo se também estiverem disponíveis alternativas completas, é importante que os utilizadores possam identificar o conteúdo não textual quando o encontrarem, para não ficarem confusos e poderem associá-lo à alternativa completa.
Uma gravação de vídeo em directo da auto-estrada da costa Este tem a seguinte etiqueta descritiva "Filme de vídeo em directo da Auto-estrada da Costa Este a Sul do cruzamento I-81 com as condições de trânsito actuais."
Uma gravação de áudio em directo da Câmara dos Representantes no Mississipi tem a seguinte etiqueta descritiva "Gravação de áudio em directo dos microfones da Câmara dos Representantes no Mississipi."
Os recursos são indicados apenas a título informativo, não implica que tenham sido aprovados.
Remova, oculte ou disfarce o conteúdo não textual.
Apresente a(s) alternativa(s) em texto.
Verifique se a finalidade do conteúdo não textual é clara, mesmo se se perder o conteúdo.
O passo 3 é verdadeiro.
Técnica Geral. Aplica-se a todas as tecnologias.
Esta técnica está relacionada com:
A finalidade desta técnica é fornecer uma forma alternativa acessível de apresentar as informações numa apresentação em multimédia sincronizada.
Numa apresentação em multimédia sincronizada, as informações são apresentadas em várias formas, incluindo
diálogo,
sons (naturais e artificiais),
ambiente e cenário,
acções e expressões das pessoas, animais, etc.,
texto ou gráficos
e outros.
Para apresentar as mesmas informações numa forma acessível, esta técnica implica a criação de um documento que conte a mesma história e apresente as mesmas informações da multimédia sincronizada. Um documento deste tipo é, por vezes, designado por guião. Inclui todos os diálogos e acções importantes, bem como descrições de cenários, etc. que façam parte da história.
Se tiver sido utilizado um guião verdadeiro para criar a multimédia sincronizada, este pode ser um bom começo. Contudo, na produção e edição, a multimédia sincronizada é, normalmente, diferente do guião. Para esta técnica, o guião original teria de ser corrigido para fazer corresponder o diálogo ao que realmente acontece no formato editado final da multimédia sincronizada.
Além disso, alguns tipos especiais de multimédia sincronizada incluem interacção que tem de ocorrer em locais específicos na reprodução da multimédia sincronizada. Por vezes, pode resultar numa acção (por ex., algo que é comprado, enviado, realizado, etc.). Por outras, pode alterar o curso da multimédia sincronizada (por ex., a multimédia sincronizada tem vários caminhos que são determinados pela entrada de dados por parte do utilizador). Nesses casos, seriam utilizados links ou outro mecanismo na alternativa para multimédia baseada no tempo para permitir que as pessoas que utilizam a alternativa possam ter as mesmas opções e capacidades do que as pessoas que utilizam a multimédia sincronizada.
Um filme de formação mostra aos funcionários como utilizar uma nova peça de equipamento. Inclui uma pessoa a falar enquanto a operação é demonstrada. O guião utilizado para criar o filme de formação é utilizado como ponto de partida. Depois, é editado e corrigido para corresponder ao diálogo, etc. O filme e a alternativa resultante para multimédia baseada no tempo são, em seguida, disponibilizados no sítio da Web da empresa. Os funcionários podem utilizar um ou os dois para obter informações sobre como utilizar a máquina.
É criado um ambiente interactivo de compras que permite aos utilizadores navegar numa loja virtual e fazer compras. Uma alternativa para multimédia baseada no tempo permite que os utilizadores acedam às mesmas compras em texto com links para escolherem corredores e comprar coisas, em vez de as arrastarem para um cesto de compras virtual.
Não existem recursos disponíveis para esta técnica.
Veja a apresentação em multimédia sincronizada enquanto consulta a alternativa para multimédia baseada no tempo.
Verifique se o diálogo na alternativa para multimédia baseada no tempo corresponde ao diálogo na apresentação em multimédia sincronizada.
Verifique se a alternativa para multimédia baseada no tempo tem descrições de sons.
Verifique se a alternativa para multimédia baseada no tempo tem descrições de cenários e alterações de cenários.
Verifique se a alternativa para multimédia baseada no tempo tem descrições de acções e expressões de quaisquer "actores" (pessoas, animais, etc.).
Se as versões alternativas estiverem numa página separada, verifique se existem links disponíveis para permitir ao utilizador aceder a outras versões.
Os passos 2, 3, 4 e 5 são verdadeiros.
Todas as tecnologias.
Esta técnica está relacionada com
O objectivo desta técnica é fornecer a definição de palavras, frases, jargão ou definições por extenso das abreviaturas, adicionando um mecanismo para aceder a um dicionário online para a página Web. Esta técnica utiliza recursos existentes na Internet para fornecer a definição, em vez de necessitar que o autor crie uma glossário ou outro mecanismo no sítio da Web. Ao fornecer acesso a partir da página Web, um utilizador pode facilmente localizar a definição pretendida. Esta técnica só pode ser utilizada se o dicionário online devolver a definição correcta.
Um sítio da Web que descreva a forma como funciona um computador deve incluir um formulário de procura em cada página Web. A procura de termos informáticos, acrónimos e abreviaturas será efectuada num dicionário online. Uma vez que o dicionário é especializado em termos informáticos, a definição por extenso dos acrónimos encontrada deve ser mais exacta do que a existente num dicionário geral.
Um curso online de gramática inglesa fornece um parágrafo de texto que introduz novas palavras. Cada uma das palavras corresponde a um link para um dicionário online para encontrar a definição da palavra. Ao activar um link, abrir-se-á uma nova janela para um dicionário online com a definição da palavra específica.
Não existem recursos disponíveis para esta técnica.
Para cada palavra, frase ou abreviatura, dais quais pretenda a definição:
Verifique se existe um mecanismo na página Web para procurar a palavra, frase ou abreviatura através de um dicionário online.
Verifique se o resultado da procura da palavra, frase ou abreviatura no dicionário corresponde à definição correcta.
Os passos 1 e 2 são verdadeiros.
Nota: A definição de abreviatura utilizada nas WCAG é: "forma abreviada de uma palavra, frase ou nome, em que a definição por extenso original não tenha sido rejeitada pela organização à qual se refere, e em que a abreviatura não se torna parte da língua."
Todas as tecnologias.
Esta técnica está relacionada com:
O objectivo desta técnica é fornecer ajuda contextualizada aos utilizadores à medida que introduzem dados nos formulários, fornecendo, no mínimo, um link para as informações de ajuda em cada página Web. O link conduz a uma página de ajuda com informações específicas dessa página Web. Outra abordagem é fornecer um link de ajuda para todos os controlos interactivos. A colocação desse link imediatamente antes ou depois do controlo permite aos utilizadores chegarem facilmente até ao mesmo se tiverem problemas no controlo. A apresentação das informações de ajuda numa nova janela de browser garante que todos os dados que já tenham sido introduzidos no formulário não sejam perdidos. NOTA: Um link não é o único meio para fornecer ajuda.
O exemplo abaixo mostra um elemento label que inclui um link de ajuda. Incluir o link de ajuda no elemento label permite que os utilizadores de leitores de ecrã tenham acesso ao link de ajuda ao interagir com o controlo do formulário de introdução de dados.
Código Exemplo:
<form action="test.html">
<label for="test">Test control
<a href="help.html" target="_blank">Help</a></label>
<input type="text" name="test" id="test" />
</form>
Identifique uma página Web que contenha formulários.
Verifique se existe, no mínimo, um link para informações de ajuda específicas para o preenchimento do formulário nesta página Web ou outro recurso.
Verifique se existem links antes ou depois de cada controlo interactivo para informações de ajuda específicas para esse controlo.
Os passos 2 e 3 são verdadeiros.
Aplica-se a todas as tecnologias.
Esta técnica está relacionada com:
O objectivo desta técnica é fornecer uma forma de aceder, através de um link, a descrições extensas remotas em tecnologias que não disponham de uma funcionalidade de descrições extensas integrada (por ex., longdesc), ou onde essa funcionalidade não seja suportada.
Com esta técnica, a descrição extensa é fornecida numa localização diferente do conteúdo não textual. Este pode estar noutra localização no mesmo URI ou noutro URI. É fornecido um link para essa descrição extensa junto ao conteúdo não textual. O link pode estar imediatamente antes ou depois do conteúdo não textual. Se a descrição estiver juntamente com outro texto, coloque "Fim da descrição" no fim para o utilizador saber quando deve parar de ler e regressar ao conteúdo principal. Se um botão "Retroceder" não encaminhar a pessoa para a sua localização original, será fornecido um link para voltar à localização do conteúdo não textual.
Esta técnica era geralmente utilizada em HTML antes de "longdesc" ter sido adicionado à especificação. Em HTML, chamava-se D-Link, porque era normalmente implementada colocando um D junto às imagens e utilizando o D como um link para a descrição extensa. Esta técnica não é específica da tecnologia e pode ser utilizada em qualquer tecnologia que suporte links.
Um gráfico de barras numa página Web mostra as vendas dos três melhores vendedores.
A alternativa em texto abreviado indica: "Gráfico de vendas de Outubro para os três melhores vendedores."
Imediatamente a seguir ao conteúdo não textual encontra-se uma pequena imagem apresentando uma descrição extensa. O texto alternativo para a imagem é "Descrição extensa do gráfico". A imagem tem um link para a parte inferior da página, onde existe uma secção intitulada "Descrição de gráficos nesta página". O link aponta para esta descrição específica: "As vendas de Outubro mostram que a Mary lidera com 400 unidades. Logo a seguir vem o Mike com 389. O Chris completa o nosso top 3 com 350 unidades vendidas. [fim da descrição]"
Um gráfico de barras numa página Web mostra as vendas dos três melhores vendedores.
A alternativa em texto abreviado indica: "Gráfico de vendas de Outubro para os três melhores vendedores."
Imediatamente a seguir ao conteúdo não textual encontra-se uma pequena
imagem apresentando a descrição extensa. O texto alternativo para a imagem é
"Descrição extensa do gráfico". A imagem tem um link para outra página
intitulada "Descrição de gráficos no Relatório de Vendas de Outubro". O
link da descrição aponta para esta descrição específica: "As vendas de
Outubro mostram que a Mary lidera com 400 unidades. Logo a seguir vem o Mike
com 389. O Chris completa o nosso top 3 com 350 unidades vendidas. Fim da
descrição. <link> Retroceder ao Gráfico de Vendas
</link> ]"
Um gráfico. A legenda da figura imediatamente a seguir ao gráfico funciona como um link para a descrição extensa. O atributo Title do link torna claro que se trata de um link para uma descrição extensa.
Uma gravação de um discurso do Martin Luther King. Os links para o ficheiro de áudio e para a transcrição aparecem lado a lado.
Os recursos são indicados apenas a título informativo, não implica que tenham sido aprovados.
Verifique se existe um link imediatamente antes ou depois do conteúdo não textual.
Verifique se existe um link válido que aponte directamente para a descrição extensa deste conteúdo não textual específico.
Verifique se a descrição extensa transmite a mesma informação do conteúdo não textual.
Verifique se existe um link ou uma função de retrocesso disponíveis para encaminhar o utilizador para a localização original do conteúdo não textual.
Todos os passos acima são verdadeiros.
Aplica-se a todas as tecnologias.
Esta técnica está relacionada com:
O objectivo desta técnica é fornecer uma descrição extensa para que o utilizador não necessite de se deslocar até outra localização para obter a descrição. Também permite que todos os utilizadores vejam a descrição, o que pode ser útil para pessoas que não encontrem algumas funcionalidades no conteúdo não textual.
Com esta técnica, a descrição extensa é fornecida como parte da apresentação normal (i.e., todos a recebem). A descrição encontra-se junto ao conteúdo não textual, mas não tem de ser o item logo a seguir. Por exemplo, pode existir uma legenda sob um gráfico com a descrição extensa fornecida no parágrafo seguinte.
A localização desta descrição extensa é assim fornecida na alternativa em texto abreviado para que o utilizador saiba onde procurá-la se não puder visualizar o conteúdo não textual.
Um gráfico de barras numa página Web mostra as vendas dos três melhores vendedores.
A alternativa em texto abreviado indica: "Gráfico de vendas de Outubro para os três melhores vendedores."
O seguinte encontra-se no parágrafo imediatamente a seguir ao gráfico. "As vendas de Outubro mostram que a Mary lidera com 400 unidades. Logo a seguir vem o Mike com 389. O Chris completa o nosso top 3 com 350 unidades vendidas."
Os recursos são indicados apenas a título informativo, não implica que tenham sido aprovados.
Verifique se a alternativa em texto abreviado inclui a localização da descrição extensa.
Verifique se a descrição extensa se encontra junto ao conteúdo não textual, tanto visualmente como na ordem de leitura linear.
Verifique se a descrição extensa transmite a mesma informação do conteúdo não textual.
Todos os passos acima são verdadeiros.
Conteúdo que é actualizado automaticamente.
Esta técnica está relacionada com:
O objectivo desta técnica é garantir que os utilizadores podem adiar actualizações automáticas do conteúdo, ou outras interrupções não urgentes. Isto pode ser conseguido através de uma preferência ou alertando os utilizadores de uma actualização iminente, permitindo-lhes suprimi-la. Se for fornecida uma preferência, a actualização automática do conteúdo pode ser desactivada por predefinição e os utilizadores podem especificar a frequência das actualizações automáticas do conteúdo se optarem por activar a definição.
Uma página Web fornece cotações da bolsa e é actualizada automaticamente de tempos a tempos. A página fornece um breve formulário com um campo "Frequência de actualização dos dados (minutos):" para que os utilizadores possam ajustar a frequência da actualização.
Encontre páginas com conteúdo que é actualizado automaticamente.
Para cada actualização automática, procure um mecanismo para ajustar a frequência das actualizações.
Verifique se a actualização automática está desactivada por predefinição ou se o utilizador é avisado antes de ocorrer uma actualização automática e autorizado a suprimi-la.
O passo 3 é verdadeiro.
Qualquer tecnologia ou combinação de tecnologias que suportem actualizações automáticas.
Esta técnica está relacionada com:
O objectivo desta técnica é deixar o utilizador controlar se e quando o conteúdo for actualizado, de modo a evitar confusão ou desorientação provocadas por actualizações automáticas que alteram o contexto. Os utilizadores de leitores de ecrã podem achar as actualizações automáticas confusas, porque nem sempre é claro o que está a acontecer. Quando uma página é actualizada, o "cursor virtual" do leitor de ecrã, que assinala a localização actual do utilizador na página, desloca-se para o topo da página. As pessoas que utilizam software de ampliação de ecrã e as pessoas com incapacidades de leitura também podem ficar desorientadas quando as páginas são actualizadas automaticamente.
Algum conteúdo é frequentemente actualizado com novos dados ou informações. Alguns programadores forçam actualizações automáticas inserindo códigos no conteúdo que fazem com que o conteúdo solicite uma nova cópia de si próprio ao servidor. Estas actualizações e a frequência das mesmas nem sempre estão sob controlo do utilizador. Em vez de accionar actualizações automaticamente, os autores podem fornecer um mecanismo que permita ao utilizador solicitar uma actualização do conteúdo conforme for necessário.
Em HTML, um programador pode fornecer um botão ou link que permita ao utilizador actualizar o conteúdo. Por exemplo, numa página com itens de novidades localizada em http://www.example.com/news.jsp
Código Exemplo:
<a href="news.jsp">Update this page</a>
Numa interface Web para e-mail (Webmail), um programador pode fornecer um botão ou link para ir buscar novos e-mails a receber, em vez de actualizar automaticamente.
Os recursos são indicados apenas a título informativo, não implica que tenham sido aprovados.
Os tempos limite excedidos e as actualizações de página (página em inglês), segundo o Web Access Centre of the Royal National Institute of the Blind (RNIB), fornecem fundamentação lógica e técnicas.
Encontre mecanismos para actualizar o conteúdo (se existirem).
Para cada mecanismo, verifique se permite ao utilizador solicitar uma actualização.
Para cada mecanismo, verifique se pode provocar uma actualização automática.
Se o passo 2 for verdadeiro, então o passo 3 é falso.
Aplica-se a qualquer tecnologia que inclua uma faixa de áudio e conteúdo visual.
Esta técnica está relacionada com:
O objectivo desta técnica é fornecer uma versão áudio (falada) das informações fornecidas visualmente, de modo a que as pessoas cegas possam compreender o material audiovisual.
Uma vez que, actualmente, a maioria dos agentes de utilizador não conseguem unir várias faixas de áudio, esta técnica adiciona as informações de áudio suplementares à multimédia sincronizada, fornecendo uma opção que permite aos utilizadores substituir a faixa de áudio por uma nova cópia da faixa de áudio original que inclui a áudio-descrição adicional. Estas informações suplementares dizem respeito a acções, caracteres, mudanças de cenário e texto no ecrã (não legendas) que são importantes para compreender o conteúdo.
Como não convém que estas novas informações atrapalhem as informações de áudio essenciais na faixa de áudio original (ou que estas sejam atrapalhadas por efeitos sonoros altos), as novas informações são adicionadas durante as pausas no diálogo e nos efeitos sonoros. Isto limita a quantidade de informação suplementar que pode ser adicionada ao programa.
A faixa de áudio com a áudio-descrição (da informação visual) pode ser uma faixa de áudio alternativa que o utilizador pode escolher, ou a faixa de áudio normal que todas as pessoas ouvem.
É adicionada uma áudio-descrição num documentário sobre viagens no nordeste durante os intervalos no diálogo para permitir que os ouvintes cegos saibam sobre o que a pessoa está a falar a qualquer momento.
Um vídeo mostra um pica-pau a fazer um ninho numa árvore. Um botão no conteúdo permite aos utilizadores ligar ou desligar a faixa da áudio-descrição.
É adicionada um áudio-descrição numa conferência sempre que o professor diz coisas como "e isto é uma das coisas mais importantes". As áudio-descrições permitem que os ouvintes que não conseguem ver o vídeo saibam o que "isto" é.
O ficheiro de um filme tem duas faixas de áudio, em que uma inclui a áudio-descrição. Os utilizadores podem escolher qualquer uma delas quando estiverem a ouvir o filme, seleccionando a faixa apropriada no leitor multimédia.
Os recursos são indicados apenas a título informativo, não implica que tenham sido aprovados.
Verifique se a faixa de áudio que inclui as áudio-descrições pode ser ligada utilizando um controlo no próprio conteúdo ou seleccionando uma preferência no leitor multimédia.
Ouça a multimédia sincronizada.
Verifique se são utilizados os intervalos no diálogo para transmitir informações importantes sobre o conteúdo visual.
Os passos 1 e 3 são verdadeiros.
Tecnologias que suportem links e formatos de áudio.
Esta técnica está relacionada com:
Alguns utilizadores que têm dificuldade em descobrir (descodificar) palavras em texto escrito consideram ser bastante útil ouvir o texto lido em voz alta. Agora, este serviço pode ser fornecido facilmente utilizando voz humana gravada ou fala sintetizada. Por exemplo, existem vários produtos que os autores podem utilizar para converter o texto em fala sintetizada, e depois guardar a versão falada como um ficheiro de áudio. Pode ser fornecido um link para a versão falada no conteúdo. O custo depende, em parte da, qualidade da voz utilizada e da probabilidade de o texto mudar com frequência.
Versões faladas de textos abreviados e de conteúdo de texto estático
Este método é eficaz para pequenas quantidades de texto e para documentos mais extensos que não sofrem alterações com frequência.
Faça uma gravação de uma pessoa a ler o texto em voz alta, ou utilize uma ferramenta que converta cada um dos documentos ou passagens seleccionadas em fala sintetizada. Escolha a voz mais clara e agradável, se possível.
Guarde a versão falada como um ficheiro de áudio. Utilize um formato de áudio disponível e suportado por leitores multimédia.
Forneça um link para a versão áudio.
Identifique o formato de áudio (por exemplo, .MP3, .WAV, .AU, etc.).
Forneça um link para um leitor multimédia que suporte o formato.
Versões faladas de texto que sofre alterações
Os métodos baseados no servidor podem ser melhores quando as páginas sofrem alterações com frequência ou quando a escolha do utilizador determina o conteúdo do texto. Algumas ferramentas baseadas no servidor permitem aos utilizadores seleccionar qualquer texto que pretendam, e ouvi-lo. Normalmente, o utilizador pressiona um botão que inicia a conversão texto para fala e lê o texto em voz alta.
Um sítio da Web de um município tem um botão em todas as páginas que têm a etiqueta "Leia esta página em voz alta". O utilizador selecciona o botão e a página é falada por um fala sintetizada.
Não existem recursos disponíveis para esta técnica.
(actualmente, não existe nenhuma indicada)
Verifique se está disponível uma versão falada do conteúdo.
O passo 1 é verdadeiro.
Conteúdo que inclui formulários.
Esta técnica está relacionada com:
O objectivo desta técnica é fornecer um mecanismo que permita aos utilizadores solicitar explicitamente alterações de contexto. Uma vez que a utilização pretendida de um botão Submeter é gerar um pedido HTTP que submeta dados introduzidos num formulário, este é um controlo apropriado para provocar uma alteração de contexto e é uma prática que não cria confusão aos utilizadores.
Exemplo 1: Um botão Submeter é utilizado para cada formulário que provoque uma alteração no contexto.
Os recursos são indicados apenas a título informativo, não implica que tenham sido aprovados.
Encontre todos os formulários existentes no conteúdo.
Para cada formulário, verifique se dispõe de um botão Submeter.
O passo 2 é verdadeiro.
Aplica-se a todas as tecnologias de multimédia sincronizada que permitem a sincronização de várias sequências de vídeo.
Esta técnica está relacionada com:
O objectivo desta técnica é permitir que os utilizadores que não conseguem ouvir ou ler o texto rapidamente possam aceder a material em multimédia sincronizada sem afectar a apresentação do material a todos os espectadores.
Para as pessoas que comunicam essencialmente em língua gestual, existem vezes em que não é preferível e outras em que não é possível lerem e compreenderem o texto à velocidade a que é apresentado em legendas. Para estas pessoas é importante fornecer uma apresentação em língua gestual das informações de áudio.
Esta técnica alcança o seu objectivo fornecendo a interpretação em língua gestual como uma sequência de vídeo separada, sincronizada com a sequência de vídeo original. Consoante o leitor, esta sequência de vídeo secundária pode ser colocada no topo do vídeo original ou apresentada numa janela separada. Também pode ser possível aumentar a imagem da interpretação em língua gestual separadamente do vídeo original para facilitar a leitura das mãos, do corpo e movimentos faciais do intérprete.
NOTA: Uma vez que a língua gestual não é, normalmente, uma versão com gestos da língua escrita, o autor tem de escolher que língua gestual deve incluir. Normalmente, será utilizada a língua gestual do público principal. Se se destinar a vários públicos, podem ser utilizadas várias línguas. Para obter informações sobre várias línguas gestuais, consulte a técnica de tipo aconselhada.
Exemplo 1: Uma universidade fornece uma sequência de vídeo com interpretação de língua gestual sincronizada que pode ser apresentada, se o espectador assim o entender, juntamente com qualquer um dos programas de ensino.
Os recursos são indicados apenas a título informativo, não implica que tenham sido aprovados.
Directrizes para a Produção de Livros de Língua Gestual
"Apresentação em Língua Gestual" (página em inglês) fornece uma extensa descrição geral das questões a ter em consideração ao filmar intérpretes de língua gestual. Inclui o tema sobre a interpretação em língua gestual dos originais falados e escritos.
As técnicas de filmagem são apresentadas no Capítulo 12, “Filmar os Intérpretes"(página em inglês).
As informações úteis sobre como apresentar o intérprete de língua gestual em relação ao conteúdo em multimédia sincronizada original são fornecidas no Capítulo 13, "Edição"(página em inglês).
Nota: Estas técnicas podem precisar de ser adaptadas para apresentação baseada na Web.
(nenhum)
Active a apresentação da janela da língua gestual no leitor.
Peça a uma pessoa que consiga ouvir e que esteja familiarizada com a língua gestual que está a ser utilizada para ver o programa.
Verifique se existe um intérprete de língua gestual no ecrã ou numa janela separada.
Verifique se o diálogo e os sons importantes estão a ser transmitidos pelo intérprete e estão sincronizados com o áudio.
Os passos 3 e 4 são verdadeiros.
Aplica-se a todas as tecnologias.
Esta técnica está relacionada com:
A finalidade desta técnica é fornecer informações úteis através da alternativa em texto, mesmo se não puder ser fornecida toda a função do conteúdo não textual.
Por vezes, uma alternativa em texto não pode servir a mesma finalidade do conteúdo não textual original (por exemplo, uma applet destinada a desenvolver capacidades bidimensionais de definição rápida e coordenação dos olhos com a mão). Nestes casos, é utilizada esta técnica. Com esta técnica, é fornecida uma descrição da finalidade do conteúdo não textual.
Uma applet de desenvolvimento de coordenação dos olhos com a mão tem a seguinte alternativa em texto: "Uma Applet que utiliza o rato e os alvos em movimento para desenvolver a coordenação dos olhos com a mão".
Uma applet de câmara com um disco redondo que é pressionado nas extremidades para controlar uma câmara remota e um cursor no meio para ampliar/reduzir (zoom) tem a seguinte alternativa em texto: "Controlo para apontar e ampliar/reduzir a câmara de vídeo remota".
Os recursos são indicados apenas a título informativo, não implica que tenham sido aprovados.
Remova, oculte ou disfarce o conteúdo não textual.
Substitua-o pela alternativa em texto.
Verifique se a finalidade do conteúdo não textual é clara, mesmo se se perder a função.
O passo 3 é verdadeiro.
Conteúdo que inclua campos obrigatórios na entrada de dados por parte do utilizador.
Esta técnica está relacionada com:
O objectivo desta técnica é notificar o utilizador sobre um campo de preenchimento obrigatório que não foi preenchido. Quando os utilizadores não introduzem dados nos campos de formulário obrigatórios, a informação é fornecida em texto para permitir aos utilizadores identificar os campos que foram esquecidos. Uma abordagem é utilizar a validação do lado do cliente e fornecer uma caixa de diálogo de aviso a identificar os campos obrigatórios que foram esquecidos. Outra abordagem, utilizando a validação do lado do servidor, é voltar a apresentar o formulário (incluindo todos os dados anteriormente introduzidos), com uma descrição em texto no local do campo obrigatório esquecido, ou uma descrição em texto que identifique os campos obrigatórios esquecidos.
Um utilizador tenta submeter um formulário, mas esqueceu-se de introduzir dados ou de seleccionar uma opção num ou mais campos obrigatórios. Utilizando a validação do lado do cliente, a falha é detectada e é apresentada uma caixa de diálogo de aviso a informar o utilizador de que existem campos obrigatórios por preencher. As etiquetas dos campos com este problema são alteradas para identificar o campo com o problema, e são inseridos links para os campos com problema no documento a seguir ao botão Submeter para que o utilizador possa deslocar-se para os mesmos depois de fechar o aviso.
Um utilizador tenta submeter um formulário, mas esqueceu-se de introduzir dados ou de seleccionar uma opção num ou mais campos obrigatórios. Utilizando a validação do lado do servidor, a falha é detectada e o formulário é novamente apresentado com uma descrição em texto no topo a informar que campos obrigatórios foram esquecidos. Cada campo obrigatório esquecido é também identificado através de uma etiqueta de texto para que o utilizador não tenha de regressar à lista no topo do formulário para encontrar os campos esquecidos.
Um utilizador está a preencher um formulário que inclui campos obrigatórios. As etiquetas dos campos indicam se são ou não obrigatórios. O utilizador utiliza a tecla de tabulação para chegar ao campo obrigatório, e utiliza a mesma tecla para sair do campo sem introduzir quaisquer dados ou seleccionar uma opção. Um script do lado do cliente modifica a etiqueta do campo para indicar que foi um erro deixá-lo em branco.
Nota: Alguns leitores de ecrã podem não reparar nem anunciar a alteração à etiqueta para que os utilizadores de leitores de ecrã possam ignorar a existência do erro.
Preencha um formulário, deixando deliberadamente um ou mais campos obrigatórios em branco, e submeta-o.
Verifique se é fornecida uma descrição em texto a identificar os campos obrigatórios que não foram preenchidos.
O passo 2 é verdadeiro.
Conteúdo que recolhe dados do utilizador onde tem de ser introduzido um conjunto limitado de valores.
Esta técnica está relacionada com:
Quando os utilizadores introduzem dados que são validados, e são detectados erros, é necessário descrever a natureza do erro para que o utilizador possa aceder ao mesmo. Uma abordagem é apresentar uma caixa de diálogo de aviso que descreve os campos com erros quando o utilizador tenta submeter o formulário. Outra abordagem, se a validação for efectuada pelo servidor, é devolver o formulário (com os dados do utilizador ainda nos campos) e fornecer uma descrição em texto no topo da página a indicar a existência de um problema de validação, a descrever a natureza do problema e a fornecer formas de localizar facilmente os campos com problema. A parte "em texto" do Critério de Sucesso realça que não é suficiente indicar simplesmente que um campo tem um erro, colocando um asterisco na respectiva etiqueta ou colocando-a a vermelho. Deve ser fornecida uma descrição em texto do problema.
Quando os dados tiverem de limitar-se a um conjunto de valores permitidos, a descrição em texto deve indicar esse facto. Se possível, deve incluir a lista de valores, ou sugerir o valor permitido mais semelhante ao valor introduzido.
O utilizador introduz dados inválidos no campo de um formulário. Antes de o utilizador submeter o formulário, é apresentada uma caixa de diálogo que descreve a natureza do erro para o utilizador poder corrigi-lo.
O utilizador introduz dados inválidos no campo de um formulário e submete o formulário. O servidor devolve formulário, com os dados do utilizador ainda presentes, e indica claramente em texto no topo da página que existem erros de entrada. O texto descreve a natureza dos erros e indica claramente qual o campo que apresenta o problema para o utilizador poder navegar facilmente até ao mesmo e corrigi-lo.
Introduza dados inválidos no campo de um formulário.
Verifique se a informação sobre o problema é fornecida em texto.
O passo 2 é verdadeiro.
Conteúdo que aceite entrada de dados por parte do utilizador, com restrições no formato, valor e/ou tipo de dados.
Esta técnica está relacionada com:
O objectivo desta técnica é fornecer ajuda na correcção de erros de entrada, em que as informações fornecidas pelo utilizador não são aceites. Quando os utilizadores introduzem dados que são validados, e são detectados erros de entrada, são fornecidas informações em texto sobre a natureza e localização do erro de entrada para permitir aos utilizadores identificar o problema. Uma abordagem é utilizar validação do lado do cliente e fornecer uma caixa de diálogo de aviso que descreva imediatamente o erro quando os utilizadores introduzem dados inválidos num campo. Outra abordagem, utilizando a validação do lado do servidor, é voltar a apresentar o formulário (incluindo todos os dados anteriormente introduzidos), e uma descrição em texto no topo da página a indicar a existência de um erro, a descrever a natureza do problema e a fornecer formas de localizar facilmente os campos com problema.
Além de ser fornecida a descrição em texto, é necessário que a mesma apresente uma das seguintes informações para ajudar o utilizador:
Forneça exemplos dos dados correctos para o campo,
Descreva os dados correctos para o campo,
Mostre valores dos dados correctos que sejam semelhantes aos dados introduzidos pelo utilizador, com instruções sobre como introduzir um dos valores correctos, caso o utilizador escolha fazê-lo.
O utilizador introduz dados inválidos no campo de um formulário. Quando o utilizador sai do campo, é apresentada uma caixa de diálogo de aviso que descreve a natureza do erro para o utilizador poder corrigi-lo.
O utilizador introduz dados inválidos no campo de um formulário e submete o formulário. O servidor devolve o formulário, com os dados do utilizador ainda presentes, e indica em texto no topo da página que existem erros de entrada. O texto descreve a natureza dos erros e indica qual o campo que apresenta o problema para o utilizador poder navegar facilmente até ao mesmo e corrigi-lo.
O utilizador introduz dados inválidos no campo de um formulário e tenta submeter o formulário. O scripting do lado do cliente detecta o erro, cancela a submissão e modifica o documento para fornecer uma descrição em texto a seguir ao botão Submeter com a descrição do erro e com links para os campos com o erro. O script também modifica as etiquetas dos campos com problemas para os realçar.
Preencha um formulário, introduzindo deliberadamente dados que não se enquadrem no formato ou valores obrigatórios.
Verifique se é fornecida uma descrição em texto que identifique o campo com o erro e forneça algumas informações sobre a natureza dos dados inválidos e como corrigi-los.
O passo 2 é verdadeiro.
Todas as tecnologias.
Esta técnica está relacionada com:
O objectivo desta técnica é fornecer um resumo de conteúdo complexo. O resumo é fornecido além do conteúdo original.
Os utilizadores com incapacidades que dificultam a descodificação de palavras e orações terão, provavelmente, dificuldades em ler e compreender texto complexo. Esta técnica fornece uma breve enunciação das ideias e informações mais importantes existentes no conteúdo. O resumo é mais fácil de ler, porque utiliza frases mais curtas e palavras mais comuns do que o original.
Podem ser utilizados os passos seguintes para preparar o resumo:
Identifique as ideias e informações mais importantes existentes no conteúdo.
Escreva um ou mais parágrafos que utilizem orações mais curtas e palavras mais comuns para expressar as mesmas ideias e informações. (O número de parágrafos depende do tamanho do original.)
Avalie a legibilidade do resumo.
Edite o resumo. Considere dividir frases mais longas em duas ou substituir palavras longas ou pouco familiares por termos mais curtos e mais comuns.
Repita os passos 3 e 4, conforme necessário.
Um artigo descreve uma inovação técnica. O primeiro item depois do título do artigo é uma secção intitulada “Resumo". O comprimento médio das orações do resumo é de 16 palavras (em comparação com as 23 palavras das orações do artigo), e utiliza palavras curtas e comuns, em vez do jargão técnico do artigo. É aplicada uma fórmula de legibilidade; o resumo necessita de uma capacidade de leitura menos avançada do que o terceiro ciclo do ensino básico.
Não existem recursos disponíveis para esta técnica.
Para cada resumo fornecido como conteúdo suplementar:
Avalie a legibilidade do resumo.
Verifique se o resumo necessita de uma capacidade de leitura menos avançada do que o terceiro ciclo do ensino básico.
O passo 2 é verdadeiro.
Qualquer tecnologia audiovisual na qual existam agentes de utilizador que suportem legendas ocultas.
Esta técnica está relacionada com:
O objectivo desta técnica é fornecer uma forma para que as pessoas com deficiências auditivas, ou que tenham problemas em ouvir o diálogo em material em multimédia sincronizada, possam ver o material e perceber o diálogo e os sons, sem ser necessário que as pessoas que não sejam surdas vejam as legendas. Com esta técnica, todo o diálogo e os sons importantes são incorporados como texto de modo a que o texto não esteja visível, a não ser que o utilizador assim o deseje. Como resultado, só está visível quando for necessário. Isto requer suporte especial para legendagem no agente de utilizador.
NOTA: Não confunda as legendas para surdos com o outro tipo de legendas. Essas só fornecem o texto do diálogo e não incluem os sons importantes.
Exemplo 1: Para garantir que os utilizadores que são surdos possam utilizar os seus materiais educativos interactivos, a escola fornece legendas e instruções para activar as legendas para todos os programas educativos de áudio interactivos.
Exemplo 2: Todos os filmes online incluem legendas e são fornecidos num formato que permite a inserção de legendas ocultas.
Exemplo 3: Os ficheiros de legendas especiais, incluindo as informações de sincronização, são fornecidos para um filme existente. Existem leitores que podem reproduzir as legendas numa janela separada no ecrã, sincronizadas com a janela do filme.
Exemplo 4: Um vídeo de um evento local fornece legendas que podem ser reproduzidas sobre o vídeo ou numa janela separada, dependendo do leitor utilizado.
Os recursos são indicados apenas a título informativo, não implica que tenham sido aprovados.
Indicações sobre Legendagem
SMIL
Linguagem de Integração de Multimédia Sincronizada (SMIL) 1.0
Linguagem de Integração de Multimédia Sincronizada (SMIL 2.0)
Outra Legendagem
Active a funcionalidade de legendas ocultas do leitor multimédia.
Veja o conteúdo em multimédia sincronizada.
Verifique se as legendas (de todo o diálogo e sons importantes) estão visíveis.
O passo 3 é verdadeiro.
Todas as tecnologias.
Esta técnica está relacionada com:
O objectivo desta técnica é fornecer um título descritivo a cada página Web. Os títulos descritivos ajudam os utilizadores a localizar o conteúdo e a orientarem-se e a navegarem no mesmo. Um título descritivo permite a um utilizador identificar facilmente qual a página Web que está a utilizar e a perceber quando uma página foi alterada. O título pode ser utilizado para identificar a página Web sem ser necessário que os utilizadores leiam ou interpretem o conteúdo da página. Os utilizadores podem identificar mais rapidamente o conteúdo que necessitam quando aparecem títulos descritivos e precisos nos mapas dos sítios da Web ou nas listas de resultados da procura. Os títulos descritivos utilizados no texto do link ajudam os utilizadores a navegar de forma mais precisa até ao conteúdo pretendido.
O título de cada página Web deve:
Identificar o assunto da página Web
Fazer sentido quando lido fora de contexto, por exemplo, por um leitor de ecrã, num mapa de sítio da Web ou numa lista de resultados da procura
Ser curto
Também pode ser útil que o título:
Identifique o sítio da Web, ou outro recurso, ao qual a página Web pertence
Seja exclusivo no sítio da Web, ou outro recurso, ao qual a página Web pertence
Uma página Web é publicada por um grupo de uma organização maior. O título da página Web identifica primeiro o tópico da página e, em seguida, mostra o nome do grupo seguido pelo nome da organização.
Código Exemplo:
<title>Working with us: The Small Group: The Big Organization</title>
Uma apresentação em multimédia sincronizada sobre o tsunami no Sul da Ásia em 2004 intitula-se “O Tsunami de 2004".
Uma página Web fornece directrizes e sugestões para criar legendas ocultas. A página Web faz parte de um “subsítio" num sítio da Web de maiores dimensões. O título está separado em três partes por travessões. A primeira parte do título identifica a organização. A segunda parte identifica o subsítio ao qual a página Web pertence. A terceira parte identifica a própria página Web. (Para obter um exemplo real, consulte WGBH – Media Access Group – Perguntas Frequentes sobre Legendagem(página em inglês).)
Um sítio da Web que só permite ver a edição actual intitula a sua página Web "Notícias Nacionais, Primeira Página". Um sítio da Web que permite ver edições de diferentes datas intitula a sua página Web "Notícias Nacionais, Primeira Página, 17 de Outubro de 2005".
Não existem recursos disponíveis para esta técnica.
Verifique se a página Web tem um título.
Verifique se o título é relevante para o conteúdo da página Web.
Verifique se a página Web pode ser identificada utilizando o título.
Todos os passos acima são verdadeiros.
Páginas que recolham informações dos utilizadores e restrinjam o formato que o utilizador pode utilizar.
Esta técnica está relacionada com:
O objectivo desta técnica é ajudar o utilizador a evitar erros de entrada, informando-o das restrições de formato de dados que tem de introduzir. Isto pode ser efectuado descrevendo as características do formato ou fornecendo um exemplo do formato que os dados devem ter.
Nota: Para formatos de dados com variações comuns, tais como datas e horas, pode ser útil fornecer uma opção de preferência para que os utilizadores possam utilizar o formato que lhes seja mais cómodo.
O seguinte controlo de formulário em HTML para uma data indica na etiqueta que a data tem de estar no formato dia-mês-ano, e não no formato mês-dia-ano, como muitos utilizadores nos Estados Unidos poderão assumir.
Código Exemplo:
<label for="date">Date (dd-mm-yyyy)</label>
<input type="text" name="date" id="date" />
Identifique os controlos de formulário que só aceitarão entrada de dados por parte do utilizador num determinado formato.
Verifique se cada um dos controlos de formulário identificados no passo 1 fornece informações sobre o formato esperado.
O passo 2 é verdadeiro.
Aplica-se a todas as tecnologias nas quais o conteúdo inclua funcionalidade.
Esta técnica está relacionada com:
O objectivo desta técnica é permitir que as pessoas que dependem de um teclado ou de uma interface de teclado acedam à funcionalidade do conteúdo. Para tal, certifique-se de que todos os processadores de eventos accionados por eventos de IU sem teclado também estão associados a um evento baseado em teclado, ou forneça mecanismos redundantes baseados em teclado para alcançar a funcionalidade fornecida por outras funções específicas do dispositivo.
Exemplo 1: Funcionalidade arrastar e largar Uma aplicação de fotografias inclui uma funcionalidade "arrastar" e "largar" para permitir aos utilizadores reordenar fotografias num álbum online para uma apresentação de diapositivos. Também inclui uma funcionalidade que permite aos utilizadores seleccionar uma fotografia e "cortar" e "colar" os itens na lista no momento apropriado utilizando apenas o teclado.
Exemplo 2: Funcionalidade reordenar Uma aplicação Web que permite aos utilizadores criar inquéritos arrastando as perguntas para um determinado local inclui uma lista das perguntas seguidas por um campo de texto que permite aos utilizadores reordenar as perguntas conforme necessário, introduzindo o número da pergunta pretendida.
Não existem recursos disponíveis para esta técnica.
Verifique se todas as funcionalidades podem ser acedidas utilizando apenas o teclado.
O passo 1 é verdadeiro.
Todas as tecnologias que incluam links.
Esta técnica está relacionada com:
O objectivo desta técnica é descrever a finalidade de um link no texto do link. A descrição permite que um utilizador distinga este link dos links da página Web que conduzem a outros destinos, e ajuda o utilizador a determinar se deve seguir o link. Normalmente, o URI do destino não é suficientemente descritivo.
Código Exemplo:
<a href="routes.html">
Current routes at Boulders Climbing Gym
</a>
Não existem recursos disponíveis para esta técnica.
Para cada link existente no conteúdo que utilize esta técnica:
Verifique se o texto do link descreve a finalidade do link.
O passo acima é verdadeiro.
Aplica-se a todas as tecnologias.
Esta técnica está relacionada com:
O objectivo desta técnica é fornecer uma alternativa em texto extenso que sirva a mesma finalidade e apresente as mesmas informações do conteúdo não textual original quando uma alternativa em texto abreviado não for suficiente.
Combinada com a alternativa em texto abreviado, a descrição extensa deverá poder substituir o conteúdo não textual. A alternativa em texto abreviado identifica o conteúdo não textual e a alternativa em texto extenso fornece as informações. Se o conteúdo não textual fosse removido da página e substituído pelas descrições abreviadas e extensas, a página continuaria a fornecer a mesma função e informação.
As seguintes questões são úteis na decisão sobre o que deverá constar nas alternativas em texto.
Qual o motivo da existência deste conteúdo não textual?
Que informações apresenta?
Qual a sua finalidade?
Se não for possível utilizar o conteúdo não textual, que palavras deverei utilizar para transmitir a mesma função e/ou informação?
Um gráfico que mostra as vendas de Outubro tem uma alternativa em texto abreviado intitulada "Gráfico de vendas de Outubro". A descrição extensa seria "Gráfico de Barras que mostra as vendas de Outubro. Existem 6 vendedores. A Maria está em primeiro com 349 unidades. A Frances está em segundo com 301. E, em seguida, está o Juan com 256, a Sue com 250, a Li com 200 e o Max com 195. A utilização principal do gráfico é mostrar quem vai à frente, por isso a descrição está por ordem de vendas."
Um gráfico de linhas que mostra as temperaturas médias de Inverno nos últimos 10 anos inclui uma alternativa em texto abreviado intitulada "Temperaturas médias de Inverno 1996-2006." A descrição extensa inclui a tabela de dados que foi utilizada para gerar o gráfico de linhas.
Os recursos são indicados apenas a título informativo, não implica que tenham sido aprovados.
Remova, oculte ou disfarce o conteúdo não textual.
Apresente a descrição extensa.
Verifique se a descrição extensa transmite as mesmas informações do conteúdo não textual.
O passo 3 é verdadeiro.
Qualquer tecnologia de multimédia sincronizada, mesmo que não suporte legendas ocultas.
Esta técnica está relacionada com:
O objectivo desta técnica é fornecer uma forma para as pessoas que são surdas ou que têm problemas em ouvir o diálogo em material audiovisual poderem ver o material. Com esta técnica, todo o diálogo e os sons importantes são incorporados como texto na faixa de vídeo. Como resultado, estão sempre visíveis e não é exigido nenhum suporte especial para legendagem pelo agente de utilizador.
NOTA: Não confunda as legendas para surdos com o outro tipo de legendas. Essas só fornecem o texto do diálogo e não incluem os sons importantes.
Para garantir que todas as pessoas possam ver os seus filmes online, mesmo não sabendo como activar as legendas no leitor multimédia, uma associação de bibliotecários coloca as legendas directamente no vídeo.
Uma agência de informação fornece legendas abertas em todo o seu material.
Os recursos são indicados apenas a título informativo, não implica que tenham sido aprovados.
(nenhum indicado)
Veja a multimédia sincronizada com as legendas ocultas desactivadas.
Verifique se as legendas (de todo o diálogo e sons importantes) estão visíveis.
O passo 2 é verdadeiro.
Aplica-se a todas as tecnologias.
Esta técnica está relacionada com:
O objectivo desta técnica é criar uma alternativa em texto que sirva a mesma finalidade e apresente as mesmas informações do conteúdo não textual original. Como resultado, é possível remover o conteúdo não textual e substituí-lo pela alternativa em texto sem perder quaisquer funcionalidades ou informações. Esta alternativa em texto não deverá necessariamente descrever o conteúdo não textual, mas sim servir a mesma finalidade e transmitir as mesmas informações. Por vezes, isto pode resultar numa alternativa em texto que parece uma descrição do conteúdo não textual, mas isso só aconteceria se essa fosse a melhor forma de servir a mesma funcionalidade.
Se possível, a alternativa em texto abreviado deve transmitir completamente a finalidade e as informações. Se tal não for possível numa frase ou oração curtas, a alternativa em texto abreviado deve fornecer uma breve descrição geral das informações. Para transmitir todas as informações, seria também utilizada uma alternativa em texto extenso.
A alternativa em texto deverá ser capaz de substituir o conteúdo não textual. Se o conteúdo fosse removido da página e substituído pelo texto, a página continuaria a fornecer a mesma função e informação. A alternativa em texto deve ser breve, mas o mais informativa possível.
É uma boa ideia considerar as seguintes questões na decisão sobre que texto deve ser incluído na alternativa:
Qual o motivo da existência deste conteúdo não textual?
Que informações apresenta?
Qual a sua finalidade?
Se não for possível utilizar o conteúdo não textual, que palavras deverei utilizar para transmitir a mesma função e/ou informação?
Quando o conteúdo não textual incluir palavras que sejam importantes para compreender o conteúdo, o texto alt deve incluir essas palavras. Se o texto na imagem for demasiado extenso para caber numa alternativa em texto abreviado, deverá ser descrito na alternativa em texto abreviado, e deverá ser também fornecida uma alternativa em texto extenso com o texto completo.
Um botão Procurar utiliza uma imagem de uma lupa. A alternativa em texto é "procurar" e não "lupa".
Uma imagem mostra como dar um nó, incluindo setas a indicar como se colocam as cordas para dar o nó. A alternativa em texto descreve como dar o nó, não o aspecto da imagem.
Uma imagem mostra o aspecto de um brinquedo visto de frente. A alternativa em texto descreve uma vista da frente do brinquedo.
Uma animação mostra como mudar um pneu. Uma alternativa em texto abreviado descreve o assunto da animação. Uma alternativa em texto extenso descreve como mudar um pneu.
Um logótipo da empresa TechTron aparece junto a cada um dos produtos que constituem uma lista e tem uma alternativa em texto abreviado intitulada "TechTron."
Um gráfico que mostra as vendas de Outubro tem uma alternativa em texto abreviado intitulada "Gráfico de vendas de Outubro". Também tem uma alternativa em texto extenso que fornece todas as informações apresentadas no gráfico.
Um título contém uma imagem das palavras "A História da Guerra" em texto estilizado. O texto alt para a imagem é "A História da Guerra".
Uma imagem de uma série de livros numa prateleira contém áreas interactivas que fornecem o meio de navegação para uma página Web sobre um determinado livro. A alternativa em texto "Os livros disponíveis para compra nesta secção. Para obter mais informações sobre um dos livros, seleccione-o." descreve a imagem e a natureza interactiva.
Não existem recursos disponíveis para esta técnica.
Remova, oculte ou disfarce o conteúdo não textual.
Substitua-o pela alternativa em texto.
Verifique se nada se perdeu (a finalidade do conteúdo não textual é cumprida pela alternativa em texto).
Se o conteúdo não textual incluir palavras que sejam importantes para compreender o conteúdo, as palavras são incluídas na alternativa em texto.
O passo 3 é verdadeiro. Se o conteúdo não textual incluir palavras que sejam importantes para compreender o conteúdo, o passo 4 é igualmente verdadeiro.
Aplica-se a todas as tecnologias.
Esta técnica está relacionada com:
Esta técnica é utilizada quando o texto necessário para servir a mesma finalidade e apresentar as mesmas informações do conteúdo não textual original for demasiado extenso ou quando este objectivo não puder ser alcançado apenas com texto. Nesse caso, esta técnica é utilizada para fornecer uma alternativa em texto abreviado que descreva brevemente o conteúdo não textual. (Em seguida, é fornecida uma alternativa em texto extenso utilizando outra técnica, para que a combinação sirva a mesma finalidade e apresente as mesmas informações do conteúdo não textual original.)
É uma boa ideia considerar as seguintes questões na decisão sobre que texto deve ser incluído na alternativa:
Qual o motivo da existência deste conteúdo não textual?
Que informações apresenta?
Qual a sua finalidade?
Se não for possível utilizar o conteúdo não textual, que palavras deverei utilizar para transmitir a mesma função e/ou informação?
Um gráfico que mostra as vendas de Outubro tem uma alternativa em texto abreviado intitulada "Gráfico de vendas de Outubro". Também tem uma descrição extensa que fornece todas as informações existentes no gráfico.
Os recursos são indicados apenas a título informativo, não implica que tenham sido aprovados.
Verifique se existe uma alternativa em texto abreviado que forneça uma breve descrição do conteúdo não textual.
O passo 1 é verdadeiro.
Todas as tecnologias que apresentam a descrição de uma apresentação de conteúdo ao utilizador.
Esta técnica está relacionada com:
O objectivo desta técnica é garantir que os itens de uma página Web são referenciados no conteúdo, não só por forma, tamanho, som ou localização, como também de formas que não dependem dessa percepção sensorial. Por exemplo, uma referência também pode descrever a função do item ou da respectiva etiqueta.
É fornecido um botão circular num formulário para submeter o formulário e avançar para o passo seguinte de uma sequência. O botão tem uma etiqueta que diz "Avançar". As instruções indicam: "para submeter o formulário, pressione o botão circular com a etiqueta Avançar". Para localizar o botão são necessárias a forma e as informações textuais.
As instruções para uma página Web que fornece formação online indicam: "Utilizar a lista de links à direita com o título “Lista de Classes” para navegar para o curso online pretendido." Esta descrição fornece a localização, bem como sinais de aviso textuais para ajudar a encontrar a lista correcta de links.
A seguinte disposição coloca um botão no canto inferior direito e indica-o por posição. Uma indicação da etiqueta de texto esclarece qual o botão a utilizar pelos utilizadores que acedem a uma versão linearizada, na qual a posição não é significativa.
Código Exemplo:
<table>
<tbody>
<tr>
<td colspan="2">Push the lower right [Preview] button.</td>
<td>
<span style="background: ButtonFace; color: ButtonText; border:
medium outset ButtonShadow;
width: 5em; display: block; font-weight: bold; text-align: center;">
Print</span>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<span style="background: ButtonFace; color: ButtonText; border:
medium outset ButtonShadow;
width: 5em; display: block; font-weight: bold; text-align: center;">
Cancel</span>
</td>
<td>
<span style="background: ButtonFace; color: ButtonText; border:
medium outset ButtonShadow;
width: 5em; display: block; font-weight: bold; text-align: center;">
OK</span>
</td>
<td>
<span style="background: ButtonFace; color: ButtonText; border:
medium outset ButtonShadow;
width: 5em; display: block; font-weight: bold; text-align: center;">
Preview</span>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
Não existem recursos disponíveis para esta técnica.
(actualmente, não existe nenhuma indicada)
Encontre todas as referências na página Web que mencionem a forma, o tamanho ou a posição de um objecto. Para cada item:
Verifique se a referência contém informações adicionais que permitam localizar e identificar o item sem qualquer conhecimento da sua forma, tamanho ou posição relativa.
O passo 1 é verdadeiro.
Todas as tecnologias que contenham texto.
Esta técnica está relacionada com:
O objectivo desta técnica é disponibilizar a definição por extenso de uma abreviatura, associando a definição por extenso à respectiva abreviatura da primeira vez que ocorre numa página Web. A definição por extenso de qualquer abreviatura pode ser encontrada procurando pela primeira utilização na página Web.
Ao encurtar uma palavra, frase ou nome mediante utilização de abreviatura, iniciais, acrónimo ou qualquer outra forma abreviada, forneça a definição por extenso antes de fornecer a forma abreviada. Isto facilita a leitura do texto e é recomendado por vários guias de estilo.
Tenha em atenção que algumas abreviaturas necessitam de explicações em vez de definições por extenso. Esta técnica não é apropriada para esse tipo de abreviaturas.
Esta técnica aplica-se à primeira ocorrência de uma abreviatura numa página Web. Ao combinar vários recursos numa única página Web, a definição por extenso da abreviatura seria apresentada no início de cada recurso. Contudo, neste caso, pode ser mais apropriado utilizar uma técnica diferente para fornecer a definição por extenso.
"O Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH) foi fundado em 1950 para fornecer protecção e assistência aos refugiados."
Os recursos são indicados apenas a título informativo, não implica que tenham sido aprovados.
Para cada abreviatura no conteúdo:
Procure a primeira utilização dessa abreviatura no componente criado.
Verifique se a primeira utilização é imediatamente precedida pela definição por extenso da abreviatura.
Verifique se a definição por extenso é a correcta para a utilização da abreviatura.
Os passo 2 e 3 são verdadeiros.
Sítios da Web que recolhem dados de utilizadores específicos do momento em que são submetidos, tais como dados de teste, e que não podem ser alterados depois de serem submetidos.
Esta técnica está relacionada com:
O objectivo desta técnica é fornecer aos utilizadores uma forma de garantir que os dados que introduzem estão correctos antes de executar uma transacção irreversível. As aplicações de testes, financeiras e legais permitem executar transacções que não podem ser "anuladas". Por conseguinte, é importante não existirem erros na submissão de dados, uma vez que o utilizador não terá a oportunidade de corrigir o erro depois de a transacção ter sido executada.
Num formulário simples de uma página, isto é fácil porque o utilizador pode rever o formulário antes de o submeter. Contudo, num formulário com várias páginas Web, os dados são recolhidos do utilizador em vários passos antes de a transacção ser executada. O utilizador pode não se lembrar de todos os dados que foram introduzidos em passos anteriores antes do passo no qual foi executada a transacção.
Uma abordagem é colocar os resultados de cada um dos passos em cache e permitir ao utilizador avançar e retroceder na navegação conforme pretendido para rever todos os dados introduzidos. Outra abordagem é fornecer um resumo de todos os dados recolhidos em todos os passos para o utilizador poder revê-los antes de terminar a transacção.
Antes do passo final que permite a execução da transacção, é pedido ao utilizador que reveja os dados introduzidos e os confirme. Depois da confirmação do utilizador, a transacção é concluída.
Uma aplicação bancária online fornece vários passos para executar uma transferência de fundos entre contas, tal como se segue:
Seleccione a conta a "transferir de".
Seleccione a conta a "transferir para".
Introduza o montante da transferência.
É fornecido um resumo da transacção que mostra as duas contas e o montante da transferência. O utilizador pode seleccionar um botão para executar a transacção ou cancelá-la.
Uma aplicação de testes fornece várias páginas de perguntas. A qualquer momento, o utilizador pode voltar às secções anteriormente preenchidas para rever e alterar as respostas. É apresentada uma página final com botões que permitem submeter ou rever as respostas.
Numa aplicação de testes ou numa aplicação que permita executar transacções financeiras ou legais e que também recolha dados dos utilizadores em vários passos:
Verifique se o utilizador pode voltar aos passos anteriores para rever e alterar os dados.
Verifique se é fornecido um resumo de todos os dados introduzidos pelo utilizador antes de ser executada a transacção e se é fornecido um método para corrigir os erros, se necessário.
Os passos 1 e 2 são verdadeiros.
Conteúdo em que as acções do utilizador eliminam o conteúdo.
Esta técnica está relacionada com:
Quando uma aplicação Web fornece a capacidade de eliminar informações, o servidor pode fornecer um meio para recuperar as informações eliminadas por engano por um utilizador. Uma abordagem é atrasar a eliminação dos dados, simplesmente marcando-os para eliminação ou movendo-os para uma área de retenção (tal como o “lixo”) e aguardar algum tempo antes de os eliminar realmente. Durante este período de tempo, o utilizador pode pedir que os dados sejam restaurados ou pode recuperá-los a partir da área de retenção. Outra abordagem é gravar todas as transacções eliminadas, de modo a que os dados possam ser restaurados se solicitado pelo utilizador, tal como no histórico de edição armazenado pelos wikis e em aplicações de controlo de origem. As informações recuperáveis armazenadas deverão ser as que são necessárias para corrigir a transacção.
Uma aplicação Web permite aos utilizadores configurar pastas e armazenar dados nas mesmas. Cada pasta e item de dados incluem uma caixa de verificação que permite seleccioná-los, e dois botões, um para mover e outro para eliminar. Se o utilizador seleccionar o botão Eliminar por engano, poderão perder-se grandes quantidades de dados. A aplicação apresenta imediatamente os dados como eliminados ao utilizador, mas agenda-os para serem verdadeiramente eliminados dentro de uma semana. Durante a semana, o utilizador pode aceder a uma pasta "itens eliminados" e pedir que qualquer pasta ou item de dados a aguardar para serem eliminados sejam restaurados.
Identifique a funcionalidade que permite eliminar conteúdo.
Elimine conteúdo e tente recuperá-lo.
Verifique se é possível recuperar informações eliminadas.
O passo 3 é verdadeiro.
Todas as tecnologias.
Esta técnica está relacionada com:
O objectivo desta técnica é permitir aos utilizador identificar o conteúdo não textual, mesmo se o conteúdo não textual pretender fornecer uma experiência sensorial específica. Por exemplo, uma pessoa surda pode querer saber como é um ficheiro de áudio – mesmo que não consiga ouvi-lo. Da mesma forma, uma pessoa cega pode querer saber qual é o tema de uma imagem visual – mesmo que não consiga vê-la.
Exemplo 1: Um quadro da Mona Lisa tem o texto alternativo "Mona Lisa, de Leonardo da Vinci".
Exemplo 2: Um ficheiro de áudio tem o texto alternativo "Estudantes do 5º ano a tocar Theremin".
Exemplo 3: Uma famosa e moderna obra de arte intitula-se "Vermelho, Azul e Amarelo, de Piet Mondrian".
Os recursos são indicados apenas a título informativo, não implica que tenham sido aprovados.
Verifique se o texto alternativo fornece um nome descritivo.
Verifique se o texto alternativo fornece um nome que tenha sido anteriormente atribuído ao conteúdo não textual pelo autor ou outro.
Os passos 1 e 2 são verdadeiros.
Todas as tecnologias que contenham texto.
Esta técnica está relacionada com:
O objectivo desta técnica é fornecer uma definição para qualquer palavra utilizada de uma forma invulgar ou restrita.
Uma palavra é utilizada de uma forma invulgar ou restrita quando:
os dicionários fornecem várias definições da palavra, mas tem de ser utilizada uma definição específica para compreender o conteúdo;
tem de ser utilizada uma definição específica para compreender o conteúdo e os dicionários apresentam essa definição como rara, arcaica, obsoleta, etc.;
o autor cria uma nova definição que tem de ser utilizada para compreender o conteúdo.
Esta técnica também pode ser utilizada para fornecer definições para jargão, ou seja, o termo especializado utilizado numa determinada profissão ou área técnica e compreendido por pessoas dessa área, mas não por pessoas fora dela.
A técnica também pode ser utilizada para definir expressões idiomáticas. Por exemplo, os falantes de uma língua que vivem numa determinada região podem utilizar expressões idiomáticas que são aceites por todas as pessoas dessa região, mas não por pessoas de outras regiões onde é falada a mesma língua.
A palavra "tecnologia" é muito utilizada para abranger tudo desde as ferramentas de pedra utilizadas pelos homens primitivos aos serviços digitais contemporâneos, tais como os telemóveis. Mas nas WCAG 2.0, a palavra tecnologia é utilizada de uma forma mais restrita: significa um mecanismo para que as instruções codificadas sejam apresentadas, reproduzidas ou executadas por agentes de utilizador, incluindo as linguagens de marcação, os formatos de dados e as linguagens de programação utilizados na produção e fornecimento de conteúdo da Web.
A palavra "éter" é definida como uma substância que ocupava o espaço interplanetário: "Ele acreditava que o som viajava através do éter".
A palavra "controlador" é definida como software que contém instruções específicas para uma impressora: "Pode ser necessário actualizar o controlador para a impressora."
Algumas pessoas dizem "spill the beans" (dar com a língua nos dentes) quando querem dizer "revelar um segredo", por ex., "Na esquadra, o Joe deu com a língua nos dentes sobre o plano para raptar o Primeiro-Ministro."
Este exemplo utiliza parênteses para fornecer a definição de uma expressão idiomática em japonês. A frase em japonês diz "he throws a spoon" (ele atira uma colher). Significa que não havia nada que ele pudesse fazer e que, finalmente, desistiu.
さじを投げる(どうすることもできなくなり、あきらめること)。
Os utilizadores podem não compreender o significado de uma palavra desconhecida adoptada de outro idioma: "We need to leave town pronto" (rapidamente) (Precisamos de deixar a cidade pronto (rapidamente).
Em japonês, Kata-kana é utilizado para palavras estrangeiras adoptadas. Se as palavras forem desconhecidas para os utilizadores, forneça o significado ou tradução para que os utilizadores possam compreendê-las.
アクセシビリティ(高齢者・障害者を含む全ての人が利用できること)は、Webサイトに不可欠である。
Tradução: A "acessibilidade" (pode ser acedido por todos os utilizadores, incluindo por pessoas mais velhas e por pessoas com incapacidades) é um aspecto essencial dos sítios da Web.
レイアウトテーブルとCSSの併用をハイブリッド(複合型)という。
Tradução: A utilização da tabela de esquema com o CSS é designada por "híbrido" (combinação de várias formas).
Não existem recursos disponíveis para esta técnica.
Para cada palavra ou frase utilizadas de uma forma invulgar ou restrita:
Verifique se é fornecida uma definição para a palavra ou frase
O passo 1 é verdadeiro.
Todas as tecnologias que contenham texto.
Esta técnica está relacionada com:
O objectivo desta técnica é fornecer as informações necessárias para compreender uma abreviatura.
Uma abreviatura é a forma abreviada de uma palavra, frase ou nome. Para a maioria das abreviaturas, fornecer a palavra, a frase ou o nome completos é suficiente.
Algumas abreviaturas representam palavras ou frases que são "emprestadas" de um idioma estrangeiro. Por exemplo, muitas das abreviaturas normalmente utilizadas em inglês derivam de frases latinas, tal como a pequena lista de exemplos apresentada abaixo. A definição por extenso só é aqui fornecida como informação secundária. Para esta categoria de abreviaturas, é mais útil fornecer uma explicação do que a definição por extenso original, e a explicação da abreviatura é fornecida em vez da definição por extenso.
| Abreviatura | Definição por extenso em latim | Explicação |
|---|---|---|
| a.m. | ante meridiem | antes do meio-dia; de manhã |
| p.m. | post meridiem | depois do meio-dia, à tarde |
| e.g. | exempli gratia | por exemplo |
| cf | confer/conferatur | comparar |
Se as abreviaturas não necessitarem de uma definição por extenso (por exemplo, porque a definição por extenso original tem sido rejeitada pela organização à qual se refere, ou se a abreviatura se tiver tornado parte da língua), forneça uma explicação, se apropriado, ou trate a abreviatura como uma palavra que não necessita de explicação.
Algumas abreviaturas têm mais de um significado, e o significado depende do contexto. Por exemplo, ADA significa "American Dental Association" (Associação Dentária Americana) num contexto e "Americans with Disabilities Act" (Legislação sobre os Americanos com Incapacidades) noutro. Apenas será necessário fornecer a definição por extenso relevante para o contexto.
Na frase seguinte, seria fornecida a explicação "por exemplo" para "e.g.": Os alunos que participam em desportos de equipa, e.g., basquetebol ou futebol, têm de definir os seus horários consoante os horários dos treinos.
Alguns idiomas (incluindo o inglês e o holandês) adoptaram o acrónimo ABS (Antiblockiersystem: anti-lock brakes) do alemão. É fornecida uma explicação (anti-lock brakes - "sistema de travagem antibloqueio"), em vez da definição por extenso.
Os exemplos de acrónimos que já não têm definições por extenso incluem
SIL, que significava "Summer Institute of Linguistics", é agora um substantivo no seu próprio direito. Consulte História sobre SIL(página em inglês).
IMS, que significa "Instructional Management Systems", é agora um substantivo no seu próprio direito.
Para esta categoria de exemplos, é suficiente uma breve explicação sobre o que é ou faz a organização.
A expressão holandesa "'s nachts" que significa "à noite" era originalmente uma abreviatura de "des nachts". Na língua holandesa actual, a palavra "des" já é pouco utilizada e é entendida como sendo um arcaísmo. Fornecer uma definição por extenso podia ser confuso. Não é fornecida uma definição por extenso de "'s nachts".
A expressão inglesa "o'clock" era originalmente uma abreviatura de "of the clock". Entretanto, "o'clock" tornou-se parte da língua inglesa e não é necessário fornecer uma definição por extenso.
Os recursos são indicados apenas a título informativo, não implica que tenham sido aprovados.
Para cada abreviatura existente no conteúdo,
Se não existir nenhuma definição por extenso da abreviatura, é fornecida uma explicação.
Se a definição por extenso da abreviatura estiver num idioma diferente do conteúdo, é fornecida uma explicação.
Caso contrário, é fornecida uma definição por extenso.
Todos os passos acima são verdadeiros.
Todas as tecnologias.
Esta técnica está relacionada com:
O objectivo desta técnica é fornecer ilustrações visuais que ajudem os utilizadores com incapacidades de leitura a compreender texto complexo que descreva conceitos ou processos. As ilustrações são fornecidas para além do texto.
Os utilizadores com incapacidades que dificultam a descodificação de palavras e orações têm mais probabilidade de ter dificuldades na leitura e compreensão de texto complexo. Os gráficos, os diagramas, as animações, as fotografias, os organizadores de gráficos ou outros conteúdos visuais ajudam, muitas vezes, os utilizadores. Por exemplo:
Os gráficos ajudam os utilizadores a compreender dados complexos.
Os diagramas, os organigramas, os vídeos e as animações ajudam os utilizadores a compreender processos.
Os mapas de conceitos e outros organizadores de gráficos ajudam os utilizadores a compreender como as ideias se relacionam entre si.
As fotografias, os desenhos e os vídeos podem ajudar os utilizadores a compreender eventos naturais ou históricos, ou objectos.
Um relatório anual indica vários factores que influenciaram o desempenho da empresa no ano passado. O relatório também inclui gráficos e diagramas que ilustram como estes factores interagem. Cada gráfico ou diagrama tem uma alternativa em texto, conforme exigido pelo Critério de Sucesso 1.1.1. Cada um deles tem igualmente um número na respectiva legenda (por ex., “Figura 7"). Estes números são utilizados no texto para fazer referência aos gráficos ou aos diagramas.
A documentação online de um produto inclui instruções passo a passo. Cada passo é ilustrado por uma captura de ecrã que mostra o aspecto visual do ecrã. Cada captura de ecrã tem alternativas em texto, conforme exigido pelo Critério de Sucesso 1.1.1.
Um sítio da Web fala sobre o tsunami de 2004. O sítio da Web descreve como o tsunami afectou vários locais à volta do Oceano Índico e inclui fotografias da devastação em cada área, em que cada fotografia tem uma alternativa em texto, conforme exigido pelo Critério de Sucesso 1.1.1. O sítio da Web também explica o que acontece debaixo de água durante um tsunami. A explicação é acompanhada por uma animação que mostra como ocorre um tsunami e como se espalha pelo oceano. A animação tem uma alternativa em texto, conforme exigido pelo Critério de Sucesso 1.1.1.
Os recursos são indicados apenas a título informativo, não implica que tenham sido aprovados.
Hall, T. e Strangman, N. CAST: Organizadores de Gráficos. De 5 de Abril de 2005 de Publicações NCAC(página em inglês). Este artigo ilustra vários e diferentes tipos de organizadores de gráficos, explica como cada tipo pode ser útil e resume conclusões de investigações que mostram que os organizadores de gráficos ajudam na aprendizagem, especialmente entre estudantes com incapacidades aprendizagem.
Tufte, Edward. Informações visionárias. Cheshire, Conn.: Graphics Press. 1990.
Tufte, Edward. A apresentação visual de informações quantitativas. Cheshire, Conn.: Graphics Press. 1983.
Tufte, Edward. Explicações visuais: imagens e números, depoimentos e relatos. Cheshire, Conn.: 1997.
(actualmente, não existe nenhuma indicada)
Identifique texto que apresente ideias ou processos que têm de ser compreendidos para utilizar o conteúdo.
Verifique se as ilustrações visuais estão disponíveis no conteúdo ou através de links existentes no mesmo.
Verifique se as ilustrações visuais mostram os conceitos ou processos apresentados no texto.
Os passos 2 e 3 são verdadeiros.
Páginas Web que necessitem de autenticação por parte do utilizador e limitem o tempo disponível para submeter os dados.
Esta técnica está relacionada com:
Os servidores da Web que necessitam de autenticação por parte do utilizador terminam muitas vezes a sessão depois de um período de tempo definido se não houver nenhuma acção do utilizador. Se o utilizador não conseguir introduzir os dados suficientemente rápido e a sessão expirar antes de os dados serem submetidos, o servidor irá solicitar uma nova autenticação antes de prosseguir. Quando tal acontece, o servidor armazena os dados numa cache temporária enquanto o utilizador inicia a sessão, e depois de o utilizador ter efectuada a nova autenticação, os dados são disponibilizados a partir da cache e o formulário é processado como se a sessão nunca tivesse expirado. O servidor não mantém a cache indefinidamente, apenas durante o tempo suficiente para garantir o êxito após uma nova autenticação numa sessão de um só utilizador, tal como um dia.
Um utilizador iniciou sessão para utilizar um fórum e responder a uma mensagem. O tempo que demorou a responder é superior ao tempo permitido pelo servidor para uma sessão de inactividade. O utilizador submete a resposta e é informado de que a sessão expirou, tendo de iniciar sessão novamente para submeter a resposta. A resposta do utilizador é guardada pelo servidor e se o utilizador efectuar o início de sessão com êxito, a resposta é processada normalmente. Se não for possível iniciar a sessão com êxito, a resposta será rejeitada.
O utilizador iniciou sessão numa área protegida e preenche um formulário. A sessão expira por motivos de segurança. Os dados do formulário são guardados pelo servidor e o utilizador é informado de que a sessão expirou, tendo de iniciar sessão novamente. Se a sessão for iniciada com êxito, o formulário é apresentado com todos os dados anteriormente introduzidos e o utilizador pode submeter o formulário. Se não for possível iniciar a sessão com êxito, os dados do formulário serão rejeitados.
Num sítio da Web que necessite que o utilizador inicie sessão para submeter os dados,
Inicie sessão e dê início à actividade temporizada.
Permita que a sessão expire.
Submeta os dados.
Efectue a nova autenticação.
Verifique se é possível prosseguir e concluir o processo sem perder os dados, incluindo os dados originais e todas as alterações efectuadas após a nova autenticação.
O passo 5 é verdadeiro.
Aplica-se a todas as tecnologias.
Esta técnica está relacionada com:
O objectivo desta técnica é fornecer um método de activação de funcionalidades que seja previsível pelo utilizador. Os utilizadores com incapacidades cognitivas e os que utilizam leitores ou ampliadores de ecrã podem ficar confusos com um evento inesperado, tal como a submissão automática de um formulário ou a activação de uma função que provoque uma alteração de contexto.
Com esta técnica, todas as alterações de contexto serão accionadas apenas mediante uma acção específica por parte do utilizador. Além disso, essa acção pode ser uma das que normalmente provoca alterações no contexto, tal como clicar num link ou pressionar um botão Submeter. As acções que simplesmente movem o foco para um elemento não provocarão nenhuma alteração de contexto.
Uma página só apresenta uma nova janela quando o utilizador clica (ou utiliza a barra de espaços) num botão, em vez de utilizar o foco para apresentar uma nova janela.
É utilizado um botão Submeter para avançar para o ecrã seguinte de entrada de dados, em vez de o ecrã seguinte aparecer automaticamente quando o utilizador utiliza a tecla de tabulação para percorrer até um botão Concluído.
Não existem recursos disponíveis para esta técnica.
(actualmente, não existe nenhuma indicada)
Utilizando um teclado, desloque ciclicamente o foco por todo o conteúdo.
Verifique se não ocorrem nenhumas alterações de contexto quando um componente recebe o foco.
O passo 2 é verdadeiro.
Tecnologias de marcação onde é possível revelar o nome e a função, permitir que as propriedades definidas pelo utilizador possam ser directamente definidas e fornecer notificações de alterações.
Esta técnica está relacionada com:
O objectivo desta técnica é permitir que a tecnologia de apoio compreenda o conteúdo da Web de modo a transmitir ao utilizador informações equivalentes, através de uma interface de utilizador alternativa, permitindo-lhe utilizar controlos através da TA.
Esta técnica implica a utilização de funcionalidades normais, documentadas e suportadas para apresentar estas propriedades à TA. Baseia-se no facto de estes controlos normais, em browsers normais, cumprirem os requisitos.
Estas suposições são boas para HTML e também podem ser apropriadas para outras tecnologias.
Mesmo quando os componentes suportam acessibilidade, é essencial que algumas informações sejam fornecidas pelo autor. Por exemplo, um controlo pode ter a capacidade de fornecer um nome, mas o autor tem à mesma de fornecer o nome. Contudo, o atributo role pode já ter sido fornecido, uma vez que se trata de um componente normal com uma função fixa.
Exemplo 1: Uma página Web escrita em HTML ou XHTML utiliza controlos de formulário e identifica o controlo de formulário mediante o atributo title. O agente de utilizador cria informações sobre estes controlos, incluindo o nome, disponíveis para a tecnologia de apoio através do DOM e de uma API de Acessibilidade específica da plataforma.
Os recursos são indicados apenas a título informativo, não implica que tenham sido aprovados.
Examine visualmente a marcação ou utilize uma ferramenta.
Verifique se é utilizada a marcação correcta, de modo a que o nome e a função para cada interface de utilizador possam ser determinados.
Verifique se é utilizada a marcação correcta, de modo a que os componentes da interface de utilizador que aceitam entradas de dados por parte do utilizador possam ser utilizados a partir da TA.
Os passos 2 e 3 são verdadeiros para cada componente da interface de utilizador.
Aplica-se a todas as tecnologias.
Esta técnica está relacionada com:
O objectivo desta técnica é permitir redireccionamentos do lado do cliente sem confundir o utilizador. Preferencialmente, os redireccionamentos são implementados do lado do servidor (consulte SVR1: Implementar redireccionamentos automáticos no lado do servidor em vez de no lado do cliente (SERVIDOR) ), uma vez que um redireccionamento do lado do servidor não faz com que o novo conteúdo seja apresentado antes de o servidor enviar o conteúdo localizado no novo URI. Contudo, os autores nem sempre têm controlo sobre as tecnologias do lado do servidor; nesse caso, podem utilizar um redireccionamento do lado do cliente. Um redireccionamento do lado do cliente é implementado por código dentro do conteúdo que dá instruções ao agente de utilizador para obter o conteúdo a partir de um URI diferente. É importante que a página de redireccionamento ou a página Web apenas incluam informações relacionadas com o redireccionamento.
Em HTML 4.x e XHTML 1.x, é possível implementar um redireccionamento do
lado do cliente utilizando o elemento meta : consulte H76: Utilizar
meta refresh para criar um redireccionamento imediato do lado do cliente
(HTML) .
Os recursos são indicados apenas a título informativo, não implica que tenham sido aprovados.
Encontre todos os links ou referências programáticas para outra página ou página Web.
Para cada link ou referência programática, verifique se a página Web referenciada inclui um código (por ex., um elemento meta ou um script) que provoque um redireccionamento do lado do cliente.
Para cada link ou referência programática que provoque um redireccionamento do lado do cliente, verifique se o redireccionamento é implementado sem um limite de tempo ou atraso e se a página apenas inclui informações relacionadas com o redireccionamento.
O passo 2 é falso ou o passo 3 é verdadeiro.
Todas as tecnologias que suportem imagens.
Esta técnica está relacionada com:
O objectivo desta técnica é garantir que, quando forem utilizadas cores diferentes para transmitir informações no conteúdo não textual, sejam incluídos padrões para transmitir as mesmas informações de um modo que não dependa da cor.
Um sítio da Web de bens imobiliários fornece um gráfico de barras dos preços médios das casas em várias regiões dos Estados Unidos. A barra correspondente a cada região é apresentada com uma só cor diferente e um padrão diferente. Existe contraste suficiente entre as cores únicas e as cores dos padrões para cumprir o Critério de Sucesso 1.4.1. A legenda utiliza as mesmas cores e padrões para identificar cada barra.
Um mapa online de um sistema de transportes apresenta cada itinerário numa cor diferente. As paragens em cada itinerário estão assinaladas com um ícone identificativo, tal como um losango, um quadrado ou um círculo para ajudar a diferenciar cada itinerário.
Um organigrama descreve um conjunto de passos repetidos para executar um processo. Utiliza linhas tracejadas e setas com um fundo verde para apontar para o passo seguinte do processo quando a condição especificada é aceite. Utiliza setas tracejadas com um fundo vermelho para apontar para o passo seguinte do processo quando a condição especificada falha. Existe contraste suficiente entre a linha e as cores de fundo para cumprir o Critério de Sucesso 1.4.1.
O conteúdo inclui um jogo interactivo. As peças do jogo para os 4 jogadores distinguem-se umas das outras pela cor e pelo padrão.
Não existem recursos disponíveis para esta técnica.
Para cada imagem na página Web que utilize cores diferentes para transmitir informações:
Verifique se todas as informações que são transmitidas utilizando cores também são transmitidas utilizando padrões que não se baseiam na cor.
O passo 1 é verdadeiro.
Todas as tecnologias que contenham texto.
Esta técnica está relacionada com:
O objectivo desta técnica é fornecer uma definição no contexto para qualquer palavra utilizada de uma forma invulgar ou restrita. A definição é fornecida no texto, imediatamente antes ou depois de a palavra ser utilizada. A definição pode ser incluída na mesma oração da palavra que está a ser definida, ou numa oração separada.
Ele acreditava que o som viajava através do éter, que era visto como uma substância que ocupava o espaço interplanetário.
Pode ser necessário actualizar o controlador para a impressora (o controlador é software que contém instruções específicas para a impressora).
Definição: As palavras-chave "tem", "não tem", "exigido", "deve", "não deve", "deveria", "não deveria", "recomendado", "pode" e "opcional" nesta especificação têm de ser interpretadas conforme descrito em RFC 2119(página em inglês).
Este exemplo utiliza parênteses para fornecer a definição de uma expressão idiomática em japonês. A frase em japonês diz "he throws a spoon" (ele atira uma colher). Significa que não havia nada que ele pudesse fazer e que, finalmente, desistiu.
さじを投げる(どうすることもできなくなり、あきらめること)。
Não existem recursos disponíveis para esta técnica.
Para cada palavra ou frase utilizadas de uma forma invulgar ou restrita:
Verifique se a palavra é definida no texto antes ou depois da primeira ocorrência da palavra.
O passo 1 é verdadeiro.
Linguagens de marcação, incluindo HTML 4.01, XHTML 1.x
Esta técnica está relacionada com:
O objectivo desta técnica é marcar a estrutura do conteúdo da Web utilizando os elementos semantic apropriados. Por outras palavras, os elementos são utilizados de acordo com o seu significado, não pelo seu aspecto visual.
A utilização dos elementos semantic apropriados irá garantir que a estrutura esteja disponível para o agente de utilizador. Isto implica indicar explicitamente o papel que diferentes unidades têm na compreensão do significado do conteúdo. A natureza de um bloco de conteúdo, tal como um parágrafo, um cabeçalho, texto realçado, uma tabela, etc. pode ser indicada desta forma. Em alguns casos, as relações entre unidades de conteúdo também devem ser indicadas, tal como entre cabeçalhos e subcabeçalhos, ou entre as células de uma tabela. O agente de utilizador pode assim tornar a estrutura perceptível ao utilizador, por exemplo, utilizando uma apresentação visual diferente para diferentes tipos de estruturas ou utilizando uma voz ou grau de inclinação diferentes numa apresentação em auditório.
Em HTML, por exemplo, os elementos ao nível da frase, tais como
em, abbre cite adicionam informações
de semântica nas orações, assinalando texto para realce e identificando
abreviaturas e citações, respectivamente. MathML, uma linguagem de marcação
concebida para manter distinções importantes entre a estrutura e a
apresentação na matemática, inclui uma marcação de “apresentação”
especial para as numerações complexas utilizadas para representar ideias
matemáticas, bem como uma marcação de “conteúdo” (semântica) para as
próprias ideias matemáticas.
Um parágrafo contém uma hiperligação para outra página. A
hiperligação é marcada utilizando o elemento a .
Código Exemplo:
<p>Do you want to try our new tool yourself? A free
demonstration version is available in our
<a href="download.html">download section</a></p>
Uma página sobre a história do casamento utiliza uma citação do romance
"Orgulho e Preconceito" de Jane Austen como exemplo. A referência ao livro é
marcada utilizando o elemento cite e a própria citação é
marcada utilizando o elemento blockquote .
Código Exemplo:
<p>Marriage was considered a logical step for a bachelor,
as can be seen in the first chapter of the novel
<cite>Pride and Prejudice</cite>:</p>
<blockquote>
<p>It is a truth universally acknowledged, that a single man in
possession of a good fortune, must be in want of a wife.</p>
<p>However little known the feelings or views of such a man may
be on his first entering a neighbourhood, this truth is so well
fixed in the minds of the surrounding families, that he is considered
the rightful property of some one or other of their daughters.</p>
</blockquote>
Um manual do automóvel explica como ligar o motor. As instruções incluem
um aviso para se certificar de que o automóvel está em ponto morto. O autor
acha que o aviso é tão importante que deve ser realçado e, como tal, o aviso
é marcado utilizando o elemento strong .
Código Exemplo:
<h1>How to start the engine</h1>
<p>Before starting the engine, <strong>make sure the gear
is in neutral</strong>. Next, turn the key in the ignition.
The engine should start.</p>
Este exemplo mostra como utilizar os elementos em e
strong para realçar texto.
Código Exemplo:
<p>What she <em>really</em> meant to say was,
"This is not ok, it is <strong>excellent</strong>!"</p>
Código Exemplo:
<style type="text/css">
.vocab {
background-color:cyan;
font-style:normal;
}
</style>
.......
<p>New vocabulary words are emphasized and highlighted
with a cyan background</p>
<p>The <em class="vocab">scathing </em> review of the play
seemed a bit too harsh. .... </p>
Os recursos são indicados apenas a título informativo, não implica que tenham sido aprovados.
Linguagem de Marcação Matemática (MathML) Versão 2.0, Segunda Edição
Livro de Jeffrey Zeldman "Designing with Web standards" (página em inglês)
Artigo do Grupo de Design da Web "Estilo do documento: Utilize a marca correcta para a tarefa" (página em inglês)
Verifique se existem partes do conteúdo que tenham uma função semântica.
Para cada parte que tenha uma função semântica, se existir uma marcação correspondente na tecnologia, verifique se o conteúdo foi marcado utilizando essa marcação semântica.
O passo 2 é verdadeiro.
Tecnologias que suportem variações na apresentação visual do texto.
Esta técnica está relacionada com:
O objectivo desta técnica é garantir que as informações transmitidas através de variações na formatação do texto são transmitidas igualmente no texto. Quando o aspecto visual do texto varia para transmitir informações, indique a informação explicitamente no texto. As variações no aspecto visual podem ser efectuadas através de alterações no tipo e tamanho de letra, no sublinhado, no rasurado e vários outros atributos de texto. Quando estes tipos de variações transmitem informações, essas informações necessitam de estar disponíveis em qualquer outra parte do conteúdo através de texto. A introdução de secções adicionais no documento ou uma descrição em linha, em que ocorre a variação na apresentação do texto, podem ser utilizadas para transmitir as informações.
Quando uma oração do documento original incluir uma palavra ou frase que têm de ser utilizadas no resumo, essa palavra ou frase são apresentadas num tipo de letra diferente do resto da oração. Uma secção separada também indica todas as palavras e frases que têm de ser utilizadas no resumo.
Foram feitos vários rascunhos de um documento online. As introduções estão sublinhadas e as eliminações estão rasuradas. No fim do rascunho, um "histórico das alterações" indica todas as alterações efectuadas a cada rascunho.
Não existem recursos disponíveis para esta técnica.
Encontre itens nos quais são utilizadas variações na apresentação do texto para transmitir informações.
Para esses itens, verifique se as informações transmitidas visualmente também são indicadas explicitamente no texto.
O passo 2 é verdadeiro.
Todas as tecnologias.
Esta técnica está relacionada com:
O objectivo desta técnica é disponibilizar a pronúncia de uma palavra, fornecendo a pronúncia a seguir à palavra, no mínimo, na sua primeira ocorrência numa página Web.
Quando uma página Web contém palavras que se escrevem da mesma maneira, mas têm pronúncias diferentes, esta técnica não é apropriada para fornecer a pronúncia, a menos que seja fornecida para cada ocorrência.
Esta técnica aplica-se à primeira ocorrência de uma abreviatura numa página Web. Ao combinar vários recursos numa única página Web, a abreviatura seria definida por extenso no início de cada recurso. Contudo, neste caso, é mais apropriado utilizar uma técnica diferente para fornecer a definição por extenso.
No exemplo seguinte de texto em japonês, as informações que fornecem a pronúncia em caracteres Han (Kanji) são apresentadas entre parênteses imediatamente a seguir ao texto.
Código Exemplo:
<p> 慶應大学 (けいおうだいがく) </p>
Não existem recursos disponíveis para esta técnica.
Para cada palavra que necessite de informações sobre a pronúncia:
Procure a primeira ocorrência dessa palavra na página Web.
Verifique se a primeira ocorrência é imediatamente seguida pela pronúncia da palavra.
O passo 2 é verdadeiro.
Todas as tecnologias que incluam links.
Esta técnica está relacionada com:
O objectivo desta técnica é disponibilizar a pronúncia de uma palavra, fornecendo informações sobre a pronúncia, na mesma página Web ou noutra, e estabelecendo uma ligação, através de um link, entre o item e a sua pronúncia.
Uma palavra tem um link para a sua entrada num dicionário que inclui informações sobre a pronúncia.
Uma palavra tem um link para um ficheiro de áudio que irá ler a pronúncia.
Uma palavra tem um link para a sua entrada num dicionário de pronúncias.
Uma palavra tem um link para uma representação IPA (Alfabeto Fonético Internacional) da sua pronúncia.
Uma palavra tem um link para uma soletração fonética clara da pronúncia.
Não existem recursos disponíveis para esta técnica.
Para cada palavra que necessite de informações sobre a pronúncia:
Verifique se, no mínimo, a primeira ocorrência do item é um link.
Verifique se cada link conduz a informações sobre a pronúncia do item.
Todos os passos são verdadeiros.
Todas as tecnologias que suportem cor e texto.
Esta técnica está relacionada com:
O objectivo desta técnica é combinar sinais de aviso a cores e de texto ou de caracteres para transmitir informações. A maioria dos utilizadores consegue pesquisar rapidamente o conteúdo para localizar as informações transmitidas utilizando cores diferentes. Os utilizadores que não conseguem distinguir as cores podem procurar ou ouvir sinais de aviso de texto. As pessoas que utilizam apresentações em braille ou outras interfaces tácteis podem detectar sinais de aviso de texto através do toque.
As instruções para um formulário online indicam: "Os campos obrigatórios
são apresentados a vermelho e assinalados com (obrigatório)". O sinal de
aviso "(obrigatório)" está incluído no elemento label .
Código Exemplo:
<label for="lastname" class="required">Last name(required):</label>
<input id="lastname" type="text" size="25" value=""/>
.required {
color=red;
}
Não existem recursos disponíveis para esta técnica.
Para qualquer conteúdo no qual sejam utilizadas cores diferentes para transmitir informações:
Verifique se as mesmas informações estão disponíveis através de sinais de aviso de texto ou de caracteres.
O passo 1 é verdadeiro.
Todas as tecnologias que incluam links.
Esta técnica está relacionada com:
O objectivo desta técnica é fornecer um mecanismo para ignorar um bloco de conteúdo, passando para o fim do bloco. O primeiro link do bloco, ou o link imediatamente antes do bloco, move o foco para o conteúdo imediatamente a seguir ao bloco. Ao activar o link, o foco do teclado avança para o bloco. Quando existirem vários blocos para ignorar, o utilizador passa de bloco em bloco através destes links.
As páginas no sítio da Web de uma organização incluem uma barra de navegação ou menu principal que incluem links para as secções mais importantes do sítio da Web, o mapa do sítio da Web, informações sobre a organização e com contactar as organização. O primeiro link nesta área intitula-se "Ignorar Links de Navegação". Um utilizador activa o link para ignorar estes links.
Um livro contém um índice que está dividido num conjunto de páginas. No conteúdo, no início de cada página do índice, existem links para cada letra do alfabeto, que conduzem ao índice em que as entradas começam com essa letra. O primeiro link do conjunto intitula-se "Ignorar Links até ao Índice". Um utilizador activa este link para ignorar os links.
Todas as páginas de um sítio da Web incluem uma secção que contém links para o mapa do sítio da Web, informações sobre a organização e como contactar a organização. Todas as páginas em cada secção do sítio da Web também contêm um conjunto de links para as respectivas subsecções. O primeiro link no primeiro bloco intitula-se "Ignorar Links de Navegação", que permite ignorar o primeiro conjunto de links. O primeiro link no segundo bloco intitula-se "Ignorar Links de Secções", que permite ignorar os links de subsecções.
Este exemplo demonstra a utilização de elementos Heading no início de
cada secção (H69) e os links que permitem avançar para o fim de cada
secção. Isto permite às pessoas ignorar blocos de conteúdo repetido
utilizando navegação por teclado ou por título, consoante as capacidades dos
agentes de utilizador. Tenha em atenção que algumas secções do conteúdo
estão moldadas num elemento div para solucionar uma limitação
do Internet Explorer (consulte Notas dos Agentes de Utilizador para Criar links
HTML para ignorar blocos de conteúdo (futuro link)).
Código Exemplo:
<p><a href="#content">Content title</a></p>
<h2>Main Navigation</h2>
<ul>
<li><a href="#subnav">Sub Navigation</a></li>
<li><a href="/a/">Link A</a></li>
<li><a href="/b/">Link B</a></li>
<li><a href="/c/">Link C</a></li>
...
<li><a href="/j/">Link J</a></li>
</ul>
<div class="iekbfix">
<h2 id="subnav">Sub Navigation</h2>
<ul>
<li><a href="#ultranav">Ultra Sub Navigation</a></li>
<li><a href="/suba/">Sub A</a></li>
<li><a href="/subb/">Sub B</a></li>
<li><a href="/subc/">Sub C</a></li>
...
<li><a href="/subj/">Sub J</a></li>
</ul>
</div>
<div class="iekbfix">
<h2 id="ultranav">Ultra Sub Navigation</h2>
<ul>
<li><a href="#content">Content title</a></li>
<li><a href="/ultraa/">Ultra A</a></li>
<li><a href="/ultrab/">Ultra B</a></li>
<li><a href="/ultrac/">Ultra C</a></li>
...
<li><a href="/ultraj/">Ultra J</a></li>
</ul>
</div>
<div>
<h2 id="content">Content title</h2>
<p>Now that I have your attention...</p>
</div>
E o CSS.
Código Exemplo:
div.iekbfix {
width: 100%;
}
Os recursos são indicados apenas a título informativo, não implica que tenham sido aprovados.
Verifique se um link é o último controlo que pode receber foco antes do bloco de conteúdo repetido ou do primeiro link do bloco.
Verifique se a descrição do link informa que permite ignorar o bloco.
Verifique se o link está sempre visível ou só está visível quando recebe foco do teclado.
Verifique se activar o link move o foco para o conteúdo imediatamente a seguir ao bloco.
Verifique se, depois de activar o link, o foco do teclado se moveu para o conteúdo imediatamente a seguir ao bloco.
Todos os passos acima são verdadeiros.
Todas as tecnologias que incluam links.
Esta técnica está relacionada com:
O objectivo desta técnica é fornecer um mecanismo para saltar blocos de material através do fornecimento de uma lista de links para as diferentes secções do conteúdo. Os links desta lista, tal como um pequeno índice no início do conteúdo, colocam o foco nas diferentes secções do conteúdo. Esta técnica é particularmente útil para páginas com muitas secções independentes, tais como portais. Também pode ser combinada com outras técnicas para saltar blocos numa secção.
Num sítio, todas as páginas Web começam com três links que conduzem até ao conteúdo principal dessas mesmas páginas, ao campo de procura e à barra de navegação.
Os recursos são indicados apenas a título informativo, não implica que tenham sido aprovados.
Para cada link do conjunto de links fornecido para esta finalidade:
Verifique se os únicos controlos na página Web que precedem o link são outros links do conjunto.
Verifique se a descrição de cada link informa que o mesmo conduz a uma secção do conteúdo.
Verifique se o link está sempre visível ou só está visível quando recebe foco do teclado.
Verifique se a activação do link move o foco para essa secção do conteúdo.
Todos os passos acima são verdadeiros.
Todas as tecnologias que incluam links.
Esta técnica está relacionada com:
O objectivo desta técnica é tornar possível aos utilizadores a localização de informações adicionais, fornecendo links para as páginas Web relacionadas. É uma de várias técnicas para localizar conteúdo considerada de tipo suficiente para abordar o Critério de Sucesso 2.4.5. Os links são um componente básico da World Wide Web e são o mecanismo que faz da Internet uma "teia" interligada de conteúdo. A maioria dos autores utiliza esta técnica automaticamente ao criar páginas Web.
As Directrizes de Acessibilidade para o Conteúdo da Web 2.0 incluem links para definições de termos utilizados nas directrizes e nos Critérios de Sucesso, links para documentos que explicam como cumprir diferentes Critérios de Sucesso, um índice para cada secção com links para diferentes subsecções dessa secção e uma Comparação dos pontos de verificação das WCAG 1.0 com as WCAG 2.0 (página em inglês). À medida que os utilizadores navegam no documento, podem seguir estes links para encontrar informações relacionadas.
Os recursos são indicados apenas a título informativo, não implica que tenham sido aprovados.
Para cada link na página Web:
Verifique se o link conduz às informações relacionadas.
O passo 1 é verdadeiro.
Todas as tecnologias que incluam links.
Esta técnica está relacionada com:
O objectivo desta técnica é fornecer uma lista de links para todas as páginas Web do conjunto em cada página Web. É uma de várias técnicas para localizar conteúdo considerada de tipo suficiente para abordar o Critério de Sucesso 2.4.5. Esta técnica só é eficaz para pequenos conjuntos de páginas Web; se a lista de links for mais longa do que o resto do conteúdo da página Web, pode dificultar a compreensão e a utilização da página Web para os utilizadores.
Nota: O Critério de Sucesso 2.4.1 requer uma técnica para ignorar esta lista de links.
O sítio da Web de uma família inclui páginas iniciais para todos os membros da família. Cada página contém uma lista de links para as páginas iniciais dos restantes membros da família.
Um livro electrónico está dividido em páginas Web separadas para cada capítulo. Cada página Web começa com um pequeno índice que contém links para todos os capítulos do livro.
Não existem recursos disponíveis para esta técnica.
Verifique se cada página Web contém uma lista de links para as outras páginas do sítio da Web.
Verifique se os links da lista conduzem às páginas Web correspondentes.
Verifique se a lista contém um link para todas as páginas do sítio da Web.
Todos os passos acima são verdadeiros.
Todas as tecnologias.
Esta técnica está relacionada com:
O objectivo desta técnica é permitir aos utilizadores identificar a
relação entre a página Web actual e outras páginas Web do mesmo conjunto
(por ex., no mesmo sítio da Web). Em alguns casos, isto pode ser feito de
forma programática, por exemplo, utilizando o atributo rel do
elemento link em HTML. Noutros casos, as informações são
fornecidas, incluindo as informações relevantes no título da página Web.
Um sítio da Web de grandes dimensões inclui lições práticas e materiais de referência para várias tecnologias. O título de cada página Web inclui o nome do subsítio da Web, bem como da organização que produz o sítio da Web.
Uma página Web inclui metadados que a identificam como o índice de um conjunto de documentos. Os metadados para cada documento do conjunto identificam a posição do documento no conjunto e fornecem uma referência para o índice.
Um manual escolar online está dividido em capítulos. O título de cada página Web inclui o número e o título do capítulo, bem como o título do manual escolar.
Não existem recursos disponíveis para esta técnica.
Verifique se o título da página Web descreve a relação da mesma com o conjunto ao qual pertence.
Verifique se a página Web inclui metadados que identificam a relação da página Web com o conjunto ao qual pertence.
Os passos 1 e 2 são verdadeiros.
Todas as tecnologias.
Esta técnica está relacionada com:
O objectivo desta técnica é ajudar a orientar o utilizador, fornecendo informações sobre a localização actual através do componente de navegação da interface de utilizador. Esta técnica é especialmente útil quando as páginas Web são passos numa tarefa que têm de ser processados por ordem. Fornecer esta indicação ajuda o utilizador a compreender melhor o local onde se encontra na sequência. A localização pode ser indicada adicionando um ícone ou texto, ou alterando o estado do item.
Uma página Web implementa uma navegação tipo painel de separadores. Uma lista de separadores do painel é apresentada horizontalmente na página. O conteúdo actual é apresentado num painel abaixo da lista dos separadores do painel. Quando o utilizador navega até um determinado separador do painel e o selecciona, o conteúdo do painel é actualizado para reflectir o tópico do separador seleccionado. Além disso, a cor de fundo predefinida do separador seleccionado muda, e é apresentado um ícone de marca de verificação junto ao texto do painel de separadores para indicar que é o painel activo. O ícone de marca de verificação inclui uma alternativa em texto apropriada.
O esquema de uma página Web utiliza um conjunto de frames e frames. Um dos frames é designado como o frame de navegação e outro frame apresenta o conteúdo do sítio da Web. Quando o utilizador selecciona um link no frame de navegação, as informações relacionados com o link são apresentadas no frame de conteúdo. O texto para o item seleccionado no frame de navegação é actualizado com um asterisco para indicar que é o tópico seleccionado.
A barra de navegação de um sítio da Web é implementada como uma lista de links. A barra de navegação aparece em todas as páginas Web num conjunto de páginas Web. À medida que o utilizador coloca o foco sobre um determinado link, ou fica suspenso sobre o mesmo, na barra de navegação, a cor de fundo do link muda. Esta alteração no estilo da suspensão ou no foco é especificada através da folha de estilo em cascata para a página Web. Quando o foco é removido do link, o estilo é reposto para o estilo normal do link. Quando o link é activado para alterar os conteúdos da página, o link seleccionado na barra de navegação é desactivado, uma vez que o resultado de seguir este link é a página Web que está actualmente a ser apresentada. Alterar a cor de fundo fornece aos utilizadores sem problemas de visão uma notificação visual do link que devem seleccionar. Desactivar o link fornece informações a todos os utilizadores de que se trata do tópico actualmente seleccionado.
Não existem recursos disponíveis para esta técnica.
Quando o componente de navegação se repetir num conjunto de páginas Web:
Verifique se é fornecida ao utilizador uma indicação do item actualmente seleccionado na unidade de navegação.
Verifique se o item seleccionado corresponde ao conteúdo que está a ser apresentado.
Os passos 1 e 2 são verdadeiros.
Todas as tecnologias.
Esta técnica está relacionada com:
O objectivo desta técnica é tornar os cabeçalhos das secções existentes no conteúdo da Web descritivos. Os cabeçalhos e títulos descritivos (consulte G88: Fornecer títulos descritivos para páginas Web) funcionam em conjunto para fornecer aos utilizadores uma descrição geral do conteúdo e respectiva organização. Os cabeçalhos descritivos identificam as secções do conteúdo em relação à página Web como um todo e a outras secções da mesma página Web.
O cabeçalho descritivo ajuda os utilizadores a encontrar conteúdo específico e orienta-os na página Web.
Os autores também poderão considerar a colocação das informações mais importantes no início de cada cabeçalho. Isso ajuda os utilizadores a "passar os olhos" pelos cabeçalhos para localizar o conteúdo específico que necessitam, e é especialmente útil quando os browsers ou a tecnologia de apoio permitem a navegação de cabeçalho para cabeçalho.
Uma página HTML que descreva a série de tarefas para 'primeiros socorros para desastres' pode ter os seguintes cabeçalhos:
Código Exemplo:
<h1>Primeiros socorros para Desastres</h1> <h1>Disaster preparation</h1>
<h2>Inundação (Primeiros socorros)</h2>
<h2>Incêndio (Primeiros socorros)</h2>
Tenha em atenção que os cabeçalhos de nível 2 têm as informações características no início (i.e., em vez de "Primeiros socorros em caso de inundação", "Primeiros socorros em caso de incêndio", etc.).
Um breve artigo sobre a história de uma cidade fala sobre a fundação e expansão da cidade e depois entra em detalhes sobre a situação actual. O título da página Web é "História da Nossa Cidade". A primeira secção intitula-se "A fundação da Nossa Cidade". A segunda secção intitula-se "Expansão da Nossa Cidade". A terceira secção intitula-se "A Nossa Cidade Hoje", que inclui as seguintes subsecções: "As Pessoas na Nossa Cidade", "Organizações na Nossa Cidade" e "Edifícios na Nossa Cidade".
Os recursos são indicados apenas a título informativo, não implica que tenham sido aprovados.
Verifique se a página Web contém cabeçalhos.
Verifique se cada cabeçalho identifica a sua secção do conteúdo.
O passo 2 é verdadeiro.
Todas as tecnologias.
Esta técnica está relacionada com:
O objectivo desta técnica é garantir que a etiqueta de qualquer componente interactivo no conteúdo da Web torne clara a finalidade do componente. A utilização das técnicas específicas da tecnologia apropriadas para tecnologias de associação de etiquetas com controlos interactivos permite à tecnologia de apoio reconhecer a etiqueta e apresentá-la ao utilizador.
A uma aplicação Web apresenta mapas de uma cidade. Os utilizadores podem ampliar para ver parte do mapa em maior detalhe, e podem reduzir para ver uma parte maior da cidade. Os controlos podem ser utilizados utilizando um rato ou um teclado. Os controlos intitulam-se “Aumentar (Ctrl + Shift + L)" e “Reduzir (Ctrl + Shift + R)."
Um formulário pergunta o nome do utilizador. Consiste em dois campos de entrada de dados para perguntar o primeiro nome e o apelido. O primeiro campo intitula-se "Primeiro nome", o segundo intitula-se "Apelido".
Um formulário de compra inclui vários campos que são obrigatórios. Além de identificar o campo, a etiqueta para cada campo obrigatório inclui a palavra "obrigatório" entre parênteses.
Não existem recursos disponíveis para esta técnica.
Para cada componente da interface existente no conteúdo:
Identifique a finalidade do componente da interface.
Verifique se existe alguma etiqueta obrigatória.
Verifique se cada etiqueta torna clara a finalidade do componente.
Os passos 2 e 3 são verdadeiros.
Conteúdo que inclua formulário de várias partes.
Esta técnica está relacionada com:
O objectivo desta técnica é minimizar o risco de os utilizadores com incapacidades perderem o seu trabalho, fornecendo uma caixa de verificação para solicitar tempo adicional para preencher formulários de várias partes. A caixa de verificação pode permitir ao utilizador solicitar um período de tempo específico adicional (por exemplo, 15 minutos) ou um período de tempo indeterminado. (Tenha em atenção que permitir um período de tempo indeterminado será inapropriado se comprometer a privacidade do utilizador ou a segurança da rede.)
Uma página Web contém a primeira parte de um formulário de cinco partes. Imediatamente a seguir às instruções gerais para preencher o formulário encontra-se uma caixa de verificação com a etiqueta, “Fornecer mais 15 minutos para preencher cada parte deste formulário".
Uma página Web contém a primeira parte de uma formulário de três partes. Cada parte do formulário inclui mais de 10 itens. Alguns itens requerem que os utilizadores sigam links para obterem informações adicionais. Imediatamente a seguir às instruções gerais para preencher o formulário encontra-se uma caixa de verificação com a etiqueta, “Fornecer o tempo necessário para preencher este formulário. Compreendo que tenho de fechar o (sair do) browser da Web se optar por parar antes de preencher a última parte do formulário".
Se a página Web incluir a primeira parte de um formulário de várias partes:
Verifique se a página Web inclui uma caixa de verificação para solicitar tempo adicional para preencher o formulário.
Verifique se, no caso de a caixa de verificação estar seleccionada, é fornecido tempo adicional para preencher o formulário.
Todos os passos são verdadeiros.
Qualquer linguagem de marcação e muitas outras tecnologias.
Esta técnica está relacionada com:
O objectivo desta técnica é evitar ambiguidades nas páginas Web que resultam muitas vezes de códigos que não são validados contra especificações formais. É utilizado o mecanismo de cada tecnologia para especificar a tecnologia e a respectiva versão, e a página Web é validada contra a especificação formal dessa tecnologia. Se existir uma validação disponível para essa tecnologia, o programador pode utilizá-la.
Normalmente, a validação irá eliminar as ambiguidades (e mais), uma vez que um passo essencial na validação é verificar se a marcação da tecnologia (numa linguagem de marcação) ou os códigos (noutras tecnologias) são correctamente utilizados. A validação não verifica necessariamente se existe conformidade total com uma especificação, mas é o melhor meio para verificar automaticamente o conteúdo em relação à sua especificação.
As páginas HTML incluem uma declaração do tipo de documento (por vezes,
referido como declaração !DOCTYPE ) e são válidas de acordo
com a versão HTML especificada pela declaração do tipo de documento. O
programador pode utilizar validações offline e online (consulte os Recursos
abaixo) para verificar a validade das páginas HTML.
Os documentos XHTML, SVG, SMIL e outros baseados em XML fazem referência à Definição do Tipo de Documento (DTD) ou outro tipo de esquema XML. O programador pode utilizar validações online ou offline (incluindo ferramentas de validação integradas nos editores) para verificar a validade dos documentos XML.
A tarefa xmlvalidate do Apache Ant pode ser utilizada para
validação batch de ficheiros XML. O seguinte destino Apache Ant é um exemplo
simples para a validação de ficheiros com a extensão .xml no
directório dev\\Web (relativo ao Ant build file).
Código Exemplo:
<target name="validate-xml">
<xmlvalidate lenient="no">
<fileset dir="dev/web" includes="*.xml" />
</xmlvalidate>
</target>
Os recursos são indicados apenas a título informativo, não implica que tenham sido aprovados.
Não se esqueça de adicionar um doctype (página em inglês) da W3C Quality Assurance Initiative, explica o que são doctypes e por que deve utilizá-los.
DTDs (gramáticas de programação) recomendadas para o seu documento Web (página em inglês) de W3C Quality Assurance Initiative, é uma lista de declarações geralmente utilizadas.
Como valido o meu código ou verifico a existência de possíveis erros? (página em inglês) descreve as ferramentas no editor gratuito HTML-Kit para verificar HTML, CSS e XML.
Validar HTML e XHTML
O Serviço de Validação de Marcação W3C (página em inglês) do World Wide Web Consortium permite validar ficheiros HTML e XHTML por URI, carregamento de ficheiros e introdução directa de documentos HTML ou XHTML completos. Existem também outras funcionalidades avançadas que permitem a validação por carregamento de ficheiros, validação avançada por URI (opções avançadas como codificações e tipos de documento).
Documentação de Instalação para o Serviço de Validação de Marcação W3C (página em inglês) explica como instalar este serviço (por exemplo, para utilizar numa Intranet).
HTML Validator (página em alemão) é uma versão alemã do Serviço de Validação de Marcação W3C.
WDG HTML Validator (página em inglês) do Grupo Web Design, permite introduzir um URI para validar páginas individuais ou sítios da Web inteiros. Também existem versões para validar páginas Web em modo batch - por lotes - (especificando um ou mais URIs de documentos HTML para validar), por carregamento de ficheiros e introdução directa de códigos HTML.
Offline HTMLHelp.com Validator (página em inglês) é uma ferramenta para utilizadores Unix; é a versão offline do WDG HTML Validator.
Off-line HTML Validator – Um clipbook para NoteTab (página em inglês) do Professor Igor Podlubny, é uma extensão do editor de programação NoteTab. Utiliza Análise SGML de fonte aberta de James Clark(página em inglês), igualmente utilizada pelo Serviço de Validação de Marcação W3C.
Off-line HTML Validator para o Windows (página em inglês) de Jan Kacur, é outra validação baseada na Análise SGML de fonte aberta de James Clark. Também está disponível o código fonte (em Delphi).
Offline HTML Validator Faça-Você-Mesmo (página em inglês) de Matti Tukiainen, explica como criar uma validação simples com a Análise SGML de James Clark no Windows.
Validar um sítio da Web inteiro (página em inglês) de Peter Kranz, explica como instalar uma versão modificada do Serviço de Validação de Marcação W3C que apresenta resultados de validação como XML no Mac OS. Está disponível o código fonte (em Perl e Python).
HTML Validation Widget (página em inglês) adiciona uma opção "Validar HTML" ao menu de contexto do Internet Explorer e valida o documento HTML actual com o HTML Validator do Grupo Web Design.
Posso utilizar o Serviço de Validação de Marcação W3C para validar HTML? (página em inglês) explica como validar HTML a partir do editor gratuito HTML-Kit.
HTML/XML Validator é uma ferramenta de reparação online para HTML e XHTML baseada em Tidy e PHP 5. Está disponível em vários idiomas, mas não é uma validação verdadeira.
Corrija o seu Sítio da Web com o DOCTYPE Correcto! (página em inglês) de Jeffrey Zeldman, explica que doctypes HTML e XHTML funcionam e quais são os seus efeitos no modo de apresentação de alguns browsers.
Modificar Dreamweaver para Produzir XHTML Válido (página em inglês) de Carrie Bickner.
XHTML-Schemata für FrontPage 2003 und Visual Studio .NET (página em alemão) de Christoph Schneegans, é um artigo alemão que explica como podem ser utilizados os W3C XML Schemas para XHTML 1.0 no FrontPage 2003 e Visual Studio .NET para criar um código válido.
Nvu (página em inglês) é uma ferramenta de autor da Web gratuita e de fonte aberta para Windows, Macintosh e Linux que pode utilizar o Serviço de Validação HTML W3C.
Amaya (página em inglês) do World Wide Web Consortium, é uma ferramenta de autor da Web gratuita e de fonte aberta com suporte para HTML, XHTML, CSS, SVG e MathML, que o alerta para erros de validação quando guarda um documento.
Web Developer Extension (página em inglês) é uma extensão para o Mozilla, Firefox e Flock de Chris Pedrick, que permite utilizar os Serviços de Validação W3C para HTML e CSS.
Validar XML
HTML/XHTML/WML/XML Validator (página em inglês) permite validar documentos por URI ou carregamento de ficheiros. Também está disponível uma interface avançada.
HTML/XHTML/WML/XML Validator (página em alemão) é uma versão alemã da mesma validação.
XML Validator - Um Serviço de Validação de Documentos (página em inglês) de JavaView, permite verificar a boa formação e a validade dos ficheiros XML, por carregamento de ficheiros ou introdução directa do código XML.
Tarefa XMLValidate do Apache Ant (página em inglês), pode ser utilizada para validar documentos baseados em XML. Esta ferramenta pode ser utilizada para validar directórios inteiros (e subdirectórios) de ficheiros XML.
XML Schema Validator (página em inglês) de Christoph Schneegans, é uma ferramenta online que permite validar ficheiros XML (e XHTML) por URI, carregamento de ficheiros, introdução directa de documentos XML completos e introdução directa de fragmentos de códigos XML. Também está disponível uma bookmarklet que permite validar a página actualmente apresentada no browser. Esta validação pretende ser mais exacta do que a validação W3C.
XML Schema Validator (página em inglês) de DecisionSoft, é uma ferramenta online que permite validar um ficheiro XML em comparação com um WC3 XML Schema, podendo ambos ser carregados.
Formulário de Validação XML STG (página em inglês) de Scholarly Technology Group of Brown University, permite validar ficheiros XML por URI, carregamento de ficheiros e introdução directa de documentos XML completos.
NetBeans: Trabalhar com XML, Parte 1 e NetBeans: Trabalhar com XML, Parte 2 (páginas em inglês) de Tim Boudreau e outros, explicam como activar o suporte e a validação XML, bem como outras funcionalidades relacionadas, na estrutura NetBeans de fonte aberta.
Schema Validator(página em inglês): esta é uma validação que permite colar códigos XML e WC3 XML Schema em caixas de texto para validar códigos XML.
XML Nanny(página em inglês): uma ferramenta gráfica para validar XML e XHTML, com suporte para DTD, W3C XML Schema, RELAX NG e Schematron (Max OX X).
Tenha em atenção que vários editores de programação, editores XML e ambientes de desenvolvimento integrados (IDEs) podem validar ficheiros XML. Estes incluem as seguintes ferramentas gratuitas e/ou de fonte aberta:
o editor de programação JEdit (página em inglês) com os plug-ins XML e SideKick, que suporta DTDs e W3C XML Schemas,
o “workbench" Eclipse com a Web Tools Platform (Plataforma de Ferramentas Web)(páginas em inglês),
a ferramenta de autor da Web SCREEM (página em inglês) para o ambiente e trabalho Gnome, que suporta DTDs,
o editor XML Jaxe(página em inglês), que valida ficheiros XML com Apache Xerces,
o editor XML Xerlin(página em inglês), que suporta DTDs e, até certo ponto, W3C XML Schema,
o editor XML xmloperator(página em inglês), que suporta DTDs e RELAX NG Schemas,
Emacs em modo nXML (consulte o Modo YahooGroup Emacs nXML) (página em inglês),
o editor XML Pollo(página em inglês), que suporta DTDs, W3C XML Schemas e RELAX NG Schemas, e é mais indicado para ficheiros XML em árvore.
Validar CSS
O Serviço de Validação W3C CSS permite validar ficheiros CSS por URI, carregamento de ficheiros e introdução directa de códigos CSS.
O Serviço de Validação W3C CSS: Validar por URI é uma interface alargada que permite especificar uma folha de estilo CSS ou uma página HTML com CSS, especificar o suporte de dados e perfil CSS e escolher os tipos de avisos que devem ser apresentados.
CSSCheck (página em inglês) do Grupo Web Design, permite validar ficheiros CSS por URI e introdução directa de códigos CSS. Tenha em atenção que é, essencialmente, um verificador CSS 1.
CSSCheckUp (página em inglês) do Grupo Web Design, permite validar ficheiros CSS por carregamento de ficheiros. Tenha em atenção que é, essencialmente, um verificador CSS 1.
CSS (Cascading Style Sheets) Validator (página em inglês) permite validar ficheiros CSS por URI.
Off-line CSS Validator – Um clipbook para NoteTab (página em inglês)
(actualmente, não existe nenhuma indicada)
Para tecnologias baseadas em HTML, SGML e XML:
Carregue cada página ou documento numa análise de validação.
Verifique se não são encontrados erros de validação.
Para CSS:
Carregue cada folha de estilo externa ou interna numa Validação CSS.
Verifique se não são encontrados erros de validação.
Para outras tecnologias:
Siga o procedimento de validação definido para a tecnologia em utilização, se existir alguma.
Para tecnologias baseadas em HTML, SGML e XML:
O passo 2 é verdadeiro.
Para CSS:
O passo 2 é verdadeiro.
Tecnologias de programação que têm componentes normais programados para interagir com APIs de acessibilidade.
Esta técnica está relacionada com:
O objectivo desta técnica é permitir à tecnologia de apoio compreender o conteúdo da Web, de modo a poder transmitir informações equivalentes ao utilizador através de uma interface de utilizador alternativa.
Por vezes, o conteúdo não é criado utilizando linguagem de marcação, mas utilizando uma linguagem de programação ou ferramentas. Em muitos casos, estas tecnologias têm componentes de interface que já se encontram programados para interagir com APIs de acessibilidade. Se um autor utilizar estes componentes e preencher as propriedades (por ex., nome, etc.), os componentes resultantes da interface de utilizador existentes no conteúdo estarão acessíveis à tecnologia de apoio.
Uma página Web utiliza Java para criar uma applet. Os objectos de Java Swing (por ex., botão) são utilizados porque têm propriedades de acessibilidade incorporadas que podem ser acedidas a partir da tecnologia de apoio escrita em Java e, com Java Access Bridge, das escritas noutras linguagens que utilizam a API de Acessibilidade do sistema operativo. O autor preenche os valores para os componentes e o resultado está acessível à TA.
Os recursos são indicados apenas a título informativo, não implica que tenham sido aprovados.
(actualmente, não existe nenhuma indicada)
Apresente o conteúdo utilizando um Agente de Utilizador acessível.
Utilize uma Ferramenta de Acessibilidade concebida para a API de Acessibilidade do Agente de Utilizador para avaliar cada componente da interface de utilizador.
Verifique se o nome e a função de cada componente da interface de utilizador são encontrados pela ferramenta.
O passo 3 é verdadeiro para cada componente da interface de utilizador.
O conteúdo principal não está conformidade com as WCAG, mas existem versões alternativas que estão em conformidade com as WCAG. Esta técnica só pode ser utilizada se uma tecnologia tornar possível a criação de um link acessível para uma versão alternativa.
Esta técnica está relacionada com:
O objectivo desta técnica é permitir aos utilizadores aceder ao conteúdo alternativo que está em conformidade com as WCAG, se o conteúdo principal ou o conteúdo predefinido que os utilizadores encontram quando visitam um determinado URI não estiverem em conformidade. A página alternativa, ou a versão alternativa em conformidade, pode fazer alguns compromissos de concepção e funcionalidade de modo a alcançar a conformidade, mas tem de cumprir os requisitos descritos na definição, de modo a ser uma versão alternativa em conformidade. A definição de "versão alternativa em conformidade" é:
versão que
está em conformidade com o nível designado,
fornece as mesmas informações e a funcionalidade no mesmo idioma humano,
está tão actualizada como o conteúdo que não está em conformidade, e
para a qual, no mínimo, uma das seguintes afirmações é verdadeira:
é possível aceder à versão em conformidade a partir da página que não está em conformidade, através de um mecanismo suportado por acessibilidade, ou
só é possível aceder à versão que não está em conformidade a partir da versão em conformidade, ou
só é possível aceder à versão que não está em conformidade a partir de uma página em conformidade, que também forneça um mecanismo para aceder à versão em conformidade
Nota 1: Nesta definição, a expressão "só é possível aceder" significa que existe algum mecanismo, tal como um redireccionamento condicional, que impede um utilizador de "chegar" (carregar) à página que não está em conformidade, a menos que o utilizador tenha acabado de vir da versão em conformidade.
Nota 2: Não é necessário que a versão alternativa corresponda, página a página, à original (por ex., a versão alternativa em conformidade pode consistir em várias páginas).
Nota 3: Se estiverem disponíveis versões de vários idiomas, serão necessárias versões alternativas em conformidade para cada idioma oferecido.
Nota 4: Podem ser fornecidas versões alternativas para acomodar diferentes ambientes de tecnologia ou grupos de utilizadores. Cada versão deverá estar o mais em conformidade possível. É necessária uma versão em conformidade total, para cumprir o requisito de conformidade 1.
Nota 5: Não é necessário que a versão alternativa em conformidade resida no âmbito de conformidade, nem mesmo no mesmo sítio da Web, desde que esteja tão disponível como a versão que não está em conformidade.
Nota 6: As versões alternativas não devem ser confundidas com o conteúdo suplementar, que suporta a página original e melhora a compreensão.
Nota 7: A definição de preferências de utilizador no conteúdo para produzir uma versão em conformidade é um mecanismo aceitável para aceder a outra versão, desde que o método utilizado para definir as preferências seja suportado por acessibilidade.
Consulte as Noções sobre Versões Alternativas em Conformidade
Ao utilizar esta técnica, a colocação de um link em conformidade com as WCAG para o conteúdo alternativo no topo da página permite que os utilizadores encontrem o link rapidamente e acedam à versão alternativa em conformidade. Para garantir que os utilizadores conseguem sempre encontrar a versão alternativa, independentemente do local onde entrarem no sítio da Web, cada página que não esteja em conformidade com o nível especificado irá incluir um link para a versão alternativa em conformidade.
Num sítio da Web, para cada página que não esteja em conformidade com as WCAG no nível especificado, o primeiro link na página intitula-se "Versão Alternativa". Este link conduz à versão alternativa da página que está em conformidade com as WCAG no nível especificado.
Identifique uma página que não esteja em conformidade com as WCAG no nível de conformidade especificado.
Verifique se a página contém um link para uma versão alternativa em conformidade da página.
Verifique se a versão alternativa é uma versão alternativa em conformidade da página original e se está em conformidade com as WCAG 2.0 no nível de conformidade especificado.
Os passos 2 e 3 são verdadeiros.
Todas as tecnologias que suportem cor e texto.
Esta técnica está relacionada com:
O objectivo desta técnica é combinar cores e marcação semântica para transmitir informações. A maioria dos utilizadores consegue pesquisar rapidamente o conteúdo para localizar informações transmitidas mediante utilização de cores. Para os utilizadores que não conseguem distinguir as cores, a marcação semântica pode fornecer um tipo diferente de sinal de aviso. Os agentes de utilizador podem assim tornar este tipo de estrutura perceptível ao utilizador, por exemplo, utilizando uma apresentação visual diferente para diferentes tipos de estruturas ou utilizando uma voz ou grau de inclinação diferentes numa apresentação em auditório.
A maioria dos agentes de utilizador irão distinguir visualmente o texto que foi identificado utilizando a marcação semântica. Algumas tecnologias de apoio fornecem um mecanismo para determinar as características do conteúdo que foi criado utilizando a marcação semântica adequada.
Um formulário HTML contém vários campos obrigatórios. As etiquetas para os campos obrigatórios são apresentadas a vermelho. Além disso, o texto de cada etiqueta está marcado com o elemento STRONG para um realce mais forte. As instruções para preencher o formulário indicam que "todos os campos obrigatórios são apresentados a vermelho e estão realçados", e são seguidas de um exemplo.
Os recursos são indicados apenas a título informativo, não implica que tenham sido aprovados.
Para qualquer conteúdo em que são utilizadas cores diferentes para transmitir informações:
Verifique se as mesmas informações estão disponíveis através de marcação semântica.
O passo 1 é verdadeiro.
Conteúdo que aceite entrada de dados por parte do utilizador, com restrições no formato, valor e/ou tipo de dados.
Esta técnica está relacionada com:
O objectivo desta técnica é ajudar os utilizadores a encontrar erros de entrada, em que as informações fornecidas pelo utilizador não foram aceites. Isto inclui campos com informações obrigatórias em falta e campos com informações incorrectas. Quando os utilizadores introduzem dados que são verificados, e são detectados erros de entrada, é fornecido um link para esse erro para que o utilizador não tenha de procurá-lo. Uma abordagem é utilizar validação do lado do servidor, apresentar novamente o formulário (incluindo todos os dados anteriormente introduzidos), e colocar uma descrição do texto no topo da página a indicar que existiu um erro de entrada, a descrever a natureza do problema e a fornecer um link para o(s) campo(s) com o problema.
O utilizador introduz dados inválidos no campo de um formulário e submete o formulário. O servidor devolve o formulário, com os dados do utilizador ainda presentes, e indica claramente no texto no topo da página que não foram aceites. O texto descreve a natureza do(s) erro(s) e fornece um link para o campo com o problema, de modo a que o utilizador possa navegar facilmente até ao mesmo e corrigir o problema.
O utilizador introduz dados inválidos no campo de um formulário e tenta submeter o formulário. O scripting do lado do cliente detecta o erro, cancela a submissão e modifica o documento para fornecer uma mensagem de texto a descrever o erro, com links para o(s) campo(s) com o erro. O script também modifica as etiquetas dos campos com os problemas para os realçar.
Quando o utilizador submete o formulário, em vez de o conduzir a uma nova página, um script coloca automaticamente o foco num link de texto que indica "Ocorreram erros". O link conduz ao primeiro item de uma lista ordenada de mensagens de erro descritivas. Cada item de lista é um link para o controlo onde ocorreu o erro. E o erro inclui um link que permite voltar à lista ordenada de mensagens de erro descritivas. O processo é repetido conforme necessário.
Preencha um formulário, deixando deliberadamente um campo obrigatório em branco, crie um erro de entrada noutro campo e submeta o formulário.
Verifique se é fornecida uma mensagem de texto a identificar o campo onde faltam dados obrigatórios.
Verifique se é fornecida uma mensagem de texto a identificar o campo com o erro de entrada.
Verifique se existe um link para cada campo onde faltam dados obrigatórios a partir da mensagem de dados em falta.
Verifique se existe um link para a lista de erros a partir da mensagem de erro.
Nota: O Critério de Sucesso 3.3.2 exige que, se for detectado um erro de entrada e se forem conhecidas sugestões de correcção que possam ser fornecidas sem comprometer a segurança ou finalidade do conteúdo, as sugestões sejam fornecidas ao utilizador.
Se o passo 2 for verdadeiro, o passo 4 é verdadeiro.
Se o passo 3 for verdadeiro, o passo 5 é verdadeiro.
Qualquer tecnologia.
Esta técnica está relacionada com:
O objectivo desta técnica é facilitar a interacção da tecnologia de apoio com o conteúdo, separando de forma lógica a codificação da estrutura da codificação da apresentação do conteúdo. A codificação da estrutura é a indicação dos elementos, tais como cabeçalhos, parágrafos, listas, tabelas, etc., e é efectuada utilizando funcionalidades da tecnologia reservadas para essa finalidade. Por contraste, a codificação da apresentação é a indicação dos efeitos de formatação, tais como tipo de letra, cor, tamanho, posição, margens, etc., e é igualmente suportada por funcionalidades da tecnologia.
Enquanto as funcionalidades da apresentação implicam visualmente a estrutura - os utilizadores podem determinar cabeçalhos, parágrafos, listas, etc. a partir das convenções de formatação utilizadas - estas funcionalidades não codificam a estrutura claramente o suficiente para a tecnologia de apoio interagir com a página de forma eficaz. Fornecer uma estrutura, uma funcionalidade e camadas de apresentação separadas permite à semântica sugerida pela formatação tornar-se determinada de forma programática através da camada da estrutura.
Seguir esta técnica permite aos agentes de utilizador:
Efectuar transformações de estrutura significativas com base na estrutura existente do conteúdo, tais como reordenar secções ou gerar uma lista de secções ou uma lista de links.
Suportar a interacção com o conteúdo com base nas características da estrutura que não podem ser determinadas pela tecnologia de apoio segundo apenas as informações de apresentação. Por exemplo, pode ser aconselhável fornecer interacções especiais com listas, indicando o número de itens de lista ou passando para o fim, mas isto só será possível se a estrutura da lista estiver codificada além da apresentação da lista.
Modificar a apresentação do conteúdo, substituindo as regras de apresentação alternativa ligadas às funcionalidades da estrutura.
Um documento HTML utiliza as funcionalidades da estrutura de HTML, tais como parágrafos, listas, cabeçalhos, etc., e evita funcionalidades de apresentação, tais como alterações de tipo de letra, sugestões de disposição, etc. O CSS é utilizado para formatar o documento com base nas respectivas propriedades de estrutura. Os atributos "class" bem trabalhados em HTML aumentam a semântica da marcação estrutural, se for necessário para permitir uma formação mais flexível com o CSS. As tecnologias de apoio podem substituir ou aumentar o CSS para modificar a apresentação ou ignorar o CSS e interagir directamente com a codificação da estrutura.
Um documento PDF consiste, essencialmente, no conteúdo incorporado nas informações de formatação. As informações sobre a estrutura são fornecidas numa secção separada do documento utilizando marcas tipo XML; a isto chama-se "PDF com marcas". As informações nestas etiquetas podem ser utilizadas pelas tecnologias de apoio para adaptar a apresentação ou compreender a estrutura sugerida pela apresentação.
Verifique a codificação de um documento.
Verifique se as informações sobre a estrutura e a funcionalidade são explicitamente fornecidas e separadas de forma lógica das informações sobre a apresentação.
O passo 2 é verdadeiro.
Páginas com conteúdo organizado em secções.
Esta técnica está relacionada com:
O objectivo desta técnica é garantir que as secções têm cabeçalhos que as identifiquem. O Critério de Sucesso 1.3.1 exige que os cabeçalhos sejam assinalados para poderem ser identificados de forma programática.
Em HTML, isto seria efectuado utilizando os elementos heading HTML (h1, h2, h3, h4, h5 e h6). Isto permite aos agentes de utilizador identificar automaticamente os cabeçalhos das secções. Outras tecnologias utilizam outras técnicas para identificar cabeçalhos. Para facilitar a navegação e compreensão de toda a estrutura do documento, os autores devem utilizar cabeçalhos correctamente encaixados (por ex., h1 seguido de h2, h2 seguido de h2 ou h3, h